Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca

04/11/2019

Simplesmente Umbanda

A Umbanda não me proíbe de fazer nada, mas me instrui o porquê devo ou não fazer.

A Umbanda não abre meus caminhos, mas me mostra como posso abri-lo com minhas próprias forças.

A Umbanda não me deixa mais forte, Ela me mostra o quanto eu sou realmente forte.

A Umbanda não me consola, Ela me faz enxergar que sempre há irmãos mais necessitados de consolo do que eu.

A Umbanda não me purifica, Ela me ensina como andar sempre puro.

A Umbanda não me faz perfeito, mas me mostra como sou realmente para que eu possa melhorar como ser humano.

A Umbanda não me traz prosperidade, mas me mostra todas as ferramentas para que eu possa buscá-la.

A Umbanda não me faz uma pessoa melhor, mas me dá todas as condições para que eu possa melhorar por mim mesmo.

A Umbanda não faz muita coisa por mim, Ela me ensina que quando fazemos pelos outros, estamos fazendo a nós mesmos.

A Umbanda não tem vários deuses, o que ela tem são vários seres Divinos trabalhando a serviço de um só Deus.

A Umbanda não faz nada por ninguém, Ela ensina a muitos a fazerem o que puderem pelo bem de outros.

A Umbanda veio para ensinar à servir e não para se servirem Dela.

Simplesmente Umbanda!!

Autor desconhecido





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O Rito do Descalçamento

POR QUE TIRAMOS O CALÇADO AO ENTRARMOS NO TERREIRO???

O "rito de descalçamento" ou descalçar os pés ao aproximar-se de um lugar considerado santo tem registro em várias religiões ou filosofias iniciáticas.

A orientação de Pitágoras aos seus discípulos era expressa: que eles, ao realizarem as abluções (purificação por meio da água) e adorações no templo, o fizessem com os pés descalços para que o "pó mundano" não contaminasse o espaço sagrado, significando simbolicamente que as coisas mundanas não deviam ocupar a mente dos discípulos com preocupações. Os mulçumanos, ao executarem seus ritos devocionais, sempre deixam suas sandálias à porta das mesquitas.

Os druídas assim procediam, bem como os antigos incas dos altos andinos deixavam sempre seus sapatos à porta ao entrarem no magnífico templo consagrado à adoração ao Sol.

Tal hábito é, portanto, um símbolo de reverência.

E na Umbanda??

Este ato litúrgico não deve ser compreendido como gesto de humilhação ou submissão, mas sim como um ato de reverência respeitosa e rogativa discreta que traz inúmeros benefícios ao indivíduo, se encarado com humildade sincera, auxiliando-o na saúde física e psicológica. Pisar descalço no terreiro DESCARREGA as energias negativas.

Tocar a testa no congá ou no chão absorve magnetismo positivo imantado nesses locais pela irradiação da aura das entidades espirituais que comparecem em auxílio aos filhos da Terra.

Autor desconhecido




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Exu Ensina o Perdão

O PERDÃO, OS ERROS, A CULPA E A LIBERDADE.

O Senhor Guardião, um Exu da Capa Preta já me mostrou certa vez que o perdão é uma chave que abre todas as portas.

Como seria isso, se eu perdoo o outro que me machuca, que me trai, que assalta, que me magoa, que me agride? Não seria o perdão a chave da prisão desse outro e não da minha? Se assim for, sou eu a dona da liberdade daquele que erra para comigo e ele depende de mim para libertar-se.

Pois examinando bem a minha consciência, percebo que o perdão que me dão pelos meus erros não é condição suficiente para me libertar das culpas que carrego.

Exu, que chave é essa? De onde vem? É uma chave quase mágica, de poderes ilimitados, diz ele. Então ele me faz ver ao longo de minha vida, a força e o poder de cada perdão sincero que concedi.

O perdão me liberta das lembranças de todo mal que me foi feito, me limpa a alma. Retira de mim todo ódio, todo rancor, todo desejo de vingança. Deixa-me leve como uma pluma que flutua.

Olha, filha, ele diz. E eu olho as manchas que carrego em decorrência de meus atos que atentaram contra as leis supremas. A cada perdão concedido elas vão se enfraquecendo e já não me consome tanto a culpa que antes me açoitava o coração. Um peso vai sendo retirado das minhas costas a cada vez que decido deixar as cobranças com aquele que tem poder e autorização para isso.

Agora veja, criança, observa ele mais uma vez. E vai me mostrando a fila de cobradores que atordoada vai fazendo meia volta e retornando. A lei suprema não permitiu que eles me cobrassem daqueles erros que eu já fui capaz de perdoar. Respiro aliviada ao sentir que aquilo que me ligava a eles já não existe mais, meus últimos sentimentos de rancor vão se evaporando e no lugar deles sinto uma profunda compaixão até mesmo por estes que estavam a me cobrar e que um dia prejudiquei. Mas, estranho, não sinto mais culpa. Ela se foi...

Olho para esse guardião da longa capa preta e ele me diz; filha estenda os braços agora. Estendo os dois braços e vejo algemas aprisionando meus pulsos. Ele pega a chave do perdão que me havia mostrado pouco antes e abre as algemas. Para sempre? Eu pergunto, já sem conter as lágrimas. E ele responde; enquanto você tiver merecimento para carregar essa chave do perdão que conquistou, não haverá algemas ou portas que possam lhe prender. Poderá transitar por todos os lugares sem medo de que alguém venha a lhe cobrar por dívidas que hoje você é capaz de perdoar. Entende agora, filha?

Entendi Senhor Guardião, naquele dia, que o perdão que eu penso que concedo ao outro é a mim mesma que eu concedo. Perdoando o outro daquilo que me faz hoje eu perdoo a mim mesma pelo que fui capaz de fazer aos meus irmãos em tempos remotos, dos quais não me lembro mais...

Possa eu carregar essa chave por longos dias.
E possa eu contar essa história a outras pessoas, para que possam refletir sobre a sabedoria que encerram as palavras do Senhor Exu da Capa Preta.
Salve o Senhor e a sua banda!
Laroyê Exu!

Autoria Desconhecida


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27/10/2019

O Verdadeiro Médium Umbandista

O verdadeiro médium umbandista, não deixa de ser umbandista quando os atabaques do Terreiro silenciam. Ele continua vivenciando sua religião mesmo fora do templo sagrado. Pois sabe que é aqui fora que se deve pôr em prática todo o ensinamento dados pelos Guias na sessão.

O verdadeiro médium umbandista é aquele que se orgulha de sua religião. É aquele que não teme assumi-la publicamente ou ajudar aquele que precisa.

É aquele médium interessado, que sempre busca aprender mais, questionar mais, buscando compreender melhor como funciona sua religião e a espiritualidade.

O verdadeiro médium umbandista tem amor à sua casa religiosa. E isso porque entende que é nesse solo sagrado que seus Orixás e seus Guias se manifestam. Além disso é uma escola onde desenvolve sua mediunidade e aperfeiçoa sua moral. Busca auxiliá-la em tudo que precisa, tem zelo, tem capricho.

O verdadeiro médium umbandista programa sua vida incluindo os dias de trabalho, para que nenhum evento ocorra nesse dia. Pois trata-se de um dia sagrado. E quando chega o dia, o umbandista verdadeiro, desde o momento em que acorda, já está em sintonia com o astral superior. Isso porque sabe que os irmãos espirituais já estão agindo em seu Templo e em sua matéria. Precisa estar bem para socorrer aqueles que lá estarão precisando de auxílio.

O verdadeiro médium umbandista realmente acredita naquilo que professa. Sabe que a espiritualidade está em todos os lugares e tudo que faz é com fé e amor. Pois tem a certeza que os espíritos estão ali e irão, de alguma forma, auxiliá-lo, mesmo não sendo da maneira que ele esperava.

Não se desespera com as provações, com os contratempos, com as peripécias da vida, pois sabe que é nos momentos difíceis que realmente somos lapidados.

O verdadeiro médium umbandista precisa de firmeza interior. Sabe que alcançará através da humildade, do exercício do amor ao próximo e da caridade prestada sem pedir ou esperar nada em troca.

O verdadeiro médium umbandista sabe que a vaidade é porta escancarada para a entrada de espíritos trevosos que visam nos desviar do caminho.

Sabe também que não é o ingresso ou a permanência num Terreiro de Umbanda que fará com que sua vida “ande pra frente”. Ou que todos os problemas materiais se resolverão. Sabe que o mais importante é a conduta moral o seu desejo de evoluir.

O verdadeiro médium umbandista sabe que preceitos e oferendas não substituem a conduta moral correta. E muito menos a honestidade de propósitos, caridade e humildade!

Não há banho, trabalho, preparo, despacho, oferenda, amaci, que substitua um coração nobre, caridoso, honesto e sincero!

Raphael PH Alves




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14/10/2019

Melhorando a Sintonia com o Guia

Como melhorar a sintonia com meu guia e mentor?

Muitos médiuns me perguntam o que podem fazer para aumentar sua sintonia espiritual, como podem ajudar nos seus acoplamentos e assim por diante.

Quando ocorre o acoplamento espiritual de fato, o espírito do médium une-se com o espírito do seu guia, ele está ali, mas quem está atuando é o guia, tornando-se uma terceira energia. Algo notado e bem comum nos terreiros, podemos ver 3 falangeiros com o mesmo nome, trabalhando numa mesma gira, mas nunca serão idênticos e nem os mesmos espíritos atuando, devido ao fato deste processo de acoplamento espiritual, poderão até ter características e estereótipos afins devido a falange, mas sempre terão algo diferente que os distingue, porque muitas vezes um espírito vem com uma outra vibração. Ex. um caboclo de Oxossi, pode vir numa vibração de Ogum, então poderemos ver uma Cabocla Jacira na vibração de Oxum e outra na de Ogum, o que daria em seus estereótipos alguns pontos específicos de cada entidade, mas ambas trabalhando na chamada da Linha de Oxossi. Cada guia tem sua personalidade.

Vamos lá, responda a essa questão:

Quando você médium vai receber alguém especial em sua casa, o que primeiramente te passa na cabeça? Provavelmente você pensaria em lhe receber da melhor forma possível, com um sorriso, boa comida, a casa limpinha, com conforto, uma boa música tudo que pudesse lhe proporcionar conforto. Pois bem, está ai o primeiro passo, vamos manter a casa (O CORPO) em ordem, tirar as sujeitas, deixar tudo perfumado e bonito.

*Para você médium é imprescindível manter a matéria limpa, com seus banhos de descarrego, banhos que harmonizam os chakras, tudo em dia, para que o seu corpo esteja purificado, energizado, limpo, para que aquele espírito quando vier se sinta familiarizado, se sinta em casa, confortável entre amigos, que tenha a mesma sintonia energética que você. Os nossos chakras quando harmonizados agem como verdadeiros faróis que guiam os espíritos até você.

Só uma observação importante a sintonia do astral superior não desce até a nossa, lembre-se como uma estação de rádio nós é que temos que nos sintonizar a deles. Temos que estar o máximo afinados. Nesse aspecto as intenções e pensamentos devem estar de acordo com os objetivos da egregora da corrente astral.

Para isso o médium tem que se vigiar quanto a posturas durante aquele dia, ter tomado seu banho de ervas, firmado seu anjo da guarda. Lembrem-se vocês são os anfitriões os bons modos diz: RECEBAM DA MELHOR FORMA, A CASA É SUA.

Nossos guias muitas vezes já estão a nos vigiar muito antes da hora da gira, eles sabem de suas tarefas e responsabilidades, na realidade quem as negligência muitas vezes somos nós os médiuns. Por isso atenção.

Imaginem você entrando como visitante numa casa toda suja, impregnada de gente mal educada, grosseira, como você se sentiria? Muito mal, não é mesmo? os guias também, a grande diferença, o que não é bom para um pode ser de gosto e arregalo da vida para outros, e assim são os espíritos negativos que se alimentam e vampirizam e gostam dessa baderna toda. Entram sentam, puxam uma cadeira, e bora tomar um gorozinho, comer uma carne, tudo de boas, as custas do tolo anfitrião que abriu a casa para a malandragem. O pobre médium se torna ai um marionete nas mãos de espíritos negativos e zombadores.

Mas um dia o dono da casa, pode se cansar de toda aquela farra, que está lhe desgastando, lhe trazendo prejuízos e buscar ajuda. E nesses casos nada melhor que a polícia do astral para solucionar e tirar esses abusados da casa. Os guias e mentores eles enfrentam, mas eles muitas vezes esperam o chamado, esperam o grito de socorro verdadeiro, sincero, está ali a redenção. Mas como todos bons emergentes sabem puxar a orelha quando preciso, porque os filhos tem que se conscientizar de suas responsabilidades, além do mais lidar com o espiritualidade nunca foi fácil e nem brincadeira.

A sintonia com seu guia, começa dias antes do momento da gira, os guias e mentores ficam atentos a posturas, comportamentos, pensamentos e tudo ali está sendo pesado cuidadosamente para ser avaliado como aquele médium irá chegar no dia do trabalho e até que ponto ele está absorvendo as lições dadas pelos seus mentores. Muitas vezes quando enxergam o pupilo meio desajustado, desequilibrado, utilizam por sinais, intuições, tipo:

“…oh fulano não esqueça vá tomar seu banho de descarrego/defesa..”

“…oh tal atitude não é legal falta poucas horas para o trabalho, é bom maneirar ai na bebida, na paquera, etc…”.

Avisos esses vindos muitas vezes pelas bocas de outras pessoas que são intuídas para isso. Mas muitas vezes o médium simplesmente não quer entender, não quer ouvir, ele quer bagunçar, irresponsavelmente vai todo desgrenhado e sujo para a gira, e chegando lá o resultado não tinha como ser diferente algo deu errado, e os colegas de trupe apareceram. Observem como poderia ter sido evitado caso aquele médium tivesse feito seus cuidados com esmero. Muito poderia ser resguardado, inclusive toda harmonia e segurança espiritual da casa, que em certos ataques pode ficar comprometida.

É amigos, água mole em pedra dura, tanto bate até que fura.

Mas não é só isso, não adianta o médium chegar no terreiro impecável, se chegando na casa religiosa, colocar tudo a perder, com más posturas, como falação, fofocas, intrigas, invejas, ciúmes, querendo escolher a vítima do dia para puxar o tapete.

O famoso cobra engolindo cobra.

Pode ter certeza coisa boa também não irá se sintonizar. O médium quando chega no terreiro deveria se resguardar, falar pouco, se preparar em silêncio, e ir se preparando para quando o convidado especial chegar, tudo esteja a seu gosto e preferência. Mas não é isso que acontece, é um que fala da vida do irmão, é outra que fica comentando da roupa da irmã porque é nova e a dela é velha, é o ciúme que não permite ver novos irmãos e irmãs no santo com bons olhos. Novamente o que tinha ido bem, caiu em frangalhos. Percebem como é minucioso, pois é não é fácil, mas é simples, basta cada um cuidar do seu. Observem que não é fácil manter uma gira equilibrada, quando vemos nos bastidores parece tudo fácil mas não é. Assumir a responsabilidade e o papel nesse consenso é de suma importância, tanto para os médiuns quanto para os dirigentes.

Terreiro é família é elo é corrente, um elo está fraco?

Se não consertado ele estoura a corrente. Pensemos.

Numa família um ajuda o outro, um se responsabiliza em amparar o outro. Pelo menos deveria ser assim.

Tem médiuns que quando chegam em ordem, começam a se preocupar com consciência, quando vou chegar na semi-inconsciência, quando vou ficar inconsciente será que vai demorar, trava uma verdadeira batalha, mas de fato muitas vezes é puro ego é para provar alguma coisa para o irmão do lado do que por cuidado e esmero. Tem médium que é tão inseguro que ele força a barra, ele quer ficar, chegar na tal inconsciência que ele coloca na cabeça, trejeitos tipo: não vou abrir os olhos porque se eu olhar para o meu irmão vou ficar com medo dele achar que não estou com guia, outros travam tudo não saem do lugar, outros colocam os pés pelas mãos, estes é algo sério, porque correm o risco de tão anímicos provocarem uma mistificação, e ai a coisa se complica, porque além de serem vítimas de sua própria precipitação passa a ser joguete fácil na mão de espíritos mistificadores. Por isso moderação e disciplina.

Médiuns esqueçam um pouco ok, essa coisa de consciência ou não, como numa escola deixem-se passar por etapas, sem querer passar de ano, sem ter aprendido no mínimo o ABC.

Caros médiuns não se cobrem tanto, parem de achar que tem que provar algo para alguém, você tem que provar para você mesmo, ali é você e seu guia, uma parceria, como se fosse um namoro, tem que ter confiança, entregue-se a essa segunda energia, e deixe-se levar pela terceira que se torna. O bom médium é aquele que se torna um instrumento afinado e se deixa tocar pelo músico experiente. Lembrando que como um instrumento tem afinação para sair uma boa música o médium carece de doutrina.

Muita oração, muito ouvido atento e observação, sem pressa, quem tem pressa como cru, e no que condiz a mediunidade come sangrando e dá uma baita dor de barriga. E na duvida sempre pergunte, o melhor médium é aquele que veste a camisa do mandato que lhe foi confiado e busca.

Entendam a consciência é como um carro (corpo), você é o passageiro e o guia o motorista Ok?

Vocês saem para uma viagem bem agradável, que poderá ocorrer 3 percursos:

O primeiro: Você está ligado em tudo, olhando em tudo, mas o nosso motorista (guia), está ali te acompanhando e tomando conta da estrada. Neste estágio: Você está CONSCIENTE.

No segundo: Depois de horas de viagem, aquela agitação do começo cede lugar para uma canseira gostosa, e você em alguns momentos cochila e em outros acorda. Nesse estágio: Você está SEMI-INCONSCIENTE.

No terceiro: Você com plena confiança no motorista, você adormece tranquilamente, porque sabe que logo chegara e o motorista é bom e você confia plenamente nele no volante.

Mas nunca tente tomar o volante da mão dele, ele é habilitado você não.

Mas observem em todos os estágios o guia estava ali presente.

Médium consulte seu dirigente ele saberá orientar com mais primor as ervas adequadas para seu aprimoramento de acordo com a raiz e tradição de sua casa. E vai chegar o tempo que você irá descobrir maneiras de melhorar sua canalização, com estudo, comprometimento, ao ponto delas se tornarem tão partes de você que não terá mais dificuldades, tudo será natural.

Na frente só a meta e a missão a ser cumprida – DA FÉ, DO AMOR E DA CARIDADE.

Lembrem-se médiuns muita calma, cada médium tem seu tempo para seu despertar consciencial, e quanto mais aconteça melhor será, mediunidade não deve ser forçada. Respeite seus dons, cada um nessa seara linda que chama Umbanda é uma flor única.

Axé.

Cristina Alves




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