Agosto 2014 - Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca

27 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Espiritização da Umbanda? , Umbanda ,

Espiritização da Umbanda?

Espiritização da Umbanda?


Pergunta: Pai Antônio, muitos umbandistas mostram certa preocupação quando é abordado a questão de se estudar a obra codificada por Allan Kardec dentro da Umbanda, temendo que a mesma num termo popular se “espiritize”, o senhor poderia nos dar uma ideia sobre este assunto?



PAI ANTONIO: Meus filhos, que possamos hoje e sempre recebermos os eflúvios de amor e paz que emanam de Nosso Deus Criador na forma simplória de Mamãe Oxum e Pai Oxalá.
O tema realmente ao que temos observado no meio umbandista ainda gera algum receio e por que não dizer meus filhos uma certa polêmica. A colocação do filho é clara, a obra foi “codificada” e não criada e quando falamos em codificar, podemos ainda interpretar filhos de uma forma simples que se pode agregar e não substituir totalmente, neste ponto encontramos outra palavra: ESPIRITUALIZAÇÃO.

Espiritualizar meus filhos pode ser interpretado como “extrair a essência”, ou ainda, buscar aquilo que se tem de melhor em si mesmo e ai encontramos a maior tarefa de qualquer sistema religioso o que não é diferente com a linha de Umbanda.

É verdade que encontramos ainda filhos e filhas mal informados de como devemos empregar algumas palavras e ai nasce o preconceito que afasta, que agride e impossibilita o neófito de encontrar está tão procurada essência do espírito. Pensando nisso, o Pai resolve explicar antes de concluir sua opinião alguns termos:
Na introdução do LIVRO DOS ESPÍRITOS, é codificada a seguinte frase por ALLAN KARDEC:
“Diremos, portanto, que a Doutrina Espírita ou o Espiritismo tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas, ou, se o quiserem, os espiritistas.”

O ESPIRITISMO É UMA RELIGIÃO?

Não, não é.

Usualmente define-se o Espiritismo como uma religião.

Inclusive, em alguns locais, o Espiritismo é tratado como mais uma religião, a par de centenas de outras.

Allan Kardec definiu o Espiritismo de forma bem clara e transparente no livro O QUE É O ESPIRITISMO.

Se o Espiritismo filhos fosse mais uma religião perderia o seu carácter Universalista e seria apenas mais uma, no meio de um milhar oriundas do cristianismo, e mais de três milhares provenientes de outras denominações religiosas.

O pensamento de Kardec filhos é bem claro, pelo que não se entende muito bem, essa infeliz afirmativa.

Leiamos Kardec:

“Porque, então declaramos, que o Espiritismo não é uma religião?*

Porque não há uma palavra para exprimir duas ideias diferentes, e que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; desperta exclusivamente uma ideia de forma, que o Espiritismo não tem.

Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria aí senão uma nova edição, uma variante, se se quiser, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com seu cortejo de hierarquias, de cerimónias e de privilégios; não o separaria das ideias de misticismo e dos abusos contra os quais tantas vezes se levantou a opinião pública.

Não tendo o Espiritismo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual do vocábulo, não podia nem devia enfeitar-se com um título sobre cujo valor inevitavelmente se teria equivocado.

Eis porque simplesmente se diz: doutrina filosófica e moral.”*
*O que é o Espiritismo – FEB

Acreditamos meus filhos que podemos amar profundamente o próximo e pôr em prática essa notável nobreza, aproximando-nos de Deus, através do crescimento interior de cada um, sem haver necessidade de se reduzir o Espiritismo a uma religião.

Não devemos confundir moral com religião.

A moral tem um sentido mais abrangente, mais Universalista, englobando todas as sensibilidades religiosas, sendo ela própria, uma disciplina da Filosofia.

O conceito de religião é redutor limitando-se apenas a uma religião, é limitativa, absolutista, estática, e sendo a mais pura antítese, da lógica e do raciocínio.

O QUE É O ESPIRITISMO?

Mas afinal o que é o Espiritismo?:

“O Espiritismo é, ao mesmo tempo, Ciência Experimental e Doutrina Filosófica.

Como ciência prática, tem a sua essência nas relações que se podem estabelecer com os espíritos.

Como filosofia, compreende todas as consequências morais decorrentes dessas relações.

Pode ser definido assim:
O Espiritismo é uma ciência que trata da natureza, origem e destino dos espíritos, bem como de suas relações com o mundo corporal.”*.

Pelo que podemos constatar, Allan Kardec, numa definição límpida de Espiritismo não faz qualquer menção a ser uma religião.

Na Umbanda meus filhos, encontramos um sincretismo natural que nos permite compreender que a mesma não segue somente uma vertente, mas sim, dentro dos aspectos etimológicos de cada região deste planeta, encontra os seus afins que dentro das lides reencarnatórias na lei de evolução se encontram enfileirados nos terreiros cantando na abertura de cada engira louvando a sua corrente de Orixás que sustentam o trabalho que vai se realizar.

A Umbanda ainda, tem uma tarefa de estudo e pratica da magia pautada no bem senso, muitas vezes sendo denominada como “magia branca”, onde ai entram os elementos utilizados em culto como: Fumo, ervas, bebidas, pontos riscados, pembas e velas que como já estudado são despertados na sua contra parte, ou ainda, dentro de seu símbolo de formação química para que através da lei de evocações possam na energia Elemental e força da lua adequados agir no benefício não somente de uma pessoa, mas sim de uma coletividade.
Ainda a Umbanda é um grande hospital dividido em muitos setores filhos. Temos os setores de emergência da unidade de terapia intensiva UTI, onde casos mais graves são levados, temos os setores de cirurgias, enfermarias, departamentos e se enumerarmos a todos, encontraremos ai os trabalhos energéticos oferecidos pelo terreiro, sempre pautados claro filhos na lei do bom senso.

Quando o paciente é liberado deste grande hospital, existe a assistência diária do remédio que é direcionado para que se evite o mal que o assolava. Ainda ai devemos compreender que este remédio sozinho não fará o efeito esperado se não vier acompanhado de uma dieta equilibrada.
Quando falamos da doutrina dos espíritos podemos associá-la ao remédio que auxilia que depois de uma grande “internação”, uma grande crise acompanhado de uma reforma intima que é o esforço do assistido evita que este mal se manifeste novamente.
Acreditamos que se possa meus filhos unir estas duas vertentes de trabalho que sem inibir uma a outra faz com que o atendimento e a reforma intima, dentro da magia e do pensamento possam ocorre de forma harmoniosa.

Infelizmente encontramos filhos e filhas que vão pensar de forma contrária a nossa opinião o que respeitamos profundamente, mas, espiritizar é um termo que esta pautado de forma errônea pois impõem uma mudança forçada e abandono de praticas bioenergéticas hoje importantes e necessárias dentro da Umbanda.

Para finalizar lembramos que Nosso Mestre Jesus não fundou sistemas religiosos, sabendo talvez do risco criado pelo orgulho e separatismo que isso pode criar na vida do homem.
Novamente relembramos o sincretismo da Umbanda, onde diversas culturas são encontradas dentro de uma gira de atendimento e ai em nada enxergamos empecilho adotarmos uma forma a mais de estudo doutrinário que em nada opõem a magia dos elementos trabalhados dentro do terreiro.
ESPIRITIZAR NÃO, MAS ESPIRITUALIZAR SIM!

Humildemente do amigo e pai de sempre,


ANTÔNIO DAS ALMAS
Canalizado por Géro Maita






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Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Minha Umbanda é Melhor do que a Sua , Umbanda ,

Minha Umbanda é Melhor do que a Sua

Minha Umbanda é Melhor do que a Sua


O terreiro que você frequenta é melhor do que o meu, ou o meu é melhor do que o seu? Afinal, qual é o melhor terreiro para se frequentar?



Tais dúvidas já afrontaram diversos membros e frequentadores da Umbanda e muitos desses ainda acham, ou afirmam categoricamente, que a sua umbanda é a única e verdadeira.


Vamos analisar para entender quem está com a razão e, acredito que as afirmações abaixo valham para o terreiro de quem está lendo este texto.

O terreiro que frequento não pratica o mal e não deseja o mal de ninguém. Lá não é feito amarração para o amor e muito menos é feito magias para as pessoas ganharem na loteria ou afins. O respeito às pessoas é o mínimo exigido. Sempre que possível, é praticada a caridade de doação de materiais ou alimentos aos mais carentes. Os guias espirituais dão bons conselhos e enchem de luz e força o ambiente quando estão presentes. A natureza também é respeitada e as matas, cachoeiras, praias, pedreiras, campos floridos, lagos, lagoas, rios, vento, raio, chuva, estrelas, o sol e a lua, são considerados pontos de força sagrados. Nenhum animal é maltratado. Não há racismo ou exclusões sociais. As crianças e os idosos são benvindos.

Somente por esses poucos exemplos, consigo mostrar que o terreiro que frequento é bom e se o seu se encaixa na maioria dos itens, ele também é bom. Mas ainda não consegui responder qual umbanda é a melhor.

A umbanda, no geral, é baseada em outras fontes de crença: kardecismo, catolicismo, cultos africanos, neopaganismo, crenças indígenas (do Brasil), entre outras. Cada terreiro dosa mais ou menos cada uma dessas crenças e, por isso, há a diferença entre os terreiros. A umbanda de Omolokô e os chamados Umbandomblés, adotam mais os cultos africanos do que o kardecismo em seus rituais. Os mestres e as umbandas de jurema, lá do nordeste, incluem mais catolicismo e rituais indígenas do que o africanismo. A umbanda de mesa branca tem muito mais kardecismo em seus rituais do que as outras vertentes. Há terreiro que não canta para Orixá. Outros não cultuam Exú e Pombagira. Tem aquele terreiro que só faz oração e ladainha para os santos. O outro, não tem atabaques. Tem terreiro sem altar e tem também o que não tem tronqueira. Existe terreiro que sacraliza o Santo Daime, ou ayahuasca. Há, inclusive, terreiro de uma pessoa só.

Ora, se cada terreiro, ou umbanda, é diferente, de acordo o seguimento escolhido pelo sacerdote responsável, não existe maneira de dizer qual deles é melhor do que o outro, pois todos estão corretos, baseados naquilo que direcionam sua fé. A escolha de frequentar este ou aquele terreiro é de cada pessoa, também de acordo com sua crença e ideais. A umbanda, ou as umbandas, assim como as demais religiões refletem aquilo o que cada frequentador busca em sua vida, então o gostar de um templo, se identificar com ele ou não, pode representar o indivíduo se encontrando com um grupo que pensa e compreende a vida e o universo de maneira similar.

Então, se uma umbanda é diferente de outra, por causa de seus rituais, assim como seus frequentadores escolheram aquilo que é melhor para eles, não podemos afirmar, em nenhuma hipótese, que esta umbanda é melhor do que a outra, menos ainda, que este terreiro pratica a verdadeira umbanda e o outro não! Não existe uma única umbanda verdadeira, pois todas são verdadeiras! Isso é, inclusive, um paradoxo: essa umbanda é tão verdadeira quanto à outra, apesar de suas diferenças.

O ponto que quero chegar é o seguinte: tente, aos poucos, tirar o véu de competição que os homens carregam na frente de seus olhos. Tente ver e entender as diferenças, mantendo o devido respeito, e um novo horizonte se abrirá. Ao visitar um terreiro, que não o seu, não busque encontrar os erros e os problemas, mas procure ver as coisas boas que podem fazer por sua vida ou para a sua fé na umbanda; não critique se este parece ser kardecista ou se o outro se parece com o Candomblé; não duvide da opinião de um sobre a fundação, ou não, da Umbanda por Zélio Fernandino de Moraes, ou quem quer que seja. As diferenças entre as umbandas e o respeito entre elas é que fazem a Umbanda se tornar una. A única crença que talvez possa ser taxada de "errada" é aquela que não permite aos seus frequentadores o direito de saber seus fundamentos e intenções.

Newton Marcellino






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26 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Dificuldades de um Terreiro de Umbanda , Umbanda ,

Dificuldades de um Terreiro de Umbanda


Dificuldades de um Terreiro de Umbanda



Hoje me peguei pensando nas dificuldades que existem em um terreiro de Umbanda, começando pela estrutura física, na dificuldade burocrática, na dificuldade de se encontrar e alugar um salão onde preencha as requisições mínimas que a prefeitura da região exija, fora que muitas pessoas não querem alugar seus estabelecimentos para terreiros porque acreditam que dependendo do que seja feito no local fique uma energia que pode ser tanto boa como ruim de acordo é claro com o que era praticado no local, também existe o abuso de muitas pessoas que quando ficam sabendo que o estabelecimento será alugado para um terreiro cobram aluguéis altos e colocam uma lista de regras que jamais existiriam se fosse para um aluguel comercial. E é claro fora o preconceito que é muitas vezes cruel, muitas vezes o zelador já está fechando o negócio quando ele comunica que será para um terreiro, o proprietário cancela na hora toda negociação, só quem passa e já passou por isso sabe o quanto é revoltante e desgastante. Não pelo direito do outro em si, mas pela discriminação jogada na cara. E mesmo os que têm seus estabelecimentos próprios precisam estar de acordo com esses requisitos básicos, caso contrário serão penalizados com multas severas.

As exigências de uma prefeitura e vigilância sanitária são muitas. Alguns exemplos: No mínimo dois banheiros, saída alternativa em caso de incêndio, extintores no local, ventilação, higiene adequada etc. A casa deve estar regularizada e registrada nos órgãos competentes para que futuramente não sofra acusações de curandeirismo e charlatanismo. Respeitar a lei do silêncio para que não sofra perseguições da comunidade em volta. Mas tudo isso, tem custas. Um aluguel com todas essas normativas é alto e muitas vezes o terreiro não consegue custear tudo isso, devido às condições financeiras dos integrantes da casa.

Nessas horas que vemos a estrutura e centralização e cooperação de todo um corpo mediúnico, porque eu particularmente acredito que a maior dificuldade é a financeira, tem médiuns que são extremamente prestativos e atenciosos quanto às dificuldades monetárias da casa em compensação têm outros que se você fizer um rateio para comprar uma toalha, por exemplo, inventa inúmeras desculpas, e sempre vem com aquele sorriso sem graça ah me desculpe esqueci. Alguns médiuns acham que o zelador tem que arcar com tudo, mas querem sempre o terreiro limpinho, cheirosinho, asseado, mas se esquecem que para a manutenção da casa vão muitos itens, se esquecem que como eles o zelador também muitas vezes tem suas dificuldades financeiras, tem suas contas para pagar e não vivem do terreiro, trabalham, tem seu salário suado todo mês. Tem médiuns que muitas vezes são os que menos ajudam, mas se chegarem ao terreiro e não verem um vaso flores, já começam a fazer o buchicho nossa o altar não tem uma flor, em muitos terreiros é sempre a mesma história sempre tem os mesmos a cooperar e os mesmos a encostar. As pessoas se esquecem que no exemplo de um vaso de flores não estão dando para os outros e sim estão dando em carinho e lembrança a seus orixás e que cada um deve zelar e ter esse carinho próprio. Fora que quem não quer ter uma casa bonita de axé. Já entrei em casas de extrema humildade, limpinhas, asseadas, mas que não faltava uma florzinha nos pés de oxalá, como também já entrei em terreiros que parecia uma casa abandonada sem dono, com flores de plástico sujas, imagens poeiradas, entregas velhas fedendo. Será que nesses lugares há presença espiritual realmente de espíritos de luz. É realmente vergonhoso entrar nesses terreiros ver filhos lá dentro que nada fazem. Muitas vezes casas numerosas, mas que filhos de fé mesmo nenhum.

Hoje enfrentamos o preconceito e a intolerância uma das maiores dificuldades, quantos de nossos irmãos e irmãs perderam oportunidades de trabalho porque assumiram sua fé e foram discriminados e excluídos. Hoje vemos igrejas evangélicas até de madrugada fazendo seus cultos há tantas horas, com microfones e caixas de som altíssimas, e ninguém fala nada, mas vai um terreiro e quebra a lei do silêncio, que até viatura aparece. A lei do silêncio sou a favor que seja respeitada, mas a lei tinha que ser para todos pelo menos seria a ética da lei. Mas sabemos que nos bastidores não é bem assim.

A ingratidão é uma outra dificuldade que principalmente os médiuns novos possuem no lidar, porque dói você ver que sua entidade ajudou uma pessoa, ela conseguiu seus intentos mas um dia você está passando na rua e cruza com a mesma pessoa, ela muda de calçada abaixa a cabeça fingindo que não te viu. Mas isso faz parte da Umbanda e devemos saber conviver com isso e ter a humildade do entendimento que as pessoas só dão o que os seus corações estão cheios. Jesus também deu muito, e foi crucificado em uma cruz.

A Umbanda é para todos, mas só permanece quem tem força e garra, porque muitos desistem quando se deparam com as dificuldades, ser umbandista não é para qualquer um é para gente de fé, gente guerreira.

Mas a Umbanda é mãe zelosa e mesmo para aqueles que lhe viram as costas quando se arrepende ela os agrega com a bondade e caridade de que lhe é típica. Muitos zeladores às vezes falam estou aprendendo a separar o grão do trigo, mas sabemos que não é bem assim que mérito teria dar remédio aos sãos.

Muita gente quer ser médium, quer incorporar, mas quando vê que não são flores se perdem no caminho, médiuns sérios, idôneos, comprometidos ai está uma grande dificuldade de um terreiro, porque infelizmente existem muitas pessoas que ainda não entenderam o que é ser médium, mediador de algo maior, não sabem serem instrumentos e se acham apenas tocadores de banda, que não aceitam uma crítica, não querem seguir uma doutrina, querem fazer o que bem entendem usando a roupagem que não lhes pertence, que é das suas entidades. Querendo méritos que não são seus. O maior mérito de um médium é ele ser humilde e saber que é instrumento de uma causa maior.

Enfim um terreiro pode ter suas dificuldades, mas não lhe pode faltar objetivo e meta, garra e força, fé e amor pelos Orixás porque isso já basta para vencer. E antes de cobrar algo, procure se conscientizar se está fazendo sua parte para melhorar.

Cristina Alves


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24 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , HOMENAGEM TULCA AOS EXUS GUARDIÕES , Fotos ,

HOMENAGEM TULCA AOS EXUS GUARDIÕES

Exus

Laroiê Exus é Mojubar Pombas Giras!

Família Tulca em Gira Festiva no dia 23/08/2014




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18 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Comentário do texto "A Beneficência" , Artigos Ednay Melo , Estudos da Doutrina Espírita ,

Comentário do texto "A Beneficência"

Comentário do texto "A Beneficência"




EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO 

Cap. XIII - Ítem 11 Tema: A Beneficência



"A Beneficência"

Já ouvimos falar que as pessoas normalmente procuram a religião pelo amor ou pela dor. Pela nossa experiência, observamos que muito mais pela dor. Em todas as religiões normalmente as pessoas procuram um lenitivo para as suas aflições, procuram no exterior, no movimento que vem de fora para dentro de si próprios. A começar por Deus, os espíritos e todos os santos que são os responsáveis para resolver o seu problema, afinal, elas fazem orações todas as noites antes de adormecer, vão à missa todos os domingos, fazem promessas para todos os santos, muitas vezes fazem penitências as mais dolorosas, recebem o espírito santo, vão ao terreiro para "retirar o encosto", fazem as oferendas aos Orixás certinhas, então é só esperar...

Meus irmãos, a religião não é um "balcão de negócios", ela existe para dar o conforto na hora da dor e para nos ensinar a progredir na nossa caminhada evolutiva. 

De tanto procurar do lado de fora a resolução dos seus problemas, muitos não percebem que é muito simples viver em paz e feliz. Como ensina a oração de São Francisco: "(...) é dando que se recebe (...)"! Simples assim!

O Evangelho quando nos traz a luz através das virtudes ensinadas por Jesus, mostra que a beneficência é mais um caminho para desenvolver o amor pelo próximo e obedecer aos primeiros mandamentos: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo."

E completa:

"E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios." (Marcos 12:33)

Enfim, a religião verdadeira é a que pratica a beneficência em toda a sua plenitude.

Saravá aos nossos queridos Guias de Umbanda, especialmente aos nossos Pretos Velhos, que nos ensinam a prática do Bem para vivermos melhor a cada dia.

Ednay Melo





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17 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , HOMENAGEM TULCA AO ORIXÁ OMULU , Artigos Ednay Melo , Fotos ,

HOMENAGEM TULCA AO ORIXÁ OMULU

Homenagem a Omulu
Família Tulca em gira festiva no dia 16 de agosto de 2014

Nós que fazemos a TULCA, agradecemos mais uma vez ao nosso querido Orixá co-regente mais um ano de bençãos em nossa tenda, construindo com as pedras que nos jogam, amando ao Divino Pai Olorum e a todos os Orixás acima de tudo, na alegria e na tristeza, na certeza de um melhor amanhã sempre! 

Oh meu pai, és tantas vezes mal compreendido quando alguns, por pura ignorância, o temem por associá-lo à doença e à morte, somente porque em tempos remotos os negros africanos oravam a ti, diante de uma epidemia de varíola, que por permissão de Deus e por merecimento que não nos cabe julgar, muitos irmão foram a óbito, e assim, os nossos irmãos africanos, por ingenuidade, acharam que foi vós, meu pai, o causador daquelas mortes...

Mas os tempos são outros, a sociedade evoluiu e a nossa religião apesar de eclética tem identidade própria, guarda forte influência dos cultos africanos, mas diante da nossa natural evolução, permeamos o limite do bom senso sempre e cabe aos que te amam desfazer este mal entendido.  

Omulu e Obaluaiê, em nossa doutrina, são energias do mesmo orixá: orixá da saúde, da transformação, da consciência kármica e do respeito aos nossos ancestrais como a nossa raiz mais profunda. Pai Omulu, representado pelo elemento terra, é o alicerce onde todos os orixás trabalham harmoniosamente em nosso benefício, proporcionando o equilíbrio tal qual proposta divina, em nossas vidas e em nosso planeta.

Saravá meu pai Omulu! Atotô Obaluaiê!!!!!

Por Ednay Melo








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10 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Comentário do texto "A Lei do Amor" , Artigos Ednay Melo , Estudos da Doutrina Espírita ,

Comentário do texto "A Lei do Amor"



EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO 
Cap. XI - Ítens 8,9,10 Tema: A Lei do Amor


Comentário do texto "A Lei do Amor":

O amor que nos anuncia o Evangelho é o amor incondicional. Somos ainda espíritos imperfeitos, daí a dificuldade de por em prática este sentimento divino em toda a sua essência. Quem de nós nos sensibilizamos com a dor do outro, mas se fosse com um ente querido, familiar e que nos seja próximo, daríamos até a nossa própria vida para socorrê-lo? Este é um exemplo grosseiro, mas que ilustra o quanto somos egoístas em se tratando da grande família humana. Temos a tendência de nos fecharmos em grupos sociais e religiosos, e o que vai além deste limite simplesmente não nos interessa. Atualmente, os nossos irmãos do Oriente Médio sofrem o desespero de perderem a própria existência e a dos seus entes queridos em uma guerra desmedida, e quantos de nós nos unimos em prece para socorrê-los? Reflitam, se esta guerra fosse no nosso País, talvez a nossa prece fosse muito mais fervorosa...

Este amor egoísta também podemos observar em nosso próprio meio, entre familiares, casais, comunidades sociais e religiosas e o ciúme é o principal sintoma da nossa imaturidade diante da Lei do Amor.

Amar é, antes de tudo, renunciar. Esta verdade está grandiosamente ilustrada no livro "Renúncia" de Chico Xavier, quando Alcione nega as esferas elevadas que conquistou por merecimento, para rebaixar-se às esferas do plano inferior a fim de socorrer o seu ente amado.

O amor fraterno, incondicional, foi o amor Que Jesus veio nos ensinar quando encarnado na terra, esqueceu plenamente de si mesmo, sofreu mais do que qualquer um de nós sem dever e sem ter nada para resgatar, sem nenhuma culpa, apenas por amor à humanidade. 

Ednay Melo

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3 de agosto de 2014

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Cantar e Bater Palmas na Umbanda , Ritualísticas ,

Cantar e Bater Palmas na Umbanda


A Umbanda é musical, a Umbanda tem ritmo.

Ao entrar pela primeira vez em um templo de Umbanda muitos se deslumbram com a musicalidade dos pontos cantados e o consequente acompanhamento, pelos filhos de fé, que felizes batem palmas. Esse gesto parece, a princípio, apenas o acompanhamento daqueles que estão à vontade, felizes e interagindo com a curimba (atabaques) da casa. Mas não é não simples assim.


Ao bater palmas, ativamos os chacras localizados em diversos pontos das mãos, entramos em sintonia com a curimba, que deixa de trabalhar sozinha e passa a ter o apoio da corrente e assim conseguimos alcançar esferas espirituais às quais necessitamos para aqueles trabalhos.

O ponto cantado é uma prece, a curimba é a cadência que leva essa prece ao astral e traz o seu retorno, e as palmas ativam a energia dos chacras de cada membro da corrente (e até da assistência) para que haja fluidez nos trabalhos.

Portanto, cada um, mesmo sem perceber, desempenha um papel importante dentro da grande engrenagem que é uma gira de Umbanda. Ser um "médium samambaia" (daqueles que ficam estáticos, parados e nem se mexem) não condiz com o que necessitamos para o bom desenvolvimento dos trabalhos. Tarefas aparentemente simples e espontâneas, como bater palmas são muito importantes para o bom andamento dos trabalhos. Faça a sua parte e terá um retorno espiritual maior.

Douglas Fersan



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Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , O Ato de Bocejar na Casa Espírita , Estudos da Doutrina Espírita ,

O Ato de Bocejar na Casa Espírita



O Ato de Bocejar na Casa Espírita


Um dos fenômenos que chama a atenção dos observadores atentos é o bocejo que muitas pessoas apresentam quando estão nos centros espíritas. Muito já se falou a respeito, mas quase ninguém conseguiu dar uma explicação lógica para o fato. 

Em nossas reuniões mediúnicas observamos que nas ocasiões em que os médiuns estão sob má influência, eles bocejam com certa frequência. 
Alguma coisa acontece com a organização física-perispiritual dessas pessoas, provocando o fenômeno.

Verificamos também que depois de darem passividade mediúnica, os bocejos cessam imediatamente, o que mostra que a causa se liga diretamente à fenomenologia da mediunidade.

Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, demonstrou que os fluidos perispirituais podem concentrar-se em alguns órgãos conforme a necessidade momentânea de cada criatura.

Assim, por exemplo, se uma pessoa está correndo, os fluidos perispirituais estarão concentrados nos setores mais solicitados do corpo físico, tendo em vista o exercício em questão. Acontece o mesmo com outras atividades orgânicas.

Um outro momento em que o ser humano boceja é quando está com sono. Qual seria o mecanismo para essa ocorrência? Talvez, se explicarmos uma coisa, poderemos encontrar a resposta para a outra.

Pensamos que uma hipótese pode ser levantada para explicar tanto o fenômeno natural quanto o mediúnico. 
É a do desequilíbrio fluídico do perispírito.

Achamos que o relógio biológico do organismo também funciona no corpo perispiritual. Aprendemos que o corpo físico é uma cópia grosseira do perispírito e, por isso, reflete toda a sua estrutura e mecanismos de funcionamento. Quando vamos dormir, alguma coisa nos coloca em condições para que o sono possa se estabelecer.

Possivelmente, é o relógio biológico que controla o fenômeno da sonolência física. Em determinados momentos e em certas situações, esse controlador natural do ser humano deve acionar um mecanismo fazendo com que haja uma concentração fluídica na área do cérebro, provocando um torpor na percepção da pessoa, predispondo ao sono. Essa concentração fluídica parece provocar o bocejo natural. 

Ao chegar o momento de dormir, é comum bocejarmos algumas vezes antes de nos entregarmos ao sono. É sinal de que está chegando a hora de repousar o corpo físico que se encontra esgotado.

Depois que dormimos, o inconsciente assume as funções biológicas do organismo físico e o Espírito, em alguns casos, pode libertar-se das amarras que lhe prende à carne e até ter experiências no além. Durante o repouso a situação fluídica perispiritual tende ao equilíbrio, fazendo com que ao despertar, a criatura sinta uma agradável sensação de bem estar.

No caso do bocejo provocado por Espíritos, possivelmente ocorre algo parecido, por meio das ligações entre o Espírito desencarnado e o médium. Temos conhecimento de que essas ligações se fazem através do psiquismo. Quando um medianeiro está sob má influência ou prestes a dar passividade a uma entidade desajustada, seu psiquismo fica como que impregnado de fluidos pesados, o que provoca um torpor mental semelhante ao sono físico, fazendo-o bocejar.

Já tivemos a oportunidade de receber tais tipos de influências nas atividades mediúnicas que desenvolvemos regularmente e nos foi possível sentir como elas agem contaminando o organismo perispiritual intensamente. Os bocejos são frequentemente seguidos de um forte lacrimejamento e a sensação é de profundo mal-estar.

Normalmente tais fenômenos ocorrem no período que antecede as atividades mediúnicas, principalmente no momento em que se está estudando o Evangelho. Depois do intercâmbio mediúnico, as impressões penosas cessam quase que imediatamente. Isso prova que elas estão ligadas à presença ostensiva de influências magnéticas baixas, que levam o perispírito do médium ao desequilíbrio fluídico. A "sujeira" energética concentra-se junto ao cérebro perispiritual e provoca um torpor artificial.

Quando observamos o fenômeno do bocejo nas sessões mediúnicas, geralmente ele está ligado a certas manifestações mediúnicas que vão acontecer na reunião.

Não são todas as manifestações de entidades necessitadas que provocam os bocejos. Nos casos pesquisados por nós, verificamos que se tratavam de Espíritos muito desesperados ou francamente maus que estavam junto dos médiuns.

Em outras situações, nos momentos que antecedem a palestra, por exemplo, observamos que o passe pode atenuar as ocorrências do bocejo. Ao derramar sobre o necessitado os fluidos salutares dos bons Espíritos, eles expulsam os fluidos malsãos que causam os bocejos, oriundos da atividade obsessiva.

Uma outra circunstância em que ocorrem os bocejos é nas ocasiões de benzimentos.
Existem um grande número de senhoras, chamadas benzedeiras, que aplicam passes em crianças recém nascidas que apresentam uma contaminação fluídica, popularmente chamada "quebranto" ou "mau olhado".
O problema da criança acontece quando pessoas adultas, que possuem uma atmosfera fluídica malsã, ficam com a criança no colo por muito tempo. A energia ruim que circunda a pessoa contamina a atmosfera espiritual da criança. Isso deixa o bebê irritado, prejudica o seu sono e em certas situações pode causar desarranjos orgânicos. Aos estudiosos mais conservadores, pode parecer que estamos falando de fantasias, mas a experiência demonstra que fatos são reais e perfeitamente explicáveis pela Doutrina Espírita.
Depois de alguns passes, normalmente a criança afetada volta à sua normalidade. Nada se faz de mais, a não ser derramar o fluido salutar dos bons Espíritos sobre a atmosfera malsã da criança, limpando-a dos fluidos nocivos.
Algumas benzedeiras têm o hábito de atrair o "mal" para elas. Depois de ministrarem o passe na criança, começam a bocejar seguidamente.
Afirmam que estão "limpando" a criança, mas na verdade o que fizeram foi agir com o pensamento, atraindo o fluido nocivo para a sua própria atmosfera psíquica, gerando na área do cérebro perispiritual o desequilíbrio fluídico que provoca os bocejos. Em todas as crendices populares existe um mecanismo da grande ciência do Espiritismo, que pode ser pesquisado por observadores.

Pode-se afirmar com certeza, que toda pessoa que boceja seguidamente no momento da reunião mediúnica, se não estiver sob a influência do cansaço, está sob má influência espiritual. A investigação mediúnica desses fenômenos pode ser objeto de estudo das casas espíritas sérias.

Autor: José Queid Tufaile Huaixan



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