24 de agosto de 2014

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HOMENAGEM TULCA AOS EXUS GUARDIÕES

Exus

Laroiê Exus é Mojubar Pombas Giras!

Família Tulca em Gira Festiva no dia 23/08/2014




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18 de agosto de 2014

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Comentário do texto "A Beneficência"

Comentário do texto "A Beneficência"




EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO 

Cap. XIII - Ítem 11 Tema: A Beneficência



"A Beneficência"

Já ouvimos falar que as pessoas normalmente procuram a religião pelo amor ou pela dor. Pela nossa experiência, observamos que muito mais pela dor. Em todas as religiões normalmente as pessoas procuram um lenitivo para as suas aflições, procuram no exterior, no movimento que vem de fora para dentro de si próprios. A começar por Deus, os espíritos e todos os santos que são os responsáveis para resolver o seu problema, afinal, elas fazem orações todas as noites antes de adormecer, vão à missa todos os domingos, fazem promessas para todos os santos, muitas vezes fazem penitências as mais dolorosas, recebem o espírito santo, vão ao terreiro para "retirar o encosto", fazem as oferendas aos Orixás certinhas, então é só esperar...

Meus irmãos, a religião não é um "balcão de negócios", ela existe para dar o conforto na hora da dor e para nos ensinar a progredir na nossa caminhada evolutiva. 

De tanto procurar do lado de fora a resolução dos seus problemas, muitos não percebem que é muito simples viver em paz e feliz. Como ensina a oração de São Francisco: "(...) é dando que se recebe (...)"! Simples assim!

O Evangelho quando nos traz a luz através das virtudes ensinadas por Jesus, mostra que a beneficência é mais um caminho para desenvolver o amor pelo próximo e obedecer aos primeiros mandamentos: "Amar a Deus sobre todas as coisas e ao teu próximo como a ti mesmo."

E completa:

"E que amá-lo de todo o coração, e de todo o entendimento, e de toda a alma, e de todas as forças, e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios." (Marcos 12:33)

Enfim, a religião verdadeira é a que pratica a beneficência em toda a sua plenitude.

Saravá aos nossos queridos Guias de Umbanda, especialmente aos nossos Pretos Velhos, que nos ensinam a prática do Bem para vivermos melhor a cada dia.

Ednay Melo





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17 de agosto de 2014

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HOMENAGEM TULCA AO ORIXÁ OMULU

Homenagem a Omulu
Família Tulca em gira festiva no dia 16 de agosto de 2014

Nós que fazemos a TULCA, agradecemos mais uma vez ao nosso querido Orixá co-regente mais um ano de bençãos em nossa tenda, construindo com as pedras que nos jogam, amando ao Divino Pai Olorum e a todos os Orixás acima de tudo, na alegria e na tristeza, na certeza de um melhor amanhã sempre! 

Oh meu pai, és tantas vezes mal compreendido quando alguns, por pura ignorância, o temem por associá-lo à doença e à morte, somente porque em tempos remotos os negros africanos oravam a ti, diante de uma epidemia de varíola, que por permissão de Deus e por merecimento que não nos cabe julgar, muitos irmão foram a óbito, e assim, os nossos irmãos africanos, por ingenuidade, acharam que foi vós, meu pai, o causador daquelas mortes...

Mas os tempos são outros, a sociedade evoluiu e a nossa religião apesar de eclética tem identidade própria, guarda forte influência dos cultos africanos, mas diante da nossa natural evolução, permeamos o limite do bom senso sempre e cabe aos que te amam desfazer este mal entendido.  

Omulu e Obaluaiê, em nossa doutrina, são energias do mesmo orixá: orixá da saúde, da transformação, da consciência kármica e do respeito aos nossos ancestrais como a nossa raiz mais profunda. Pai Omulu, representado pelo elemento terra, é o alicerce onde todos os orixás trabalham harmoniosamente em nosso benefício, proporcionando o equilíbrio tal qual proposta divina, em nossas vidas e em nosso planeta.

Saravá meu pai Omulu! Atotô Obaluaiê!!!!!

Por Ednay Melo








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10 de agosto de 2014

Comentário do texto "A Lei do Amor"



EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO 
Cap. XI - Ítens 8,9,10 Tema: A Lei do Amor


Comentário do texto "A Lei do Amor":

O amor que nos anuncia o Evangelho é o amor incondicional. Somos ainda espíritos imperfeitos, daí a dificuldade de por em prática este sentimento divino em toda a sua essência. Quem de nós nos sensibilizamos com a dor do outro, mas se fosse com um ente querido, familiar e que nos seja próximo, daríamos até a nossa própria vida para socorrê-lo? Este é um exemplo grosseiro, mas que ilustra o quanto somos egoístas em se tratando da grande família humana. Temos a tendência de nos fecharmos em grupos sociais e religiosos, e o que vai além deste limite simplesmente não nos interessa. Atualmente, os nossos irmãos do Oriente Médio sofrem o desespero de perderem a própria existência e a dos seus entes queridos em uma guerra desmedida, e quantos de nós nos unimos em prece para socorrê-los? Reflitam, se esta guerra fosse no nosso País, talvez a nossa prece fosse muito mais fervorosa...

Este amor egoísta também podemos observar em nosso próprio meio, entre familiares, casais, comunidades sociais e religiosas e o ciúme é o principal sintoma da nossa imaturidade diante da Lei do Amor.

Amar é, antes de tudo, renunciar. Esta verdade está grandiosamente ilustrada no livro "Renúncia" de Chico Xavier, quando Alcione nega as esferas elevadas que conquistou por merecimento, para rebaixar-se às esferas do plano inferior a fim de socorrer o seu ente amado.

O amor fraterno, incondicional, foi o amor Que Jesus veio nos ensinar quando encarnado na terra, esqueceu plenamente de si mesmo, sofreu mais do que qualquer um de nós sem dever e sem ter nada para resgatar, sem nenhuma culpa, apenas por amor à humanidade. 

Ednay Melo

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3 de agosto de 2014

Cantar e Bater Palmas na Umbanda


A Umbanda é musical, a Umbanda tem ritmo.

Ao entrar pela primeira vez em um templo de Umbanda muitos se deslumbram com a musicalidade dos pontos cantados e o consequente acompanhamento, pelos filhos de fé, que felizes batem palmas. Esse gesto parece, a princípio, apenas o acompanhamento daqueles que estão à vontade, felizes e interagindo com a curimba (atabaques) da casa. Mas não é não simples assim.


Ao bater palmas, ativamos os chacras localizados em diversos pontos das mãos, entramos em sintonia com a curimba, que deixa de trabalhar sozinha e passa a ter o apoio da corrente e assim conseguimos alcançar esferas espirituais às quais necessitamos para aqueles trabalhos.

O ponto cantado é uma prece, a curimba é a cadência que leva essa prece ao astral e traz o seu retorno, e as palmas ativam a energia dos chacras de cada membro da corrente (e até da assistência) para que haja fluidez nos trabalhos.

Portanto, cada um, mesmo sem perceber, desempenha um papel importante dentro da grande engrenagem que é uma gira de Umbanda. Ser um "médium samambaia" (daqueles que ficam estáticos, parados e nem se mexem) não condiz com o que necessitamos para o bom desenvolvimento dos trabalhos. Tarefas aparentemente simples e espontâneas, como bater palmas são muito importantes para o bom andamento dos trabalhos. Faça a sua parte e terá um retorno espiritual maior.

Douglas Fersan



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O Ato de Bocejar na Casa Espírita





Um dos fenômenos que chama a atenção dos observadores atentos é o bocejo que muitas pessoas apresentam quando estão nos centros espíritas. Muito já se falou a respeito, mas quase ninguém conseguiu dar uma explicação lógica para o fato. 

Em nossas reuniões mediúnicas observamos que nas ocasiões em que os médiuns estão sob má influência, eles bocejam com certa frequência. 
Alguma coisa acontece com a organização física-perispiritual dessas pessoas, provocando o fenômeno.

Verificamos também que depois de darem passividade mediúnica, os bocejos cessam imediatamente, o que mostra que a causa se liga diretamente à fenomenologia da mediunidade.

Allan Kardec, em O Livro dos Espíritos, demonstrou que os fluidos perispirituais podem concentrar-se em alguns órgãos conforme a necessidade momentânea de cada criatura.

Assim, por exemplo, se uma pessoa está correndo, os fluidos perispirituais estarão concentrados nos setores mais solicitados do corpo físico, tendo em vista o exercício em questão. Acontece o mesmo com outras atividades orgânicas.

Um outro momento em que o ser humano boceja é quando está com sono. Qual seria o mecanismo para essa ocorrência? Talvez, se explicarmos uma coisa, poderemos encontrar a resposta para a outra.

Pensamos que uma hipótese pode ser levantada para explicar tanto o fenômeno natural quanto o mediúnico. 
É a do desequilíbrio fluídico do perispírito.

Achamos que o relógio biológico do organismo também funciona no corpo perispiritual. Aprendemos que o corpo físico é uma cópia grosseira do perispírito e, por isso, reflete toda a sua estrutura e mecanismos de funcionamento. Quando vamos dormir, alguma coisa nos coloca em condições para que o sono possa se estabelecer.

Possivelmente, é o relógio biológico que controla o fenômeno da sonolência física. Em determinados momentos e em certas situações, esse controlador natural do ser humano deve acionar um mecanismo fazendo com que haja uma concentração fluídica na área do cérebro, provocando um torpor na percepção da pessoa, predispondo ao sono. Essa concentração fluídica parece provocar o bocejo natural. 

Ao chegar o momento de dormir, é comum bocejarmos algumas vezes antes de nos entregarmos ao sono. É sinal de que está chegando a hora de repousar o corpo físico que se encontra esgotado.

Depois que dormimos, o inconsciente assume as funções biológicas do organismo físico e o Espírito, em alguns casos, pode libertar-se das amarras que lhe prende à carne e até ter experiências no além. Durante o repouso a situação fluídica perispiritual tende ao equilíbrio, fazendo com que ao despertar, a criatura sinta uma agradável sensação de bem estar.

No caso do bocejo provocado por Espíritos, possivelmente ocorre algo parecido, por meio das ligações entre o Espírito desencarnado e o médium. Temos conhecimento de que essas ligações se fazem através do psiquismo. Quando um medianeiro está sob má influência ou prestes a dar passividade a uma entidade desajustada, seu psiquismo fica como que impregnado de fluidos pesados, o que provoca um torpor mental semelhante ao sono físico, fazendo-o bocejar.

Já tivemos a oportunidade de receber tais tipos de influências nas atividades mediúnicas que desenvolvemos regularmente e nos foi possível sentir como elas agem contaminando o organismo perispiritual intensamente. Os bocejos são frequentemente seguidos de um forte lacrimejamento e a sensação é de profundo mal-estar.

Normalmente tais fenômenos ocorrem no período que antecede as atividades mediúnicas, principalmente no momento em que se está estudando o Evangelho. Depois do intercâmbio mediúnico, as impressões penosas cessam quase que imediatamente. Isso prova que elas estão ligadas à presença ostensiva de influências magnéticas baixas, que levam o perispírito do médium ao desequilíbrio fluídico. A "sujeira" energética concentra-se junto ao cérebro perispiritual e provoca um torpor artificial.

Quando observamos o fenômeno do bocejo nas sessões mediúnicas, geralmente ele está ligado a certas manifestações mediúnicas que vão acontecer na reunião.

Não são todas as manifestações de entidades necessitadas que provocam os bocejos. Nos casos pesquisados por nós, verificamos que se tratavam de Espíritos muito desesperados ou francamente maus que estavam junto dos médiuns.

Em outras situações, nos momentos que antecedem a palestra, por exemplo, observamos que o passe pode atenuar as ocorrências do bocejo. Ao derramar sobre o necessitado os fluidos salutares dos bons Espíritos, eles expulsam os fluidos malsãos que causam os bocejos, oriundos da atividade obsessiva.

Uma outra circunstância em que ocorrem os bocejos é nas ocasiões de benzimentos.
Existem um grande número de senhoras, chamadas benzedeiras, que aplicam passes em crianças recém nascidas que apresentam uma contaminação fluídica, popularmente chamada "quebranto" ou "mau olhado".
O problema da criança acontece quando pessoas adultas, que possuem uma atmosfera fluídica malsã, ficam com a criança no colo por muito tempo. A energia ruim que circunda a pessoa contamina a atmosfera espiritual da criança. Isso deixa o bebê irritado, prejudica o seu sono e em certas situações pode causar desarranjos orgânicos. Aos estudiosos mais conservadores, pode parecer que estamos falando de fantasias, mas a experiência demonstra que fatos são reais e perfeitamente explicáveis pela Doutrina Espírita.
Depois de alguns passes, normalmente a criança afetada volta à sua normalidade. Nada se faz de mais, a não ser derramar o fluido salutar dos bons Espíritos sobre a atmosfera malsã da criança, limpando-a dos fluidos nocivos.
Algumas benzedeiras têm o hábito de atrair o "mal" para elas. Depois de ministrarem o passe na criança, começam a bocejar seguidamente.
Afirmam que estão "limpando" a criança, mas na verdade o que fizeram foi agir com o pensamento, atraindo o fluido nocivo para a sua própria atmosfera psíquica, gerando na área do cérebro perispiritual o desequilíbrio fluídico que provoca os bocejos. Em todas as crendices populares existe um mecanismo da grande ciência do Espiritismo, que pode ser pesquisado por observadores.

Pode-se afirmar com certeza, que toda pessoa que boceja seguidamente no momento da reunião mediúnica, se não estiver sob a influência do cansaço, está sob má influência espiritual. A investigação mediúnica desses fenômenos pode ser objeto de estudo das casas espíritas sérias.

Autor: José Queid Tufaile Huaixan



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