Pular para o conteúdo principal

Homenagem aos Orixás e Guias do Mês de Dezembro - 2017

Salve Oxalá! Salve Iemanjá! Salve o Povo do Oriente! Salve os Marinheiros!






Família Tulca em gira festiva em 09-12-17! Gratidão a todos pela linda homenagem, pela presença, pelo carinho e pela fé! Parabéns aos batizandos 2017! Que as bençãos de Pai Oxalá e Mãe Iemanjá proporcionem amor e paz a todos!

Oração à Mãe Iemanjá 
O teu mar, fonte de poesias e de encanto, enaltece o espírito de quem sabe ouvir o cantarolar das suas ondas...

Grande provedor de alimentos que nosso Pai Maior nos presenteou...

Acolhe a todos nós como um grande útero universal, querida Mãe de todos nós...

Aquela que alimenta, que ampara, que cuida, que ensina, que afaga...

E que, com a paciência de mãe, espera pelo crescimento espiritual de cada um...

Ajuda-me oh mãezinha, a compreender o fundamento maior do meu lugar no mundo, para que eu possa vencer as intempéries no caminho...

Para que eu possa continuar rumo ao Pai, apesar das pedras que me jogam a fim de que eu estacione...

Para que eu possa compreender e me fa…

Vampirismo e Parasitismo

Vampirismo e Parasitismo


Vampiros humanos com presas afiadas e ávidos por sangue pertencem mais ao reino da ficção. Mas há um tipo de vampirismo bem mais comum e corriqueiro: aquele em que se encontram desde criaturas encarnadas a desencarnados parasitas que sugam, mesmo inconscientemente, energias vitais de suas vítimas, num processo que causa danos físicos e até mesmo a morte.

Vejamos como vê o fenômeno o abalizado médico e instrutor desencarnado André Luiz:

“Sem nos referirmos aos morcegos sugadores, o vampiro, entre os homens, é o fantasma dos mortos, que se retira do sepulcro, alta noite, para alimentar-se do sangue dos vivos. Não sei quem é o autor de semelhante definição, mas, no fundo, não está errada. Apenas cumpre considerar que, entre nós, vampiro é toda entidade ociosa que se vale, indebitamente, das possibilidades alheias e, em se tratando de vampiros que visitam os encarnados, é necessário reconhecer que eles atendem aos sinistros propósitos a qualquer hora, desde que encontrem guarida no estojo de carne dos homens”.

Todos os espíritos inferiores, ociosos e primários, podem vampirizar ou parasitar mortos e vivos.

Em biologia, “parasitismo” é o fenômeno pelo qual um ser vivo extrai direta e necessariamente de outro ser vivo (denominado hospedeiro) os materiais indispensáveis para a formação e construção de seu próprio protoplasma (O conteúdo celular vivo, formado principalmente de citoplasma e núcleo)”. O hospedeiro sofre as conseqüências do parasitismo em graus variáveis, podendo até morrer. O parasitismo é largamente difundido entre os seres vivos, animais e vegetais. Grande é o número deles que vive à custa de outros, da mesma espécie ou de espécies diferentes.

No parasitismo, como no vampirismo, há a sucção de energias alheias. Mas a diferença está na intensidade da ação nefasta, determinada pela consciência e crueldade com que é praticada. O parasita de modo geral provoca prejuízos mais brandos, porque costuma não saber o que está fazendo. Já o vampiro propriamente dito tem plena consciência do que pratica, e nunca poupa um vampirizado.

No mundo espiritual o fenômeno varia apenas no processo de extração das energias do hospedeiro. Há, como na definição biológica, a dependência do espírito parasita: ele se especializou de tal modo (e durante tanto tempo) em viver às custas de outro, que perdeu toda a possibilidade de sobreviver por seus próprios meios.

Esta sucção energética que ocorre em variados níveis de intensidade trata-se de um processo natural, a que nos expomos diariamente, na maioria das vezes sem nos apercebermos do quanto isso nos é prejudicial. Por transitarem livremente, à parte da matéria física, as ondas energéticas se impõem como invasoras sutis. No caminho contrário, se esvaem de nosso corpo, levando com elas nosso ânimo, alegria, otimismo, tornando-nos vítimas desses sugadores naturais que se abastecem de nossa força vital, às vezes até sem a mínima intenção de prejudicar quem quer que seja.

É comum sentirmos a presença desses sugadores ao entrarmos num ambiente: bocejos constantes, apatia e distração injustificados são sinais claros de que estamos sendo vampirizados. Acontece a todo instante, em todo lugar: no escritório, numa loja, no nosso próprio lar, etc.

Outros sintomas característicos de sucção energética são descritos como: a impressão repentina de sentir um frio interno, mesmo que a temperatura ambiente esteja elevada; a sensação de ser aspirado de dentro do corpo para um vazio interior, principalmente através dos pontos dos sete chacras fundamentais com destaque para o básico, o cardíaco e o laríngeo. Também se manifesta como um processo de auto-hipnose, com uma certa aquiescência do vampirizado, fenômeno muito comum entre pessoas que se amam profundamente. Se ocorrer durante o sono a vítima não costuma acordar tão logo.

Em planos astrais inferiores, homens desencarnados e degradados espiritualmente, chegam a assumir a forma de enormes morcegos, em conseqüência da longa viciação. Criaturas perigosas, de freqüência vibratória muito baixa, predadores por excelência, essas criaturas habitam cavernas do astral inferior. Estes vampirizam por que querem, e sabem o que querem. Muitas vezes agem por ordem de régulos das trevas, que os usam com objetivos malignos para prejudicar e aniquilar pessoas.


Extraído de: 

Espírito/Matéria: Novos Horizontes Para a Medicina José Lacerda de Azevedo - Ed. Porto Alegre: Pallotii, 1999; Coleção Planeta - Parapsicologia Nº 02 

Ed. Três, 1996; Missionários da Luz - Francisco C. Xavier - ditato pelo Espírito André Luiz - FEB.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Tapete de Oxalá (Boldo) - Pesquisado por Ednay Melo

BOLDO SETE-DORES


Nome Científico: Plectranthus barbatus Andrews 
Família botânica: Lamiaceae (Labiatae)
Sinonímias: Coleus barbatus (Andr.) Benth.

Nomes populares: boldo, boldo-de-jardim, boldo-africano, boldo-silvestre, boldo-nacional, falso-boldo, boldo-do-reino, malva-santa, malva-amarga, sete-sangrias, sete-dores, folha-de-oxalá, tapete-de-oxalá.
Origem ou Habitat: É originária da Índia (LORENZI; MATOS, 2008).
Características botânicas: é um arbusto perene, pubescente, com aproximadamente 1,5m de altura. Caule amarelo-acinzentado bastante rugoso, pouco ramificado, com ramos quadrangulares. Folhas com 4 – 8 cm de comprimento, 2,5 – 6 cm de largura, simples, opostas, ovado-oblongas, com margem dentada, verde-claro na página superior e verde-pardacento na inferior. Flores azul-violáceas , com até 2 cm de comprimento.
Habitat: Planta brasileira presente em quase todas as regiões do país - em jardins, hortas, terrenos baldios e cultivados.
História: Faz parte da medicina popular, com as mesma…

Sugestão de Livros Espiritualistas

Para você leitor, disponibilizamos em nosso Blog uma lista com sugestão de livros! 


Livros de Umbanda, Espiritualistas e Espíritas - clique aqui





















Cores, Datas Comemorativas e Dias da Semana dos Orixás - Por Ednay Melo

A Umbanda é uma religião que nos dá a oportunidade de escolher a melhor forma de praticá-la, respeitando os valores e crenças de cada um. Na umbanda existem conceitos universais, aqueles que se não forem seguidos não se pode considerar Umbanda, como por exemplo a crença em Deus e nos Orixás, a crença nos trabalhadores que formam as linhas de Umbanda como os Caboclos, os Pretos Velhos e Ibejis, a prática da caridade sem qualquer tipo de cobrança, seja material ou psicológica, não sacrificar animais, o predomínio da cor branca, trabalhos direcionados apenas para o Bem, entre outros. 
A questão das cores dos Orixás, datas comemorativas e dias da semana está confundindo muitos irmãos de fé diante de tantas informações desencontradas, mas que se apreciadas empaticamente, fazem todo o sentido dentro da realidade de cada um. 
O julgamento precipitado, a crítica que acaricia o ego, a falta de sensatez de discursos superficiais do que não se conhece, prejudica mais do que aclara o entendiment…