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Exu Laroyê

exus

Exu, afinal é a representação do maior mistério, da maior fonte de controversas e da maior força da nossa Umbanda. Costumo dizer que Exu faz a guerra para trazer a paz; que Exu é aquele que tudo sabe, tudo vê, tudo ouve e que sem Exu não se pode fazer absolutamente nada.

Mas, enfim, quem é Exu?

EXÚ – palavra em yorubá (Èsù) pode ser traduzida como esfera. O simbolismo do círculo é muito antigo e encontrado em várias culturas: ele representa o infinito, o que não tem começo nem fim e está em todos os lugares.

Exú é um Deus da mitologia yorubá e afro-brasileira. É a divindade mais controversa do panteão afro-brasileiro, talvez por ser o mais intrinsicamente humano de todos os Orixás. Ele é o Mensageiro dos Deuses, seu poder é o de receber e transportar os pedidos e oferendas dos seres humanos ao Orum, o mundo dos Deuses. É o Senhor dos caminhos, das encruzilhadas, das trocas comerciais e de todo tipo de comunicação. Por isso, ele é o movimento inicial e dinâmico que leva à propulsão, ao crescimento e à multiplicação.

Exu na Umbanda é Orixá, é Guardião e Guia, é força, energia e potência Divina que atua sob ação da Lei Maior, ativando e cessando nossos carmas. São espiritos iluminados que, de forma muito peculiar, conhecem nosso íntimo e nossa conduta muito mais que nós mesmos e através desse conhecer amplo é que ativam em nossa vida nossas maiores provações.

Não são duais na concepção da palavra, mas atuam vigorosamente em nossa dualidade proporcionando-nos apenas o que nos é de merecimento e, claro, que essa atuação é muitas vezes enxergada por nós como uma ação externa, como uma ação de Exu, e dificilmente como sendo nossa. Sendo assim, Exu não faz o mal, muito menos faz o que queremos ou o que pagamos, Exu não é nosso escravo ou nosso serviçal, Exu não nos deve nada, nós é que devemos a Ele.

Portanto, pedir algo a Exu, só se for proteção, proteção e proteção. Afinal, Ele já sabe o que merecemos.

DIA DA SEMANA – Segunda feira – é um dia propício para magias e rituais que invoquem paz, fertilidade, harmonia e meditação. A energia lunar do dia favorece novos começos e confere poder.

CONTAS – pretas (neutraliza/absorve) e vermelhas (ativa/irradia), reafirmando a energia da contradição de Exu.

PADÊ – palavra yorubá que significa ENCONTRO ou REUNIÃO, durante a qual Exu é chamado, saudado, cumprimentado e enviado ao além com a intenção de convocar outros deuses para a festa e, ao mesmo tempo, tem a função de afastá-lo para que não perturbe a boa ordem da cerimônia

OGÓ – bastão de Exu, é um bastão com cabaças que representa o falo. Espécie de cetro mágico com que ele se transporta aos lugares mais longínquos, tem o poder de atrair pelo seu poder magnético. Do ioruba ògo, “porrete usado para defesa pessoal”.

FALO – representa a fertilidade da vida, o poder sexual, reprodutivo e gerativo. Nas “religiões da natureza”, o sexo é um ato sagrado. E se ele é sagrado, seus frutos também são. A noção de pecado original seria uma aberração nesse sistema religioso; além disso, um dos ideais do estilo de vida iorubano era ter uma família numerosa e, portanto, o culto a Exú fazia-se essencial.

TRIDENTE – tradicionalmente divino nas culturas pagãs anteriores ao Cristianismo, por isso a cultura católica fez questão de pregar o inverso, para facilitar a conversão de seus fiéis com que esquecessem os mistérios a que tinham acesso direto. Agora o único acesso a qualquer mistério estaria na mão de um Sacerdote Católico. Podemos citar ainda os tridentes de Netuno, Posseidon e Shiva, entre outros. Tridentes mostram o valor divino concedido a eles; a trindade; o alto, o meio e o embaixo; Céu, Mar e Terra; Luz, sombra e trevas;

ENCRUZILHADA – cruzamento vibratório, representa a dualidade, a escolha, as possibilidades e o livre arbítrio.

Vejam que expressivo este poema sobre Exu:

Exu para Jorge Amado

Por Mario Cravo

Não sou preto, branco ou vermelho
tenho as cores e formas que quiser.
Não sou diabo nem santo, sou Exu!
Mando e desmando,
traço e risco
faço e desfaço.
Estou e não vou
tiro e não dou.
Sou Exu.
Passo e cruzo
traço, misturo e arrasto o pé
sou reboliço e alegria
rodo, tiro e boto,
jogo e faço fé.
Sou nuvem, vento e poeira
quando quero, homem e mulher
sou das praias, e da maré.
Ocupo todos os cantos.
Sou menino, avô, maluco até
posso ser João, Maria ou José
sou o ponto do cruzamento.
Durmo acordado e ronco falando
corro, grito e pulo
faço filho assobiando
sou argamassa
de sonho carne e areia.
Sou a gente sem bandeira,
o espeto, meu bastão.
O assento? O vento!..
Sou do mundo,nem do campo
nem da cidade,
não tenho idade.
Recebo e respondo pelas pontas,
pelos chifres da nação
sou Exu.
Sou agito, vida, ação
sou os cornos da lua nova
a barriga da rua cheia!…
Quer mais? Não dou,
não tô mais aqui

Um professor ateu desafiou seus alunos com esta pergunta:
— Deus fez tudo que existe?
Um estudante respondeu corajosamente:
— Sim, fez!
— Deus fez tudo mesmo?
— Sim, professor — respondeu o jovem.
O professor replicou:
— Se Deus fez todas as coisas, então Deus fez o mal, pois o mal existe e, considerando-se que nossas ações são um reflexo de nós mesmos, então Deus é mau.
O estudante calou-se diante de tal resposta e o professor, feliz, se vangloriava de haver provado mais uma vez que a Fé era um mito.
Outro estudante levantou sua mão e disse:
— Posso lhe fazer uma pergunta, professor?
— Sem dúvida, respondeu-lhe o professor.
O jovem ficou de pé e perguntou:
— Professor, o frio existe?
— Mas que pergunta é essa? Claro que existe, você por acaso nunca sentiu frio?
O rapaz respondeu:
— Na verdade, professor, o frio não existe. Segundo as leis da Física, o que consideramos frio, na realidade, é ausência de calor. Todo corpo ou objeto pode ser estudado quando tem ou transmite energia, mas é o calor e, não o frio que faz com que tal corpo tenha ou transmita energia. O zero absoluto é a ausência total e absoluta de calor, todos os corpos ficam inertes, incapazes de reagir, mas o frio não existe. Criamos esse termo para descrever como nos sentimos quando nos falta o calor.
E a escuridão, existe? — continuou o estudante.
O professor respondeu:
— Mas é claro que sim.
O estudante respondeu:
— Novamente o senhor se engana. A escuridão tampouco existe. A escuridão é na verdade a ausência de luz. Podemos estudar a luz, mas a escuridão não. O prisma de Newton decompõe a luz branca nas várias cores de que se compõe, com seus diferentes comprimentos de onda. A escuridão não. Um simples raio de luz rasga as trevas e ilumina a superfície que a luz toca. Como se faz para determinar quão escuro está um determinado local do espaço? Apenas com base na quantidade de luz presente nesse local, não é mesmo? Escuridão é um termo que o homem criou para descrever o que acontece quando não há luz presente.
Finalmente, o jovem estudante perguntou ao professor:
— Diga, professor, o mal existe?
Ele respondeu:
— Claro que existe. Como eu já disse no início da aula, vemos roubos, crimes e violência diariamente em todas as partes do mundo, essas coisas são o mal.
Então estudante respondeu:
— O mal não existe, professor, ou ao menos não existe por si só. O mal é simplesmente a ausência de Deus. É como nos casos anteriores, um termo que o homem criou para descrever a ausência de Deus. Deus não criou o mal. Não é como a fé ou o amor, que existem como existem a luz e o calor. O mal resulta de que a humanidade não tenha Deus presente em seus corações. É como o frio que surge quando não há calor, ou a escuridão que acontece quando não há luz.

Muito Axé!
Mônica Caraccio



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