24 de setembro de 2018

Textual description of firstImageUrl

Homenagem aos Ibejis 2018

Homenagem aos Ibejis 2018

Homenagem aos Ibejis 2018

Homenagem aos Ibejis 2018

Homenagem aos Ibejis 2018

Homenagem aos Ibejis 2018

Gira festiva em homenagem aos Ibejis na sede da Tulca, em 22/09/18. Gratidão a todos por somar a alegria conosco! Que os Ibejis direcionem os vossos caminhos com leveza e muita luz! 

Saravá Ibejis! Onibejada!






Leia mais

17 de setembro de 2018

Textual description of firstImageUrl

Homenagem aos Mestres 2018

Homenagem aos Mestres 2018

Homenagem aos Mestres 2018

Homenagem aos Mestres 2018

Homenagem aos Mestres 2018

Homenagem aos Mestres 2018

Gira festiva em homenagem aos Mestres Juremeiros, em 15/09/18, na sede da Tulca. Gratidão a todos pela presença! Que a firmeza e alegria dos Mestres da Jurema ilumine os vossos caminhos. Sobonirê!







Leia mais

14 de setembro de 2018

Textual description of firstImageUrl

Quantos Filhos Sua Casa Tem?

Quantos Filhos Sua Casa Tem?

Um dia um jornalista ao entrevistar uma Mãe de santo, perguntou:

Quantos filhos sua casa tem?

A senhora não lhe respondeu como ele esperava, disse que ele deveria acompanhar as atividades do terreiro na próxima semana que ele teria a resposta.

E assim foi no sábado pouco antes de se iniciarem os trabalhos lá estava ele sentado na assistência observando tudo. Viu que havia mais os menos 40 médiuns, quase todos estavam na corrente, prontos para a gira, e aproveitavam estes momentos que antecediam o inicio dos trabalhos para mostrarem uns aos outros suas roupas novas, ou pra colocar algum assunto em dia.

Mas notou também que um grupo de cinco médiuns estava em plena atividade arrumando as coisas para o inicio dos trabalhos.

O trabalho foi muito bonito e alegre, quando terminou viu que a grande maioria dos médiuns se apressa em se retirar, uns por que queriam chegar logo em casa, outros por terem algum compromisso. Notou mais uma vez que aqueles mesmos cinco médiuns que antes do inicio arrumavam as coisas, agora eram os que começavam a limpar e organizar o terreiro depois dos trabalhos.

Na segunda feira haveria um momento de estudos no terreiro e ele foi convidado, ao chegar ao local, chovia muito e viu que menos da metade da corrente se fazia presente, novamente notou que aqueles cinco estavam lá.

Na quinta-feira haveria um trabalho na linha do Oriente, e também passaria na TV um jogo da seleção, novamente bem menos da metade da corrente compareceu, mas aqueles cinco estavam entre eles.

No sábado novamente estava sentado na assistência e novamente repetiu-se o que havia acontecido na semana anterior, os cinco médiuns fazendo os últimos preparativos para o inicio dos trabalhos, e também começaram a limpeza assim que estes se encerraram, e foi no término dos trabalhos que foi chamado pela Mãe de Santo, que lhe perguntou:
Você conseguiu descobrir quantos filhos tem em nossa casa?

Contei 43 minha mãe – respondeu.

Não, filhos verdadeiros tenho cinco. São aqueles que estavam presentes em todas as atividades da casa.

E os outros?

Os outros são como se fossem “sobrinhos” de quem gosto muito e que também gostam da casa, mas só visitam a “tia” se não houver nenhum atrapalho ou programa “melhor”, e mesmo vindo muitas vezes ficam contando os minutos para acabar os trabalhos.

O rapaz muito sério perguntou:

E por que a senhora não impõe regras para mudar isto?

Meu filho a Umbanda não pode ser imposta a ninguém, tem de ser praticado com entrega, o amor à religião não pode ser uma obrigação, ele deve nascer no coração de cada um, e o mais importante a Umbanda respeita o livre-arbítrio de todos os seres…

E nós, somos “filhos” ou “sobrinhos” de Umbanda?

Somos Umbandistas em todos os momentos de nossa vida, ou somos Umbandistas somente uma vez por semana durante os trabalhos no terreiro.

Marco Boeing 






Leia mais

10 de setembro de 2018

Textual description of firstImageUrl

Porta da Frente ou Porta dos Fundos?

Porta da Frente ou Porta dos Fundos?

O movimento de entrada e saída de médiuns do templo é algo comum e natural em todas as Casas Sagradas. Cada terreiro tem seus procedimentos e regras para aceitar novos filhos. Em alguns, basta manifestar a vontade e o sacerdote já deixa entrar na corrente mediúnica. Em outros, é preciso estagiar num grupo prático de desenvolvimento em dias específicos. Ainda há aqueles em que o aspirante a corpo mediúnico passa por um período preparatório mais longo, que inclui a discussão de temas sobre mediunidade e (con)vivência dentro do terreiro e exercícios práticos de incorporação.

Apesar dos procedimentos diferentes, na hora de buscar um novo terreiro, os motivos são basicamente os mesmos: descontrole mediúnico, vontade de desenvolver a mediunidade, ou dar continuidade ao trabalho espiritual já iniciado.

Não importa o que trouxe o médium à nova Casa, o comportamento dos iniciantes é sempre igual: alegria, contentamento, satisfação, gratidão e empolgação pela nova jornada que se inicia.

Porém, é importantíssimo que, antes de iniciar qualquer projeto em nossas vidas, saibamos terminar o anterior - as entradas são triunfais, mas e as saídas???

Como sacerdotisa, o que não quero para mim, não desejo para o outro. Quando alguém manifesta o desejo de participar do Templo, a primeira orientação é para se desligar do terreiro anterior que participava de forma direta, decente e respeitosa.

Na hora de entrar, tudo são flores; mas a convivência errada dentro do terreiro gera conflito, atrito, ciúme, briga, inveja, descontentamento, frustração e raiva... ocasionando saídas feias e desagradáveis!

Há uma ligação espiritual entre você e seu sacerdote, ele assumiu um compromisso perante os Pais e Mães Orixás de conduzir e amparar sua Coroa enquanto você pertencer à Casa dele. Dê uma satisfação formal sobre seu desligamento e desvincule-se energética e espiritualmente do Templo/sacerdote que já não satisfaz mais suas necessidades religiosas.

Ao desligar-se, tenha uma atitude ética: seja honesto e diga a verdade para seu sacerdote! Dê a oportunidade dele repensar a organização e estrutura Casa (e até mesmo seu próprio comportamento) se for procedente sua reclamação.

Não desapareça! Não mande recado por bilhete, e-mail, torpedo ou facebook, avisando que vai sair. Vá pessoalmente, pois foi pessoalmente, olho no olho, que você pediu para entrar.

E não tenha medo de possíveis demandas desse sacerdote - boa parte desse medo é infundado, pois dirigir um Templo ocupa muito tempo e energia de um líder espiritual para ele desgastar-se com alguém descontente com seu solo sagrado.

Mas claro que há, infelizmente, sacerdotes que enxergam a posse de sua "prole" e não permitem uma saída tranquila. Esse apego aos filhos da Casa (ou ao que eles podem proporcionar materialmente) é uma degeneração da liderança religiosa que devia entender e aceitar que esse movimento de saída é natural.

Para esses casos, tenha certeza que seu novo sacerdote irá lhe amparar e proteger espiritualmente.

O fundamental é você fazer a sua parte e sair limpo e de cabeça erguida pela porta da frente - que foi por onde você entrou!

Fabiana Carvalho
Fonte: Jornal de Umbanda Sagrada




Leia mais
Textual description of firstImageUrl

As Entidades Que Atuam Nas Linhas de Umbanda

As Entidades Que Atuam Nas Linhas de Umbanda

As entidades que atuam na Umbanda não são apenas de uma raça ou religião. Vêm de todos os lugares da Terra e trazem consigo os seus últimos ensinamentos religiosos, porém já purificados dos tabus criados pelos encarnados.

A Umbanda é uma religião aberta a todos os espíritos, tanto encarnados quanto desencarnados. Para ela afluem milhões de espíritos de todo o planeta, oriundos das mais diversas religiões e rituais místicos, mesmo de religiões já extintas, tal como a caldeia, a sumeriana, a persa, a grega, as religiões europeias, caucasianas e asiáticas.

O Ritual Africano entrou com as suas linhas de forças atuantes, e os ameríndios, tais como os índios brasileiros, os incas, os astecas e maias, os norte-americanos, entraram por terem sido extintos, ou por estarem em fase de extinção e não quererem deixar perder o saber acumulado nos milênios em que viveram em contato com a Natureza.

Cada um entra com o seu saber, poder e magia, mas todos seguem as mesmas ordens de trabalho. Podem sofrer pequenas variações, mas a essência permanece a mesma. A variante que se adaptar melhor irá predominar no futuro. Por ser um ritual de ação positiva sobre a humanidade, atrai milhões de espíritos sedentos de ação em benefício dos semelhantes. Milhões deles já foram doutrinados e anseiam por uma oportunidade de comunicação oracular com o nosso plano. Todos têm algo a nos ensinar e falta-lhes apenas a oportunidade.

Não se incomodam em se manifestar em templos humildes ou cômodos pequenos. À beira-mar, nas matas, nas cachoeiras, ou mesmo numa reunião familiar.

Estão sempre dispostos a nos ouvir e ensinar. Sempre solícitos e pacientes, não se incomodam com a nossa ignorância a respeito dos mistérios sagrados.

Têm um saber muito grande, mas conseguem se comunicar de uma forma simples. Têm o saber que nos falta e a paciência com os nossos erros que os encarnados não têm. São maravilhosos pela simplicidade que nos passam.

Cada grupo de espíritos que acompanha um médium cuida de um grupo de pessoas, auxiliando-as na medida do possível e do permitido pela Lei. Se um grupo de espíritos está em dificuldades, outros ocorrem em seu auxílio, até que vençam as dificuldades.

Sofrem quando veem seus mediadores cometerem erros que atrasam suas evoluções. Choram com nossas provações e sorriem com nossa alegria. Festejam nossas vitórias e amargam nossas derrotas. Pulsam, como nós, por uma rápida aproximação com o Criador.

Ficam felizes quando os médiuns, chamados pela Lei, vêm ao encontro do dom de incorporação, e se sentem derrotados quando alguns, por ignorância, os repelem. Vibram ao redor dos que vencem os obstáculos impostos pela Lei Imutável do Criador.

Quando damos provas de que estamos aptos, formam uma grande falange de trabalho ao nosso redor. Quanta grandeza na humildade dos servidores invisíveis da Luz e da Lei!

Não há distinção de raça, origem religiosa ou cor. Branco ou negro, feio ou bonito, inexistem para eles. Estes são atributos materiais que não importam. O que interessa é a beleza da alma, é o valor do caráter, é o dom puro da simplicidade. Amam a todos e sabem que a carne é somente um veículo transitório para o espírito eterno. Tudo isso os torna queridos e respeitáveis.

Eles não pregam a intolerância religiosa, mas, sim, o amor a todos como criação do mesmo Pai. Não existem dois deuses, apenas Um, e Ele é tolerante com nossa ignorância a respeito dos Seus desígnios e mistérios.

Por tudo isso que a Umbanda já deixou de ser uma seita e é uma religião. Porém, por ordem da Lei, ela é mantida dentro de uma linha de expansão horizontal, tudo sob a direção dos espíritos que se manifestam em seu ritual através do dom ancestral místico de incorporação oracular.

Fonte: As Sete Linhas de Umbanda – Rubens Saraceni – editora Madras






Leia mais
Topo