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Homenagem aos Orixás e Guias do Mês de Dezembro - 2017

Salve Oxalá! Salve Iemanjá! Salve o Povo do Oriente! Salve os Marinheiros!






Família Tulca em gira festiva em 09-12-17! Gratidão a todos pela linda homenagem, pela presença, pelo carinho e pela fé! Parabéns aos batizandos 2017! Que as bençãos de Pai Oxalá e Mãe Iemanjá proporcionem amor e paz a todos!

Oração à Mãe Iemanjá 
O teu mar, fonte de poesias e de encanto, enaltece o espírito de quem sabe ouvir o cantarolar das suas ondas...

Grande provedor de alimentos que nosso Pai Maior nos presenteou...

Acolhe a todos nós como um grande útero universal, querida Mãe de todos nós...

Aquela que alimenta, que ampara, que cuida, que ensina, que afaga...

E que, com a paciência de mãe, espera pelo crescimento espiritual de cada um...

Ajuda-me oh mãezinha, a compreender o fundamento maior do meu lugar no mundo, para que eu possa vencer as intempéries no caminho...

Para que eu possa continuar rumo ao Pai, apesar das pedras que me jogam a fim de que eu estacione...

Para que eu possa compreender e me fa…

Livro: O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas de Umbanda

Antônio Eliezer Leal de Souza foi jornalista, poeta, ensaísta, militar… e escreveu os primeiros livros sobre a Umbanda. O primeiro é de 1925: “No Mundo dos Espíritos”.  Em 1933, escreveu a primeira edição de “O Espiritismo, a Magia e as Sete Linhas de Umbanda”. Tratava-se de um livro extremamente raro, até que, em 2008, foi editado pela segunda vez, por iniciativa altamente louvável da Editora do Conhecimento.

No início do século XX, imperava uma profusão de cultos e rituais estranhos e voltados ao baixo espiritismo. Era necessário esclarecer a opinião pública e as autoridades sobre a real natureza da doutrina umbandista, para evitar a discriminação de seus adeptos e até a prisão de seus dirigentes. Apesar de jornalista, Leal de Souza nunca usou de sua profissão para promover proselitismo religioso, passando a escrever sobre o assunto por iniciativa de jornais como o “Diário de Notícias” e “A Noite”, interessados na repercussão que o assunto tomava à época.

Assim, o livro é uma compilação desses artigos. São textos sintéticos, mas estruturados brilhantemente: acabamos vislumbrando um panorama das práticas espirituais da época, mediante um contraponto entre a Umbanda e as práticas de magia negra. O autor também discorre sobre a importância de Zélio de Moraes e o Caboclo das Sete Encruzilhadas; as “sete linhas brancas”; os orixás, guias e protetores.

Vários outros temas, muito interessantes, estão nesse livro singelo, mas fundamental para quem quiser saber mais sobre a Umbanda, em suas raízes: Leal de Souza foi frequentador da Tenda Nossa Senhora da Piedade durante anos, e dela só se afastou para atender às instruções do Caboclo das Sete Encruzilhadas, que o incumbiu de dirigir, pessoalmente, a Tenda Nossa Senhora da Conceição.

Desvendando a Umbanda




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Nome Científico: Plectranthus barbatus Andrews 
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Sinonímias: Coleus barbatus (Andr.) Benth.

Nomes populares: boldo, boldo-de-jardim, boldo-africano, boldo-silvestre, boldo-nacional, falso-boldo, boldo-do-reino, malva-santa, malva-amarga, sete-sangrias, sete-dores, folha-de-oxalá, tapete-de-oxalá.
Origem ou Habitat: É originária da Índia (LORENZI; MATOS, 2008).
Características botânicas: é um arbusto perene, pubescente, com aproximadamente 1,5m de altura. Caule amarelo-acinzentado bastante rugoso, pouco ramificado, com ramos quadrangulares. Folhas com 4 – 8 cm de comprimento, 2,5 – 6 cm de largura, simples, opostas, ovado-oblongas, com margem dentada, verde-claro na página superior e verde-pardacento na inferior. Flores azul-violáceas , com até 2 cm de comprimento.
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