Junho 2013 - Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca

26 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Quanta Ignorância do Saber , Umbanda ,

Quanta Ignorância do Saber

Quanta Ignorância do Saber


“- Ah! Como é bom frequentar um terreiro!
- Nossa! Quanto conhecimento os Dirigentes do Centro têm, que maravilha e que grande oportunidade de estudo e evolução espiritual.
- Nunca mais sairei deste lugar … aqui é minha Casa … me encontrei! ”
E na primeira advertência…
“- Está vendo, estou sendo perseguido, me passa seu telefone para conversarmos melhor…”

E assim se dá o início de uma grande fofoca, mostrando o lado ignorante do Ser, que acarretará em “ataques”, desequilíbrios e com certeza o afastamento desses médiuns da Casa. É a MALDADE mascarada de amor, de boa intenção, de incompreensão e de vitimismo. Logo em seguida vem o julgamento, a vaidade, a prepotência, a falta de lealdade e de coragem de tratar de seus questionamentos com aqueles que lhe ergueram, ajudaram e ampararam. Momento em que esquecem de tudo e de todos, do carinho, da atenção, do cuidado, do tratamento, dos ensinamentos, das anulações negativas que envolviam as suas vidas, das portas que lhes foram abertas e até mesmo aquilo que recebeu da Espiritualidade através de um trabalho sério executado por seus Dirigentes, pelos Orixás e Guias Espirituais que sustentam aquela Casa.

Naturalmente a energia torna-se intensamente negativa, o elo da corrente começa a se quebrar e apesar dos Dirigentes sempre serem os últimos a saber, afinal não têm bolas de cristal, a Lei Divina existe e é onipresente. Os Caboclos, Pretos Velhos e Exus, como grandes Espíritos de Luz que são, começam a avisar e a intuir os Dirigentes da Casa e chegam até a afastar as Entidades de Luz dos tais médiuns começando a permitir que os ‘quiumbas’ tomem conta dele, é a “Lei da Afinidade”. E aí começa aflorar o lado obscuro de tais médiuns e percebemos o que é a ignorância do saber. A vaidade começa a se sobrepor e nesse momento o médium julga-se o “mais sabido” do Terreiro, acreditando que tem um “Grau” acima, como se tudo isso fosse um grande picadeiro de artistas e palhaços que precisam de aplausos para poder praticar uma boa ação, incapaz de realizar qualquer outro tipo de tarefa dentro da grandeza que é o trabalho espiritual e de caridade.

“– Eu, Cambonar?!? Não! Então peço licença … “ Isso é o que os Dirigentes ouvem por tentar preservar o tal médium que está em total desequilíbrio, por saberem da responsabilidade que é ter uma Casa cheia de consulentes que vêm em busca de ajuda e por conhecerem um pouco sobre o plano astral inferior. Chegamos à conclusão de que tudo que lhe foi ensinado só serviu para bajulações e subordinações no momento de interesses próprios. Que adianta ter pilhas de livros e anos de estudos para aprender a contar mentiras, ser egoísta, vaidoso e prepotente? Ser assíduo nos trabalhos espirituais não serve para nada se o médium não for leal e verdadeiro consigo mesmo, com os irmãos, com os Dirigentes e principalmente com a Espiritualidade Divina. Espiritualidade essa que ensina o que realmente se tem que aprender, é ela que nos momentos de consultas alheias mostra como se deve ser e agir e nem assim aprendem.

Quanta ingratidão! Que despreza e apedreja hoje quem os beneficiou ontem. Quanta ignorância do saber. Quantos índios julgando-se caciques. Quanta falta de humildade, de verdade, de lealdade e de capacidade de respeitar aquilo que nos é Divino, a ESPIRITUALIDADE. Será que esses médiuns não sabem que são os Orixás os verdadeiros donos do Terreiro? Será que não sabem que os Dirigentes são preparados por anos para agirem somente como instrumento dos Orixás, e que por isso são intuídos 24 horas por dia de como devem proceder? Será que não sabem que podem mentir e enganar o quanto quiser os Dirigentes, mas nunca a Espiritualidade? Será que não sabem que a Espiritualidade é sábia e nada passa despercebido por Ela?

Fica aqui minha indignação!

A todos de boa fé, Aranauam, Salve, Axé, Motumbá, Maná, Mucuiú e Saravá.

Mônica Caraccio






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24 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Salve o dia 24 de Junho! Kaô Kabecile Xangô! , Orixás na Umbanda ,

Salve o dia 24 de Junho! Kaô Kabecile Xangô!



xangô umbanda


JUSTIÇA E EQUILIBRIO

A justiça é a virtude de dar a cada um aquilo que é de seu merecimento. Deus é justo e gera tudo com equilíbrio. No sentido da justiça todos nós temos os mecanismos mentais necessários para desenvolvermos condutas equilibradas e adquirirmos posturas pessoais sensatas e racionais, anulando nossa emotividade e nosso instinto primitivo. Para isso, somos dotados de livre-arbítrio, quando encarnados.

A qualidade da Justiça Divina, equilibradora, é manifestada pelo orixá Xangô, que purifica nossos sentimentos com sua irradiação incandescente, abrasadora e consumidora das emotividades. Xangô é a força coesiva que dá sustentação a tudo. Ele está na Natureza como o próprio equilíbrio, tanto na estrutura de um átomo quanto no Universo e em tudo que nele existe.

Quem absorve a qualidade de pai Xangô, torna-se racional, ajuizado, ótimo equilibrador do seu meio e dos que vivem a sua volta. A escolha racional nos leva ao equilíbrio da alma, pelo conhecimento da lei que nos rege e nos diz o que é certo e o que é errado na vida. Essa Lei não é cega nem falível, pois se ensinarmos errado, seremos colhidos por ela, que exige muito de quem conhece os mistérios da razão. Mas, se trilharmos no equilíbrio da Lei, iremos adquirir uma Fé inabalável no que fazemos e no que falamos e nada será feito ou dito em vão; tudo terá sua razão de ser. È isso que faz com que aqueles que já adquiriram o seu equilíbrio e se tornaram conhecedores da Lei sacrifiquem-se em benefício dos semelhantes, sem nada esperar em troca. Tudo se resume em servir a sua família, ao seu círculo familiar, à sua comunidade, tanto civil quanto religiosa, a servir a Deus.

Quanto às pessoas instintivas, não desenvolveram os sensos de Justiça e a vida delas se resume a uma permanente busca de satisfação pessoal, mesmo que à custa dos semelhantes. Uma pessoa instintiva costuma procurar essa satisfação em todos os sentidos da vida e tudo tem de ser para ela e por ela, senão se sentirá preterida ou injustiçada e torna-se intolerante e mesquinha.

A emotividade não suporta nenhum tipo de contrariedade, levando-nos a ver qualquer ação refreadora como ofensa pessoal, por isso deve ser contida pelo sentido equilibrador da Justiça. Assim, não nos tornamos pessoas que se sentem injustiçadas pelos semelhantes, inferiorizadas, abandonadas, traídas e menosprezadas. Nossa emotividade e nosso instinto primitivo devem ser transmutados lentamente em senso, em razão e equilíbrio, senão nos tornamos egoístas, possessivos, vingativos, intransigentes e intolerantes com nossos semelhantes e conosco.

Quando se torna um equilibrador de seus semelhantes é porque descobriu o sentido da vida.

Que Pai Xangô nos equilibre a todos!

Salve nosso Pai Xangô!

Autor desconhecido


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19 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Livro "Teoria da Mediunidade" , Livros de Umbanda ,

Livro "Teoria da Mediunidade"

Livro "Teoria da Mediunidade"


Indicamos uma excelente opção de leitura, para o aprofundamento do estudo da mediunidade:

Teoria da Mediunidade - 1a edição
Zalmino Zimmermann


Teoria da Mediunidade

A mediunidade é uma faculdade psíquica inerente a todo ser humano.
Com registros desde os tempos mais remotos, suas manifestações receberam, no decorrer dos séculos, interpretações as mais estranhas, com os médiuns mais visíveis sendo, ora venerados e santificados, ora perseguidos e martirizados.
Com o advento do Espiritismo, o fenômeno mediúnico passou a ser racionalmente estudado e compreendido e, embora persistam em pleno século XXI, muitos bolsões de ignorância a seu respeito, os avanços atuais colocam a mediunologia entre os conhecimentos mais nobres sobre a natureza do ser humano.
Nestas páginas, o Autor cataloga e analisa as aptidões básicas e as dezenas de tipos de ocorrências mediúnicas que facultam, de modo a surpreender, até, assíduos leitores dos textos espíritas.
Trata-se, pois, uma obra de estudo e meditação, destinada, sem dúvida, a enriquecer a literatura espírita.
Certamente, como já ocorre com as demais obras do Autor – Perispírito, Descobrindo o Espiritismo e Espiritismo, Século XXI –, de repercussão nos meios espírita e não-espírita, também esta contribuirá para uma mais ampla compreensão da Doutrina Espírita.
Edição de luxo com padrão internacional. Capa dura em percalux com sobrecapa. Com índices bibliográfico, remissivo e de ilustrações.





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18 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Tenham Calma, Filhos! - Por Pai Tomé , Linhas de Trabalho na Umbanda ,

Tenham Calma, Filhos! - Por Pai Tomé

pai tomé umbanda


TENHAM CALMA, FILHOS!



Salve os filhos da Terra, essa bolinha azulzinha que a gente põe na palma de nossa mão…

Pai Tomé vem falar com os filhos atormentados hoje, já que muita gente lembrou de nós… e velho deseja agradecer falando um pouco sobre a fé e sobre a importância de se ter calma e controle das emoções.

Tem hora que os filhos parecem não suportar mais algumas dificuldades do dia a dia da vida de todo esse povo da Terra.

Fica uma mistura de medo com cansaço, de dúvida com desespero, de vazio no peito e dores no corpo e na alma.

Às vezes parece que o dinheiro não vai mais chegar, que a saúde não vai mais voltar e que a alegria nunca mais vai brotar no coração.

Todos vocês são iguais, filhos… Essas emoções passam por todos porque estão no mesmo barco…o barco da evolução.

É duro estar aí…

É difícil vencer desafios por vezes gigantescos…

É difícil sentir falta de amparo, de alento, de amor, de amizade…

Mas vai valer à pena, filhos !

O trabalho diário também consome a força de todos e a lágrima tem caído fácil nos vosso rosto dos filhos…

Sentem falta de compreensão e de sintonia de quem não reza na mesma cartilha… e isso aborrece os filhos… isso cala a alma e os filhos ficam iguaiszinhos a uns robozinhos que se liga e desliga na hora que é preciso…

Sentem falta de afeto… aquele afeto de ficar horas conversando a mesma língua e sobre os mesmos ideais…

Tem dias que os filhos dão risada sem parar e é como se isso tivesse que ser a vida inteira… porque aqueles momentos dão sensação de bem estar e alegria… e os filhos nem queriam mais voltar pra casa e para as suas realidades…

Tem as traições dos falsos amigos, ou da esposa ou do marido, do namorado com outro homem ou com sua melhor amiga…

Pai e mãe brigam sem parar, se machucam…. irmãos se agridem… professores ficam irritados e estressados…

Nas ruas tem muito bandido e é tiro a qualquer momento…

A vida parece um caos absoluto, muitas vezes… e vocês ficam atordoados pensando: Quando tudo isso vai acabar ?

Animais sofrem a selvageria dos homens… e as drogas fazem os meninos virarem marginais tão cedo…

Violência, horror nas noites, o tal do bullying… que pra nós é humilhação dos mais sensíveis e covardia dos mais toscos e indiferentes…

Gente de poder tirando a comida das creches…. ( tststs… )

Vai ter o preço pra todos esses, filhos… e os justos, os mansos e pacíficos possuirão a Terra !

E os puros de coração irão até os anjos e verão a face de Oxalá !

Muita dor, não é, filhos ?

Terremotos, tempestades, furacões, ondas avassaladoras…

Pensam no que pode acontecer daqui para frente com suas vidas, seus parentes, suas casas, suas vidas…

Tomam calmantes… choram…

Nem os filmes ou músicas têm suprido a necessidade de paz e de realização.

É raro vermos filhos totalmente bem… é raro..

Sempre há algum problema… uma dor física, uma dor moral, uma expectativa, ansiedades, ilusões, frustrações…

Esse velho veio hoje para dizer para os filhos que tenham calma dentro do coração…

Fiquem calmos !

Podem atravessar tudo isso com equilíbrio, fé e serenidade.

Sei que às vezes não dá, né, filhos? Mas vocês tem que chorar um pouco e logo mais dizer:

- Pronto ! Agora chega ! Já chorei muito e agora vou lá fora respirar, caminhar, olhar o céu ou ligar para alguém que está pior do que eu…

Vou colocar uma música e vou dançar um pouco ou dar uma espiadinha na revista de moda, pras mulheres, ou de futebol pros homens…

Mas isso sem deixar a indiferença tomar conta de seus corações, filhos…

Isso só pra refrescar a cabeça e o lombo cansado…

Mas, logo que mais calmos e retemperados, pensem e façam somente uma coisinha bem simples:

Amem mais todas as pessoas que estão passando pelas mesmas coisinhas ou pelas mesmas coisas grandes que vocês…

Assim como você precisa de um ombro, de uma palavra, de uma trégua, de uma abraço, de um auxílio material, de um perdão, de uma luz no fim do túnel, toda a humanidade também, filhos…

Se a maioria está assustada, perdida, confusa e com medo, junte-se a mais pessoas e façam coisas boas…

Façam preces em conjunto… façam confidências sobre seus vícios e defeitos e procurem soluções…

Façam reuniões alegres, de amor pelas pessoas, sem bebidas e sem drogas…

Inventem formas de transporem os obstáculos e ajudem os outros a conseguirem isso também…

Tudo vai passando devagar…

Todos os milênios foram assim e muito piores…

Todas as eras passaram…

Esse suspense, esse medo, essa dor, essa solidão, essa frustração, filhos… tudo o mais que vocês sentem, vai passar também…

É só usar a técnica da calma.

Tenham calma…

Com calma tudo vai acontecendo … os filhos vão observando e aprendendo… e todos vão chegando no seu patamar de paz e de tranquilidade, e de alívio e recompensa, na hora certinha de Deus !

Deus não vai abandonar nenhum de seus filhos…

Ele sabe que tudo isso é necessário e que no fim todo mundo vai ficar alumiando igual às estrelinhas do céu !

Ele sabe que a dor ensina, corrige, redime e fortalece !

Mas ele manda seus exércitos a todo minuto pra ajudar todos vocês… Ele não fica distraído não…

Nós estamos aqui na Terra também por esse motivo, filhos: Pra os filhos saberem que tem muitos velhos e velhas, antiiiigosssss, muito antigos, que viemos pra cá ajudar os filhos a passarem esse momentos difíceis da vida humana.

Chamem por nós.. .tem muito Pai Velho na Terra só pra dar colo pra todos vocês… ( hehehe…)

Nós que viemos lá da Aruanda, um oásis de paz e de luz…

Esse velho deixa um forte escudo de defesa de Pai Tomé em cada um que ler essas palavrinhas simplesinhas que meu coração de pai e de vô sentiu vontade de ditar nesse dia de nós aqui no Brasil: O dia dos pretos velhos !

Esse escudo eu fiz com o amor que esse velho tem no peito por todos os meus filhos sofridos desse ventre da Mãe Gaia…

Que Oxalá abençoe a todos vocês, filhos !

Não se esqueçam, meus flhos:

- Respirem, confiem e mantenham a calma… muita calma… e muita fé no nosso Pai.

Vai dar tudo certo, meus filhos, tudo certo, muito certo mesmo !

Até um dia…

Saravá, meus filhos !

Salve nosso Pai Oxalá !


Pai Tomé das Almas
Canalizado por Rosane Amantéa
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14 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , O Médium de Cura , A Cura , Estudos da Doutrina Espírita , Mediunidade ,

O Médium de Cura

O Médium de Cura

O MÉDIUM DE CURA (Ramatis-Mediunidade de cura Ercilio Maes-ED Conhecimento)




Quais suas particularidades e recursos?

Allan Kardec no Livro dos Médiuns, 2.ª parte, cap. XVI, item 189, registra: “Médiuns curadores – Os que têm o poder de curar ou de aliviar os males pela imposição das mãos ou pela prece. Freqüentemente não é mais do que a exaltação da potência magnética, fortalecida em caso de necessidade pelo concurso dos Espíritos bons”.

PARTICULARIDADES e RECURSOS:

A mediunidade de cura ocorre, basicamente, pela doação de fluido, dirigida por um espírito, com resultados mais ou menos rápidos, dependendo da capacidade do médium e do merecimento do paciente.

Fluido: O que distingue um médium curador Nato, dos demais é a predisposição fluídica especial, que o torna mais eficaz na aplicação do passe.
O médium curador, além do magnetismo próprio, possui a capacidade de captar esses fluidos leves e benignos nas fontes energéticas da natureza.
A qualidade do fluido emitido pelo médium também interfere no resultado do fenômeno. O fluido da pessoa desregrada não atua tanto quanto o de uma pessoa equilibrada. Alimentação sadia e visível progresso moral ampliam significativamente a capacidade do médium curador.

É importante entender que o poder de irradiação e de penetração fluídica do médium curador cresce na medida em que pratique a moral cristã. Com o domínio de forças mais sutis, atinge áreas mais complexas, no corpo e no perispírito do paciente.

Ligação Espiritual: A cura se processa pela emissão do fluido do médium, combinado com a irradiação de um espírito, que o assiste, monitorando e dirigindo o fenômeno.
O médium de cura NATO possui uma ligação energética-mediúnica(carmica), com Espiritos comprometidos na ação curativa com a coletividade . ESPIRITO/MÉDIUM ; ESPIRITO/COLETIVIDADE; MÉDIUM/COLETIVIDADE

A DOR : O médium de cura por vezes é assolado por muitas dores , que num primeiro momento pode cosiderar infundadas,mas a capacidade mediunica de sentir as dores de pessoas que estão no mesmo local onde se encontra , ou de pessoas que procuram atendimento , denota uma caracteristica muitas vezes comum aos curadores, que identificam o local a ser tratado pois sentem em si mesmos as dores e sintomas das enfermidades.

ESPECIALIDADE DA CURA: Na mediunidade de cura , há médiuns que agem mais eficasmente em certas doenças, e em certos orgãos do que em outros.A situação carmica que nos leva a termos esse tipo de mediunidade, muitas vezes delimita por um determinado tempo um endereço fisiológico onde teremos mais facilidade de atuação curadora.

Quanto mais o médium cresce em elevação espiritual, em capacidade moral, na convivência com os bons espíritos, mais essa especialidade se amplia, isto é, mais o médium tem poder de atuar sobre as variadas formas de doenças.

QUALIFICAÇÃO: Há médiuns que por força dos seus cuidados alimentares, por força da sua saúde espiritual, tem um fluido mais apropriado à cura. Os médiuns de vida regrada, alimentação sadia, visível progresso moral tem sua capacidade curadora cada vez mais aumentada.

O MERECIMENTO: Muitas curas podem ocorrer por mérito exclusivo do paciente. Um bom espírito utiliza-se, momentaneamente, do fluido de um médium curador, seja ele quem for, considerando a urgência do atendimento a um doente que precisa de tratamento e tem merecimento.
Porém, nem sempre o médium curador é bem-sucedido. Um doente sem merecimento não obtém a cura, ainda que recorra ao mais eficiente dos médiuns.

O MÉDIUM RECEITISTA: O primeiro age como uma variante da mediunidade psicográfica, atuando como um médico. O médium receitista recomenda, por inspiração dos espíritos, determinada substância, alopática ou homeopática. Quem cura, portanto, não é o médium, mas o remédio.(Implicações legais;legislação;responsabilidade)

• De uma maneira primorosa, Allan Kardec nos situa sobre o assunto: “A cura se opera mediante a substituição de uma molécula malsã por uma molécula sã. O poder curativo , e o êxito da cura depende: da qualidade do fluido magnético animalizado do próprio médium, a vontade do médium na doação de sua força, a influenciação dos espíritos para dirigir e aumentar a força do homem e as intenções, méritos e fé daquele que deseja se curar.

FONTES DE CONSULTA: LIVRO DOS MÉDIUNS ; Revista Estudos Espíritas – Janeiro de 1999 – Edições Léon Denis




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11 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Os Perigos da Mediunidade , Estudos da Doutrina Espírita , Mediunidade ,

Os Perigos da Mediunidade

Os Perigos da Mediunidade


Os perigos e conseqüências da mediunidade mal orientada:


A falta de doutrina e de comprometimento que existe, em muitas casas espiritualistas, coloca em risco a saúde física e psicológica dos médiuns.

Para se ter idéia, há casas que iniciam qualquer pessoa que tenha vontade em trabalhos de desenvolvimento mediúnico de incorporação.

E as pessoas que começam a frequentar os trabalhos, por não terem a menor noção do que é certo ou errado, se submetem.

Na verdade, existem casos em que a mediunidade de incorporação nunca vai se manifestar porque o médium deverá desenvolver outras formas de mediunidade.

Consequentemente, tentando fazer incorporar quem não deve, surgem atrapalhações de toda ordem.

A mediunidade deve ser desenvolvida de forma progressiva e individualizada, e o bom desenvolvimento do corpo mediúnico depende muito da firmeza e da competência do chefe encarnado do grupo e do espírito dirigente dos trabalhos.

Na Terra, a esfera material das diversas formas de religião é conduzida pelos encarnados, o que inclui a organização das casas, a orientação das pessoas e até a redação dos textos que explicam os fenômenos espirituais.

É justamente por se tratar de “coisa de humanos” que a religião muitas vezes é deturpada.

Se os espíritos de luz pudessem atuar sozinhos, várias situações inoportunas deixariam de acontecer.

Mas os trabalhos religiosos na Terra precisam da união do plano físico e do espiritual.

Sem o fluido animal dos médiuns, não é possível para os espíritos atuar em nosso nível vibratório. Daí a grande importância dos médiuns e também da assistência nos trabalhos religiosos.

Quando um dirigente religioso, independente da linha em que trabalhe, se deixa envolver pelo ego, passa a acreditar que é dono-da-verdade e, o que é ainda pior, que é dono das pessoas Sua mente se fecha para as orientações do plano espiritual que deveriam orientar sua conduta, porque sua vontade passa a ser mais importante.

Quando o chefe dos trabalhos “se perde”, os espíritos não compactuam com os erros cometidos, mas respeitam o livre-arbítrio de todos. Ficam à parte, aguardando que a situação se modifique para novamente poderem trabalhar com seus médiuns.

As pessoas não ficam desamparadas, mas os espíritos não compactuam com o ego.

Há trabalhos que, irresponsavelmente, surgem em função da vontade que têm algumas pessoas de dirigirem grupos. Se uma pessoa resolve iniciar uma sessão, a responsabilidade é dela. Os seus protetores não vão puni-la por isso, mas toda a carga que surge em função dos trabalhos vai ser também responsabilidade dela.

Surgem, em função disso, muitas complicações, para quem dirige e para quem é dirigido. Portanto, não bastando atrapalhar a si mesmo, o chefe deverá arcar com as consequências do que provoca para o corpo mediúnico de sua casa.

O mesmo vale para quem decide que vai prestar “atendimentos espirituais” ou outros tipos de “trabalho” relacionados, sem as devidas proteções que só uma casa, com os devidos calços, pode ter.

Toda aplicação do dom mediúnico deve estar sobre a proteção de uma corrente espiritual e de uma chefia realmente capacitada.

Infelizmente, em muitas casas sem boa direção espiritual, exerce-se o hábito de desenvolver a mediunidade em pessoas obsediadas, causando-lhes desequilíbrios ainda piores do que a própria obsessão.

São pessoas que, estando claramente doentes, são levadas a abrirem seus canais de mediunidade, irresponsavelmente, a fim de supostamente se curarem.

A pessoa perturbada chega nos trabalhos e é aconselhada a desenvolver… porque tem mediunidade. Deveria procurar entender o que acontece consigo, através da doutrina, e não sair procurando um lugar para “desenvolver”
Situações como essa, ocorrem devido ao pouco conhecimento doutrinário dos dirigentes das casas e até dos médiuns que dão consultas, acreditando que estão falando pelos espíritos.
A mediunidade perturbada pela obsessão não merece incentivo.

No aspecto patológico, existem aqueles que, por desequilíbrios neurológicos, se comportam como vítimas de processos obsessivos.

Nestes casos, também é inoportuno o desenvolvimento das faculdades mediúnicas.

Mentores espirituais de casas honestas cuidam de tratar desses processos obsessivos até que os fenômenos cessem, e o enfermo, curado, possa retomar suas atividades normais e, quem sabe, desenvolver sua mediunidade.

Tudo está muito bem, se o médium está preparado, saudável e consciente de que desenvolver a mediunidade é o que realmente deseja e de que realmente precisa.

Por outro lado, se a pessoa está desequilibrada, doente, desenvolvendo algo que nem sabe exatamente o que é, possuir um canal aberto será algo muito perigoso.

Em ambos os casos, haverá a possibilidade da comunicação com o mundo dos espíritos, e um médium despreparado não vai saber identificar, nem filtrar, mensagens boas de mensagens oriundas de espíritos obsessores.

Por isso, desenvolver a mediunidade em quem não está preparado permite que as obsessões se manifestam pelo canal mediúnico que foi aberto, ocasionando demências em diferentes graus.

A mediunidade não é causadora da enfermidade ou da loucura. É o seu desenvolvimento indevido que permite que um espírito obsessor dela se utilize para instalar, na mente de sua vítima, a enfermidade mental.

Pensar na mediunidade como causa desses distúrbios seria o mesmo que culpar a porta de uma casa pela entrada do ladrão. A porta foi somente o meio ou a via de acesso utilizada para a realização do furto, por negligência e desatenção do dono da casa.
Precisamos também conhecer a fadiga mediúnica. O exercício da mediunidade provoca perda de fluidos vitais do corpo do médium e tende a esgotar os seus campos energéticos. Por isso os dirigentes capacitados dedicam especial atenção e cuidado para com os médiuns iniciantes.

É comum encontrar médiuns desequilibrados, atuando em grupos espiritualistas, onde incluem-se até mesmo os brandos trabalhos de mesa kardecistas.

Em alguns casos, o descontrole psíquico pode levar o indivíduo à loucura, principalmente no caso das pessoas predispostas ao desequilíbrio.

Convém que o dirigente espiritual esteja atento à conduta dos médiuns, para perceber indícios de anormalidade.

Mediunidade é uma atividade psíquica séria, e a ela só devem se dedicar pessoas que se disponham a ter conduta religiosa, ou seja, uma moral sadia e hábitos disciplinados.

A prática da mediunidade em obsediados é capaz de produzir a loucura.

A irresponsabilidade e incompetência de dirigentes nos critérios de admissão e instrução de seus trabalhadores pode culminar em demência. Basta imaginar a situação em que uma pessoa obsediada é submetida a entidades hipócritas. É fácil imaginar que se estabelecerá um processo de fascinação que pode culminar em demência.

Lembremos que a humildade, a dedicação, a paciência e a renúncia são os caminhos do crescimento mediúnico.

O orgulho e os maus espíritos são seus obstáculos.

A mediunidade, assim como todos os dons, possui dois lados.

Se, por um lado, é fonte de abençoadas alegrias; por outro, pode ser também de profundas decepções.

Mas isso nunca deve ser motivo para que alguém desista de desenvolver a sua mediunidade, de cumprir a sua missão, pois ela é simples e gratificante na vida das pessoas que a abraçam como missão de serviço nas legiões do Grande Pai Oxalá.

Jorge Menezes


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5 de junho de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , A Umbanda que Amo , Umbanda ,

A Umbanda que Amo


A Umbanda que Amo

Embora o Candomblé seja uma religião respeitável, como todas as religiões, a Umbanda é Umbanda, não é Candomblé. Infelizmente, nessa necessidade de fantasias, muitos dirigentes, que se dizem umbandistas, praticam rituais e atos que são do Candomblé. Acham que “ficam mais fortes”…. Quando se vai acordar para a realidade de que a força é interior e não do exterior, a força é de Deus e não de aparatos externos, a força vem do esclarecimento e não da teatralização?

Ao instituir, em 15 de novembro de 1908, e implantar no Plano físico a religião de Umbanda, o Caboclo das Sete Encruzilhadas deixou claro que estava fundando “uma nova religião cuja base é o Evangelho e o Mentor Maior, o Cristo”. Estamos, portanto, diante da função essencial da verdadeira Umbanda: Evangelizar. Isto significa apontar Jesus como “Caminho, Verdade e Vida” e conduzir os seus adeptos à reforma íntima, mudança de valores, pela extinção da ignorância, da superstição e da crendice, fatores de aprisionamento e estagnação no processo evolutivo.

Ser religião é ser instrumento da misericórdia divina para processar a religação do homem com Deus, da criatura com seu Criador. Esta religação se faz pelos caminhos do Evangelho Redentor, cujo âmago de vivência com Jesus, é a vivência verdadeira do Amor. Por isto o mesmo Caboclo definia a Umbanda como “a manifestação do espírito para a caridade (amor)”.

A partir daí o Sr. Caboclo das Sete Encruzilhadas especificou os 05 fundamentos que norteiam a vivência da religião umbandista em seus Templos, Choupanas, Tendas e Terreiros, ou seja, a de “não matar, não cobrar, vestir o branco, evangelizar e utilizar as energias da natureza para o bem”. Não importa o quanto seja respeitável, compreensível e útil os agrupamentos que se digam religiosos que pululam ao nosso redor, mas, baseado no seu fundador, se extrapola a clareza e pureza destes 05 fundamentos, não pode ser considerado Umbanda e, portanto, eu o digo, não se trata da religião que pratico, embora os respeite.

Na Umbanda tem Iniciações mediúnicas, não boris ou deitadas. E essas Iniciações não são festas de vaidade e exteriorizações, mas chamada ao iniciado para a canalização com os valores energéticos espirituais. São momentos ritualísticos internos, sem festas externas e nem “saídas”, apenas apresentação do médium iniciado no ritual do Templo.

No Templo Espiritualista do Cruzeiro da Luz, como exemplo, só permanece quem busca uma religião interior, uma Umbanda simples, uma Casa doutrinária que pratica o que o Caboclo Ventania de Aruanda chama de Umbanda Espírita Cristã.

É Umbanda por que segue a ritualística simples, bela e a doutrina essencial da Umbanda. É Espírita porque essa doutrina simples da Umbanda, para o Cruzeiro da Luz, é explicada e tem como base a doutrina dos Espíritos codificada por Allan Kardec, como instrumento para enxugar tudo aquilo que for fantasioso e desprovido de valor científico e racional. É cristã porque sabemos que Jesus, nosso Divino Oxalá, é o “Caminho, a Verdade e a Vida”(Jo. 14:6) e que “ninguém vai ao Pai senão por mim” (Jo. 14:6)), pois Ele é o Cristo Cósmico, o Tutor responsável pelo Planeta Terra, o sorriso de Deus para a humanidade. O Evangelho do Cristo é a fonte básica de todo nosso aprimoramento e reforma íntima.

Mediunidade não é teatro. Essa coisa horrível do trabalho mediúnico sem estudo, sem respaldo doutrinário, onde a ânima do médium se sobressai à comunicação espiritual, leva a médiuns (principalmente na Umbanda) a se obrigarem a dizer que são inconscientes para valorizarem mais as suas fantasias, e impressionar ao público assistente. A ciência mediúnica e a comunicação dos Espíritos afirmam que a inconsciência mediúnica, neste tempo, é quase nula. Noventa por centos dos médiuns são semi-conscientes, até pela necessidade atual do trabalho em conjunto, onde o médium se beneficia com as mensagens dos Guias. Portanto, o resto é pura ignorância, mistificação e falta de fé verdadeira.

Esta Umbanda eu amo. Esta é a minha religião. Esta é a Umbanda vivenciada no Cruzeiro da Luz. Por ela entrego meu tempo, ofereço meus parcos conhecimentos e meus valores, não para enfeitar palco teatral para ninguém. A única estrela da minha vida é Jesus e, acredito, assim deveria ser para todos aqueles que buscam uma religião cristã, e não querem amanhã se decepcionar, como já aconteceu a tantos, inclusive amigos meus, que foram buscar em outras religiões aquilo que acreditam a Umbanda não tem para oferecer.

Esta é minha visão atual de religião e de Umbanda. A Umbanda não pode ser vivida com fantasias, desprovidas de ciência e de Evangelho, que só servem à vaidade, à disputa, aos desencontros e, infelizmente, à negação de tudo aquilo que a palavra religião quer significar. Com respeito caridoso a todos os meus irmãos que pensam diferente, essa é a Umbanda que amo e pratico. Esta é a Umbanda do Cruzeiro da Luz, que está aberto a todos aqueles que, como diz Pai Ventania, já estão cansados de brincar de carrinho e boneca, nas ilusões e fantasias supersticiosas de uma pretensa vivência religiosa, que não consegue dar a paz e a alegria de ser e viver a quem a pratica.

O Templo Umbandista deve levar a todos que o procurem uma vivência religiosa sadia, pois a Umbanda é uma Religião e deve ensinar a todos que a procurem que o primeiro compromisso é consigo mesmo e a sua missão de crescer pelo estudo em si mesmo, na natureza, no seu ambiente e nos livros; pela disciplina pessoal, comunitária e ascensional; e pelo trabalho em benefício de seu crescimento espiritual e de seus irmãos de caminhada.

Pai Valdo (Sacerdote Dirigente do T. E. do Cruzeiro da Luz)


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