31 de janeiro de 2015

A Umbanda é a Simplicidade em Ação - Psicografado por Ednay Melo



Não existe infortúnio maior do que complicar o simples!



A beleza está na verdade da planta, que rompe a terra para exalar o perfume de suas flores!



A Umbanda é a simplicidade em ação!


Não vejam cor onde existe treva, nem treva onde existe luz!

Tudo é muito claro e simples!

A simplicidade do coração alcança grandes verdades. Sejam o sol sempre a iluminar o caminho que os vossos pés percorrem!

Luz, amor, caridade, sintonia, paz, equilíbrio, esperança, fraternidade, igualdade, humildade e fé!

Esta é a Umbanda que anunciamos a quem de fato quer ouvir e praticar!

E ouvindo e praticando terás todas as respostas na simplicidade da Umbanda!

Complicar o simples é querer ser onde nunca existiu, é buscar desesperadamente os aplausos que lhe acariciem o ego. 

Umbanda é a simplicidade refletida nas boas ações, nunca no verbo anunciado!

Mensagem recebida em reunião mediúnica na Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca, em 31/01/15 





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30 de janeiro de 2015

Entenda o que é Magia


Para Papus (1865-1916), magia é o estudo e a prática das forças da natureza e por isso é considerada uma ciência pura. O apelo às forças divinas, a caridade e as orações representam o uso correto e útil para entrar em contato com o mundo divino.


Palavra originária do grego magein designava originalmente a ciência e a religião dos sacerdotes de Zoroastro. Quem quer praticar a verdadeira magia deve ser um conhecedor das diferentes vertentes religiosas para obter o que considera como sua verdade.

Paracelso (1493-1541) explicou que a magia significava o poder do espírito humano para governar todas as influências exteriores com o objetivo de fazer o bem.

Helena Blavatsky (1831-1891), escreveu em seus tratados teosóficos que a magia é a grande ciência, considerada sagrada e inseparável da religião. Ela é a arte de utilizar conscientemente os poderes invisíveis (espirituais) para produzir efeitos visíveis. A vontade, o amor e a imaginação são poderes mágicos que todos possuem. Aquele que sabe desenvolvê-los de modo consciente e eficaz é considerado um mago.

A fé em si mesmo é essencial para praticar a magia e, em muitos casos, é necessário o isolamento e também a abnegação.

A magia é o caminho para se comunicar com as potências supremas. Os magos empregam seus poderes para auxiliar as pessoas, desde que essa ajuda seja sempre realizada em harmonia com as leis que regem seu estágio e crescimento espiritual. Ela deve estar baseada na lei da simpatia, a qual entende que uma coisa pode agir sobre outra à distância, pelo fato de estarem secretamente ligadas entre si, por meio de laços invisíveis.

Os místicos da Idade Média dividiram a magia em duas partes: teurgia e goecia. A teurgia é conhecida por teósofos e metafísicos. É a magia utilizada para entrar em contato com o universo dos anjos, pedir auxilio, realizar os rituais angélicos, etc. Quem se utiliza desta magia é intitulado "mago branco".

A goécia é o mesmo que a magia negra, ou seja, usa os encantamentos para atrair os espíritos inferiores e malignos para fins egoístas. Quem faz uso desta magia é considerado um "mago negro".

O mago branco, portanto, é impulsionado pelo amor e benevolência. Ele não atua na expectativa da recompensa e sua alma se desenvolve de maneira intensa como resultado do emprego que ele faz da magia. Já o propósito do mago negro é o ganho financeiro e fins egoístas.

A magia é conhecida há séculos e foi utilizada em várias civilizações. Na Idade Média, todos os praticantes de magia foram perseguidos e mortos pela igreja católica, já que se acreditava que os magos cultuavam o demônio.

A feitiçaria é diferente da magia, pois está relacionada com as forças da alma animal. A magia está direcionada ao poder que todo ser humano tem em conectar-se com o universo superior, incluindo anjos, mestres ascencionados, seres de luz, etc.

Toda pessoa é dotada de um enorme reservatório de força mágica sendo possível acessá-la por meio do uso de técnicas adequadas.

Monica Buonfiglio



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28 de janeiro de 2015

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Postura nos Templos


Postura nos Templos de Umbanda




O sucesso dos trabalhos efetuados em uma sessão espiritual depende, em grande parte, da concentração e da postura de médiuns e assistentes presentes.


Os templos umbandistas são locais sagrados, especialmente preparados para atividades espirituais, e que têm sobre seus espaços uma cúpula espiritual responsável pelas diretrizes básicas de amparo, orientação e segurança daqueles que, ou buscam ali a solução ou o abrandamento de seus males, ou dos que emprestam sua estrutura física para servirem de veículos à prática da caridade.

Apesar disto, alguns participantes julgam que, por tratar-se de culto de invocação, não se deve dar a devida atenção e respeito, sendo tais virtudes ausentes nestes indivíduos.

Devemos lembrar que o silêncio e a pureza de pensamentos são essenciais ao exercício da fé.

Alguns assistentes, e mesmo alguns médiuns, dirigirem-se desrespeitosamente aos espíritos trabalhadores. Debocham de suas características e duvidam de sua eficiência. Entretanto, quando passam por uma série de sofrimentos físicos e espirituais, tendo recorrido inclusive a médicos, sem êxito, recorrem àqueles mesmos espíritos que outrora foram alvos de sua indiferença. Restabelecidos, atribuem sua melhora ao acaso.

Devem, médiuns e assistentes, observar o silêncio e o pensamento em situações ou coisas que representem fluídos do bem. Este procedimento tem como conseqüência a irmanação energética com os espíritos, decorrendo daí o derramamento sobre o terreiro do elixir etéreo da paz e da fraternidade.

O que se consegue do mundo astral é, antes de tudo, fruto da bondade e do merecimento de cada um. A conduta reta e positiva deve ser a tônica em uma agremiação umbandista, para que os Guias e Protetores possam instalar no mental e no coração de cada participante sementes de bondade, amor e proteção. A homogeneidade de pensamentos é instrumento de poder do ser humano, rumo a concretização de seus desejos, sendo fundamental que se apresentem límpidos e sinceros em uma Casa de Umbanda.


Umbanda e Assistência:

Qual o papel de fato da Umbanda na vida das pessoas que frequentam seus rituais e ao mesmo tempo, qual deve ser a postura de uma pessoa enquanto participante da assistência em um ritual de Umbanda. Estas duas questões, guardam íntima relação entre si.

A primeira questão tenta descobrir como as pessoas que participam de assistências de cultos de Umbanda, vêem esses cultos e a própria Umbanda. O que destes cultos e das vivências neles apreendidas, elas levam para suas vidas quotidianas? Como essas pessoas se definem em termos de religião?

É certo que não podemos generalizar. Assim como em qualquer coletividade, também em uma assistência estarão presentes pessoas com pensamentos, anseios e posturas diferentes. Mas a questão que se impõe é se é necessário que essas pessoas tenham um mínimo de conhecimento do que é a Umbanda e seus cultos. E se realmente precisam enxergar a Umbanda como religião e até mesmo como a religião delas. Uma premissa muito importante enunciada pela Umbanda é que não se deve negar ajuda a ninguém. Assim, partindo deste princípio não podemos cobrar de uma pessoa que se ela frequenta os cultos de uma casa de Umbanda, ele se declare como Umbandista.

Sabemos que a Umbanda ainda sofre de muitos preconceitos, e que decorrente disso muitas pessoas que frequentam cultos de Umbanda têm medo de serem rotulados pejorativamente. Também pela origem multifacetada da Umbanda e também pela premissa de ajudar a todos, não podemos e nem devemos proibir a participação de irmãos oriundos de outros religiões. Por outro lado, podemos considerar que a falta de identificação pode causar uma falta de compromisso. Por isso talvez, sejam tão comuns as queixas sobre pessoas da assistência que vão às sessões de Umbanda apenas para “pedir coisas” mas não honrem as sessões com comportamentos condizentes com os de uma casa religiosa, ou seja, vestem-se de maneira imprópria, conversam em momentos inoportunos, entre outras coisas. Algumas pessoas apenas visitam uma casa de Umbanda quando estão com problemas. Isso significa que não fazem da Umbanda uma opção religiosa constante. Utilizam as sessões de Umbanda como “fast-food de consulta”, isto é, quando precisam, vão até lá, pedem o que precisam e vão embora abandonando o local até que a próxima necessidade os faça regressar.

Outras há que vão apenas aos dias de festas. Elas podem estar encarando a Umbanda como uma bonita manifestação da “cultura popular brasileira”, ou seja, uma atração turística ou ainda “coisa para inglês ver”. Visitam, acham bonito, mas não apreendem o real significado da religião praticada ali. A outra questão, também de extrema importância, é o que a participação da assistência contribui para a sessão. Uma assistência participativa tem o mesmo resultado para uma sessão do que uma assistência apática? O que é mais interessante para a Umbanda, uma assistência ignorante sobre os conhecimentos ou uma assistência consciente do que são os rituais e dos porquês destes rituais. Essas duas questões estão inter-relacionadas porque que quanto mais as pessoas que compõem uma assistência estão integradas no culto, mais elas respeitarão este ritual, participando ativamente dele, entendendo como e porque devem se comportar a cada momento.Elas entenderão melhor que a religião não se pratica somente dentro dos templos, mas em todo o lugar. Elas aprenderão que também elas têm a responsabilidade de fazer a caridade e semear a paz e amor ao próximo.

Autor desconhecido





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25 de janeiro de 2015

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Obsessão e Auto-Obsessão: Quem é o Culpado?


Obsessão e Auto-Obsessão: Quem é o Culpado?

Diante de nossa disposição em permanecer na condição de vítimas, nos habituamos a culpar o mundo externo pelos fracassos e insucessos. A família, o chefe, a situação econômica, a política, o tempo ou ainda, o obsessor, são os vilões.

Nossa vida está difícil, os relacionamentos não dão certo, as finanças vão mal, e sempre existe um culpado, que claro, não somos nós.

Temos o hábito negativo de colocar a responsabilidade sempre no outro e muitas vezes no obsessor, esquecendo, contudo, que nós o atraímos face ao nosso estado vibracional.

A única diferença entre nós e um obsessor é que ele está desencarnado e nós no corpo físico, mas ambos com sentimentos, emoções e pensamentos, inclusive negativos.

Esquecemos que a maior e mais silenciosa forma obsessiva é a auto-obsessão, que sem sombra de dúvidas, praticamos. Não percebemos que mesmo no veículo carnal, agimos como obsessores em muitas situações.

Há auto-obsessão quando nos depreciamos, nos cobramos demais, nos criticamos, vendo somente nossos defeitos, isso porque esquecemos de nossa origem divina.

Quantas vezes mantemos uma conduta, um comportamento obsessivo, querendo algo, alguém, que nem sempre vai ao encontro de nossa missão evolutiva...isso é auto-obsessão.

Fingimos para os outros e às vezes até para nós mesmos que somos bonzinhos, nos surpreendemos com atitudes egoístas de outras pessoas, fingimos não sentir nada maléfico, mas nosso coração diz ao contrário, porém, o orgulho nos cega, nos cobre com o véu de maia.

Somos obsessores de nossos semelhantes quando julgamos, queremos sempre ter razão, e pousamos de espiritualistas comprometidos.

Somos assediadores quando controlamos as pessoas, acreditando que fazemos por amor, que nossas verdades são absolutas.

Quando defendemos muito uma opinião, de forma intolerante, mesmo que universal, mostra que há preconceito, pois não aceitamos o novo e o diferente e, outra vez estamos impondo, dizendo o que é melhor.

Agimos como obsessores quando sentimos inveja, raiva, ódio de quem está próximo e confundimos esses sentimentos, na verdade fingimos que estamos sendo injustiçados e estamos certos em manifestá-los.

Obsediamos quando culpamos o outro por nossa realidade conflitante, quando esquecemos que os sentimentos negativos internos são oportunidades de aprendizado e evolução consciencial.

Obsediamos um familiar que já desencarnou quando não nos conformamos com sua partida, o chamamos, cremos que somos os coitadinhos, porque fomos deixados.

A pessoa que desencarnou e está agindo como assediador não é melhor, mas nem pior que nós...é nosso irmão que está desorientado, como nos sentimos muitas vezes, aqui na Terra.

É pura arrogância acreditar que quem desencarnou tem que dar exemplo e que o obsessor é o vilão...certamente em vidas passadas já fomos obsessores também. Afinal, se fossemos bonzinhos, não estaríamos aqui, mas sim em um plano evolutivo superior, portanto, estamos todos no mesmo barco.

Será que após o nosso desencarne, com inúmeros sentimentos negativos que possuímos, seremos melhores do outro lado? Pensemos nisso com carinho, a fim de verificar o que precisamos curar e compreender ainda nesta existência.

Outro ponto importante é não ter medo extremo, achar que tudo que acontece em nossa vida de negativo é porque existe algum desencarnado perto, que somos crianças indefesas.

Nada disso, pois com nossa vibração, atraímos quem está na mesma freqüência, de sentimentos, emoções e pensamentos, então não pense que somos as vitimas e o obsessor o culpado. Sempre existe uma união de sintonias, uma afinidade energética.

Colocar a culpa em um ser desencarnado revela falta de maturidade emocional e espiritual. A pessoa que está sintonizada com uma energia obsessiva vibra na mesma freqüência, ou seja, sente, pensa, manifesta as mesmas emoções e sentimentos.

No universo, semelhantes se atraem, é uma lei universal e não tem como ser diferente. É preciso modificar o estado vibracional, sem culpar ninguém.

A pior obsessão é a auto-obsessão, que é silenciosa e disfarçada, e ela que abre caminho para as demais formas obsessivas.

Portanto, se queremos paz, amor, tranquilidade na vida, com energias positivas, companhia de mestres e anjos, nessa energia temos que vibrar. Temos que fazer a nossa parte, agirmos com mais seriedade e discernimento espiritual.

Fonte: Luz da Serra







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Vidência e Clarividência Segundo o Espiritismo


Vidência e Clarividência Segundo o Espiritismo


É comum encontrarmos, entre aqueles que iniciam os estudos e o desenvolvimento da mediunidade, o desejo (muitas vezes secreto) de adquirir a vidência, isto é, a faculdade de ver os Espíritos.


Inicialmente, é preciso buscar, nas orientações de Kardec em “O Livro dos Médiuns”, sua definição para médiuns videntes (cap. 14 da Segunda Parte, item 167):

Vidência e Clarividência Segundo o Espiritismo

“Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos. Há os que gozam dessa faculdade em estado normal, perfeitamente acordados, guardando lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambúlico ou aproximado do sonambulismo. É raro que esta faculdade seja permanente, sendo quase sempre o resultado de uma crise súbita e passageira.”


Já em relação ao que se costuma denominar como clarividência, Kardec tratava como segunda vista ou dupla vista e é no livro “Obras póstumas” que ele trata especificamente desse tema. A diferença entre a vidência simples e aquilo que denominamos clarividência fica bem delineada nos comentários de Kardec. Em linhas gerais ele conclui que o médium vidente comum vê os Espíritos porque são estes que se fazem ver; em outras palavras, é o Espírito que quer ser visto e assim, se manifesta ao médium vidente, que assim registra sua presença.


Nas pessoas que possuem a clarividência, ou segunda vista, segundo Kardec, a visão do mundo espiritual e dos Espíritos é algo natural, ocorrendo no estado de vigília, sendo sempre natural e espontâneo. Isso fica claro nessas palavras que ele anotou em Obras Póstumas:


“É de notar-se que as pessoas dotadas dessa faculdade não suspeitam possuí-la. Ela se lhes afigura natural, como a de ver com os olhos. Consideram-na um atributo de seu ser e nunca coisa excepcional”.


Outro ponto importante em relação à segunda vista é que ela se desenvolve segundo a moralidade de quem a possui, conforme esclarece Kardec:


“Esse dom da segunda vista é que, em estado rudimentar, dá a certas pessoas o tato, a perspicácia, uma espécie de segurança aos atos, o que se pode com justeza denominar golpe de vista moral. Mais desenvolvido, ele acorda os pressentimentos, ainda mais desenvolvido, faz ver acontecimentos que já se realizaram, ou que estão prestes a realizar-se; finalmente, quando chega ao apogeu, é o êxtase vigil.” (vigil é sinônimo de acordado).


Com as elucidações de Kardec sobre o tema, pode-se concluir que a percepção do mundo espiritual se amplia conforme vamos progredindo espiritualmente. Aqueles que a Igreja consagrou como santos, muitos eram portadores da segunda vista e entravam em verdadeiros êxtases diante das visões do mundo espiritual. Em compensação, o médium vidente comum só vê um Espírito se este quiser ser visto.


Como a vidência é um fenômeno subjetivo, é preciso estar atento sobre os fatos que os médiuns videntes narram sobre aquilo que vêem, já que muitos, na ânsia de algo mostrarem, acabam sugestionados pela própria imaginação exaltada. Por esse motivo, é sempre necessário conhecer a índole, o caráter e a moralidade daqueles que dizem ser videntes.


O exemplo mais próximo que possuímos, em nossos tempos, é o de Francisco Cândido Xavier. Ele possuía a segunda vista, ou seja, percebia o mundo espiritual com naturalidade mas, justamente por ser pessoa espiritualmente muito acima da humanidade comum, essa faculdade já era para ele uma conquista.

Por ser portador de rigorosa disciplina, material e principalmente espiritual, por sua fé inabalável, por sua fidelidade aos ensinamentos de Jesus e Kardec, e mais ainda pelo seu imenso amor ao próximo, ele soube conviver com as duas realidades ao mesmo tempo, sem fazer alarde do que presenciava, sem projetar-se pessoalmente com o que percebia.

Para nós outros, a percepção permanente dos Espíritos e do mundo espiritual certamente nos levaria ao desequilíbrio mental.


Muitas pessoas que se aproximavam de Chico, em busca de orientação para a mediunidade, diziam a ele o quanto desejavam ser médium vidente, ao que ele respondia: “quem vê o lírio, também vê o sapo”. Recomendação profunda, em palavras simples. Como estamos longe da evolução espiritual, certamente veríamos mais Espíritos sofredores e perturbados do que Espíritos iluminados; veríamos mais quadros de sofrimento do que cenários da Espiritualidade Superior!


Com base nos ensinamentos de Kardec, sobretudo em “Obras póstumas”, e com os vários exemplos que Chico Xavier nos deixou, podemos dizer: ao invés de ficar tentando ver Espíritos, voltemos nossos olhos para nós mesmos, para nossas imperfeições, para nossa necessidade de reforma interior, buscando adquirir as qualidades que ainda nos faltam.


Ao invés de buscarmos os fenômenos que a vidência pode proporcionar, voltemos nossa atenção para os ensinamentos que a Doutrina Espírita nos oferece, estudando e compreendendo melhor a delicada questão da mediunidade.


Fonte: Grupo Espírita Allan Kardec


(Tema abordado na reunião pública do dia 20 de agosto de 2012)







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22 de janeiro de 2015

Diabetes, uma Visão Médico-Espírita


A Diabetes é uma doença caracterizada pela elevada taxa de glicose (açúcar) no sangue, devido a deficiência na produção de insulina ou na dificuldade de ação desse hormônio no organismo. Atualmente, há cerca de 240 milhões de portadores da Diabetes em todo o mundo, e estima-se que em 2025 esse número chagará a 350 milhões.


A Diabetes melitus pode ser dividida em tipo I e tipo II e tem raízes, do ponto de vista médico, na interação de fatores genéticos com estímulos ambientais. A Tipo I acomete indivíduos na infância e adolescência e caracteriza-se por ser uma doença auto-inume, ou seja, o organismo produz anticorpos contra as células Beta do pâncreas, produtoras de insulina, levando à deficiência desse hormônio. Há a necessidade de se administrar a insulina por via subcutânea para repor a falta desse importante hormônio controlador do metabolismo de carboidratos, proteínas e lipídeos. Já o Tipo II é a diabetes que é decorrente predominantemente de fatores ambientais e comportamentais, sendo a obesidade, sobretudo a abdominal, o principal fator de risco para seu desenvolvimento. Há a produção normal ou pouco diminuída de insulina, mas ela não consegue exercer o seu papel nas células devido à resistência nos tecidos, que impedem sua absorção e ação intracelular. Há a necessidade de se administrar fármacos hipoglicemiantes, que reduzem a taxa de açúcar no sangue, pois a glicemia elevada produz um estado de inflamação crônica que pode lesar tecidos e órgãos, gerando complicações, sendo as mais freqüentes a neuropatia, a retinopatia e as lesões renais. Para se evitar desenvolver diabetes e também tratá-la, o mais recomendado é a adoção de atividades físicas aeróbicas e dieta, rica em saladas verdes, derivados do leite, carne branca e magra, além da redução da ingestão de açúcares e uso de medicações específicas.

Do ponto de vista espiritual, entendemos que as predisposições genéticas que trazemos na reencarnação falam de nosso passado espiritual e de nossas tendências, mas, sobretudo de nossas necessidades reeducativas. A Diabetes é, de forma geral, um grande convite ao aprendizado do limite e do auto-amor. Ao invés de ser um castigo divino ou uma punição por erros ou ainda carma, como alguns acreditam, essa doença se apresenta como expressão de nossas escolhas e construções individuais ao longo dos tempos. É, portanto, recurso de autodomínio e autoconhecimento, que promove o seu portador, quando este aproveita a oportunidade para vencer a si mesmo, a um estado de maior equilíbrio e harmonia do que tinha antes, ao reencarnar, lembrando que somos todos espíritos imortais e não meros seres carnais vivenciando uma experiência passageira. Segundo proposta do Dr. César Geremias, endocrinologista gaúcho, a Diabetes tipo I, por suas características, teria raízes na auto-agressão, culpa, vitimização e autopunição, manifestações da falta de auto-perdão e sobretudo do orgulho, sentimento base que seria o núcleo principal a ser trabalhado nesse caso. Já a Diabetes tipo II teria suas raízes na falta de auto-cuidado, no hedonismo excessivo, na exaustão das energias psicofísicas e excesso de auto-preservação, manifestações diferenciadas do egoísmo, que seria o núcleo principal ou sentimento base nesse caso. Perceber essas características em si, reconhecê-las, acolhê-las e esforçar por transformá-las, no processo reeducativo que a doença convida, seria o objetivo maior da doença, lembrando-se sempre que é necessário individualizar cada caso e somente o autoconhecimento poderá fornecer a indicação segura das necessidades de cada um. Mas, independente de sua origem, a Diabetes é um grande convite ao auto-amor, à auto-preservação e à superação de si mesmo, caminhos de paz interior e saúde integral.

Dr. Andrei Moreira
Médico generalista integrante de uma equipe do PSF em BH/MG
Presidente da Associação Médico-Espírita de MG



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20 de janeiro de 2015

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Salve o dia 20 de Janeiro! Saravá Oxossi!!!


Oxossi Umbanda




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18 de janeiro de 2015

Sobre a Pena de Morte



Esta semana tivemos nos noticiários a continuada informação que um brasileiro seria executado na Indonésia. E o foi, no dia de ontem (sábado, 17 de Janeiro), com outras pessoas consideradas violadoras das leis daquele país. Nosso país, ao menos de forma regular – em tempos de paz -, não possui pena de morte, mas em outros lugares do mundo ela existe, por isso o Brasil tentou interferir diplomaticamente a fim de evitar o fatal desfecho, porém infrutiferamente. É que quando se violam leis internacionais, muitos riscos são assumidos e nem todos são evitáveis, sendo o que aconteceu..


Não entraremos no mérito da questão se a Indonésia agiu corretamente ou não. A questão que nos interessa agora é de ordem espiritual, razão que nos leva a pensar sobre o que ensina o Espiritismo sobre o tema.

A primeira obra da Codificação Espírita, intitulada "O Livro dos Espíritos", trata do assunto "pena de morte" da questão 760 a 765. E primeiramente esclarece que um dia ela será abolida da Terra, quando os homens mais não sentirem necessidade de julgar outros homens; esse tempo será prova de um salto de qualidade nas relações humanas, nascido da evolução moral, social e legal da população terrena.

Dizem os Espíritos, esse dia está longe de nós. Ressalvamos que “O Livro dos Espíritos” foi escrito em 1857, há 158 anos (em abril), e muita coisa mudou, mas ainda não chegamos ao ideal, o fim da morte como "método educativo" do ser humano em todos os lugares do planeta.

Ao comentar a resposta à questão 760, diz Allan Kardec que:

"O progresso social ainda deixa muito a desejar, mas seríamos injustos para com a sociedade moderna se não víssemos um progresso nas restrições impostas á pena de morte entre os povos mais adiantados, e à natureza dos crimes aos quais se limita a sua aplicação."

Verdade! Mas, além disso, devemos ter cuidado! Não deturpemos as palavras do Cristo que disse “quem matar pela espada perecerá pela espada”. Ele não se referia à pena de talião, vulgarmente conhecida como “olho por olho, dente por dente”. Somente Deus deve aplicar a lei de talião, e o faz durante as reencarnações da alma. Não é competência humana interferir no que não conhece. E o homem não conhece as motivações, responsabilidades e culpas alheias – certamente nem mesmo as suas próprias!

Nem tudo que um dia foi bom, necessário e método conhecido para sobreviver com alguma qualidade neste planeta, ainda o é. Nem todos compreendem como nós, e necessitamos ser misericordiosos com as limitações ou direções diversas do entendimento alheias.

Cabe dizer, aliás, que no caso do nosso irmão brasileiro, antes de tudo ele foi vítima de si mesmo e não importa quanto se tente culpar a Indonésia por sua morte, o fato é que ele optou por um risco calculado e foi pego na própria rede. Assim é com todos nós em tudo que fazemos. O resto, a prisão e a morte física dele, foi consequência de suas escolhas e da evolução moral planetária.

Certamente devemos orar pelos que ontem adentraram à vida espiritual, imortal, pelas mãos da morte imposta como penalidade a crimes. E pelos que decidiram que assim fosse feito. E pelos que atiraram no exercício do dever militar. Recordemos sobretudo de orar para que o entendimento do perdão, da misericórdia, da educação e do amor como meio de solução de problemas, desequilíbrios e crimes, se faça realidade na Terra o mais brevemente possível.

O mundo está evoluindo mais rápido do que nos parece, ainda que muitos pensem que estamos em retrocesso. Não existe retrocesso nas leis divinas e não pisamos chão que não seja permitido que pisemos, pela Providência Divina.

Deixemos de criticar e julgar tanto os erros dos outros, e passemos, enquanto temos condições na encarnação, a avaliar a nós mesmos, evitando que semeaduras imaturas e impensadas que se tornarão colheitas amargas e árduas, no nosso hoje ou no nosso amanhã.

Misericórdia é o que precisamos.
E misericórdia nasce do Amor.

Vania Mugnato de Vasconcelos




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Oxum


É a força dos rios, que correm sempre adiante, levando e distribuindo pelo mundo sua água que mata a sede. É a Mãe da água doce, Rainha das cachoeiras, Deusa da candura e da meiguice.

Orixá da prosperidade e da riqueza interior, ela é a manifestação do Amor, o amor puro, real, maduro, solidificado, sensível e incondicional, por isso é associada à maternidade e ligada ao desenvolvimento da criança ainda no ventre da mãe, da mesma maneira que Yemanjá.

A regência fascinante de Oxum é o processo de fecundação, na multiplicação da célula mater.

É Oxum quem gera o nascimento de novas vidas que estarão no período de gestação numa bolsa de água – como ela, Oxum, rainha das águas.

É, sem dúvida alguma, das regências mais fascinantes, pois é o início, a formação da vida. É Oxum que "tomará conta" até o nascimento, quando, então, entrega à Yemanjá, que será responsável pelo destino daquela criança.

Oxum não vê defeitos nos seus filhos, não vê sujidade. Os seus filhos são verdadeiras jóias, e ela só consegue ver o seu brilho. É por isso que Oxum é a mãe das crianças, seres inocentes e sem maldade, zelando por elas desde o ventre até que adquiram a sua independência.

Os seus filhos, melhor, as suas jóias, são a sua maior riqueza. Como acontece com as águas, nunca se pode prever o estado em que encontraremos Oxum; como também não podemos segurá-la em nossas mãos. Assim, Oxum é o ardil feminino, considerada a deusa do amor, a Vênus africana. O casamento, o ventre, a fecundidade e as crianças são de Oxum, assim como, talvez por consequência, a felicidade.

De menina-moça faceira, passando pela mulher irresistível até a senhora protetora, Oxum é sempre dona de uma personalidade forte, que não aceita ser relegada a segundo plano, afirmando-se em todas circunstâncias da vida.

Oxum é o amor, é a capacidade de sentir amor. A partir desse amor é que se dá a origem as Agregações, e consequentemente origina a concepção das coisas.

Ela é o elo que une os Seres sob uma mesma crença, trazendo a união espiritual. É o elo que une dois Seres sob o mesmo amor, agregando-os onde se dá inicio à concepção de uma nova vida. Ela é quem agrega os bens materiais que torna um ser rico, portanto, é conhecida como Orixá da Riqueza, Senhora do Ouro e das Pedras Preciosas.

O toque dos atabaques, que acompanha sua dança no candomblé, é denominado ijexá. A dança de Oxum é a mímica da mulher faceira, que se embeleza e atavia, exibindo com orgulho colares e pulseiras tilintantes.

Diante do espelho sorri, vaidosa e feliz, por se ver tão linda e sedutora. Essa doçura de encanto feminino, porém, não revela a deusa por inteiro. Pois ela é também guerreira intrépida e lutadora pertinaz.

Como as águas dos rios, a força de Oxum vai a todos os cantos da terra. Ela dá de beber às folhas de Ossain, aos animais e plantas de Oxossi, esfria o aço forjado por Ogum, lava as feridas de Obaluaê, compõe a luz do arco-íris de Oxumarê.

Oxum está em tudo, pois, se amamos algo ou alguém é porque ela está dentro de nós.

Umbanda Carismática



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15 de janeiro de 2015

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As Pérolas de um Preto Velho

As Pérolas de um Preto Velho

Humildade, paciência, benevolência, sabedoria e luz




Meu filho, lá nos planos espirituais, aonde você muitas vezes vai quando dorme, mas ao acordar não lembra, existe uma grande família espiritual a lhe esperar, velar e torcer por você. Quebre a barreira vibracional com sentimentos e pensamentos elevados, levando seu coração até eles. Mate a saudade espiritual que existe dentro do seu peito. Deixe a intuição fluir. Os mentores não são mestres intocáveis que vocês devem reverenciar, mas sim, são amigos de jornadas. Conheça-os, trabalhem juntos e se alegrem juntos. Eles estão te esperando.

Mediunidade é uma missão importante, mas não diviniza e nem inferioriza ninguém. Vocês sabem disso. Tem gente que pensa que ser grande médium é praticar fenômenos para “incrédulo ver”, fazer profecias e escravizar sentimentos. Outros pensam que é se vestir todo com uma fantasia e dar vazão às suas próprias emoções, gritando e batendo, fazendo o sofredor sofrer ainda mais com suas energias. Não! Mediunidade é trabalhar com respeito! Com o mesmo respeito que um Preto Velho chega até você, sutilmente... É trabalhar em parceria com os amigos do lado de cá para o bem de todos, apenas isso. Vocês complicam muito as coisas. Na verdade tudo é muito simples. 

Parem de julgar a manifestação mediúnica ou a experiência do outro. Você pode até não concordar, mas caso para ele faça sentido, deixe. Cada um tem sua evolução e vai aprender... Quando o discípulo está pronto, o mestre aparece! Isso lembra muito a postura daquele que não consegue fazer melhor e por isso mesmo vive a criticar e apontar o defeito dos outros. Não adianta nada trabalhar muito espiritual e viver mal com sua família, com seus colegas... Tem que aprender a viver lá fora do mesmo jeito que procura trabalhar no Templo, praticando a humildade, tolerância e amor.

Fazer caridade é muito bom. Se, além disso, der exemplo no seu dia a dia com seu comportamento, melhor ainda. Tem gente que acha que doando uma cesta básica de Natal ao desencarnar será “salvo”. Outros ainda se acham muito especiais e caridosos, verdadeiros missionários... Não caiam nessa bobagem. Saibam que, em verdade, ao auxiliar os outros vocês ajudam a si próprios. E quando fizer a caridade, também não apenas dê o peixe, ensine as pessoas a pescarem. “Caridade de consolação” ergue a pessoa, mas depois que ela já está de pé, está na hora de ensiná-la a andar, com a “caridade de esclarecimento”. Pensem nisso! Caridade, faça sempre que surgir a oportunidade de auxiliar o irmão. Esclarecimento leve a todos os lugares, fazendo a sua aura brilhar e contagiando as pessoas com alegria e vontade de viver.

Trabalho em grupo é coisa séria, deve haver amizade, alegria, mas não é reunião social. Os Mentores escutam os seus pensamentos e não estão nada interessados em suas preferências físicas, nem em suas “paqueras” dentro deste grupo, nem dão importância a isso. Tão pouco são cúmplices das fofocas, guerras de vaidade e ciúmes que existem dentro do mesmo. Um trabalho espiritual em grupo é uma benção e oportunidade única de evolução, tanto de encarnados como desencarnados. Aproveitem bem! Existe um montão de mestres esperando por vocês desse lado, mas muitas vezes eles não conseguem lhes amparar, afinal vocês não param de pensar no “vizinho”, ou como a vida é difícil e injusta com vocês…

Não sejam Jaguares pela metade. Durante o dia vocês ficam pensando em espiritualidade, mas ao dormir, que é a grande hora onde o espírito se liberta do corpo físico, vocês não pensam em nada, ficam com preguiça e logo suas mentes são invadidas por um monte de coisas, adormecendo na mais perfeita desordem. No mínimo orem ao deitar-se. Agradeçam o dia, coloquem - se à disposição do aprendizado, aproveitem as horas de sono. Elas são chaves de acesso ao crescimento espiritual. Meditem nisso.

Do lado de cá nós adoramos música. Ela rejuvenesce a alma, acorda o coração e desperta a intuição. Aproveitem as músicas de qualidade. Elas são ótimas e verdadeiro brilho e alimento para vossos espíritos. Também escutem a música que os espíritos superiores cantam secretamente dentro do coração de cada um. É a música da Criação, ela está em todos, mas só pode ser escutada quando a mente silencia e o coração brilha.

Pensem também na natureza. Coloquem uma música suave. Direcionem-se mentalmente a um desses sítios sagrados, verdadeiros altares vivos do amor de Deus. Pensem na força curativa das matas, na força amorosa e pacificadora das cachoeiras, da limpeza energética que o mar traz ao espírito. Meditem neles. Isso traz sintonia, reciclagem energética e boa disposição. Façam isso por vocês e fiquem bem!

Dedique-se mais ao autoconhecimento. Ele é muito importante. E um dia, mesmo que isso demore milênios, você se conhecerá tanto, que realmente descobrirá sua natureza divina. Nesse dia, as cortinas da ilusão se abrirão e você verá o universo a sua frente. Não vai ver mais nem Céu e nem a Terra, vai enxergar que o Senhor tem o Seu Templo em teu íntimo...


Fonte: Exílio do Jaguar / Kazagrande / Pérolas de Pai João





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Colônia - Pesquisado por Ednay Melo


Olá caro leitor! 

Estamos dando continuidade aos estudos da ervas! O artigo de hoje sobre a Erva colônia vai especialmente para as pessoas que formam a nossa assistência e que residem no Sul ou Sudeste do País e nos informaram que em suas cidades não se conhece esta planta! Alguns sites na internet afirmam que ela é conhecida também como macassá, porém, aqui no Nordeste a planta macassá é outro tipo de planta com outras características. Então, está aí a colônia, uma das plantas mais utilizadas em rituais na nossa região Nordeste! Boa leitura!

Erva Colônia Umbanda


COLÔNIA, A PLANTA MEDICINAL
Alpinia speciosa

Descrição : da família das Zingiberaceae, também conhecida como alpinia, cana-do-brejo, cana-do-mato, cardamomo, cardamomo-do-mato, cardamomo-falso, colônia, falso-cardamomo, flor-do-paraíso, lírio-de-santo-antônio, jardineira, noz-moscada, pacová, paco-seroca, vindi-caá helicondia. Herbácea rizomatosa, bem robusta, sempre agrupada em touceiras. As folhas são lanceoladas, oblongas, bem compridas, pontudas, de margens ciliadas, de coloração verde-brilhante e invaginantes. As flores, de cor alaranjada, nascem nas axilas das folhas e são dispostas em cachos terminais pendentes. A planta toda é ligeiramente aromática.


Plantio : Reproduz-se por pedaços de rizomas em solos úmidos e permeáveis, de preferência em locais de climas quentes. É uma planta extremamente invasora. A colheita deve ser feita no início da floração.

Partes utilizadas : Folhas, rizomas, flores e sementes.

Habitat: E dada como nativa do Brasil e outros autores dão-na como nativa da Índia, de onde muitas especies hoje endêmicas no pais também vieram.

História: Tem tradição de uso medicinal pelos tupis-guaranis. E cultivada também como planta ornamental.

Origem : Índia oriental. No brasil é encontrada como planta ornamental.

Princípios Ativos: Alcalóides, flavonóides (cardamonin, isalpinin etc.), catequina, epicatequina, óleos essenciais (canfeno, cânfora etc.), rutina e dois derivados glicosídicos do kaempferol, taninos. .


Propriedades medicinais: Abortiva, antibacteriana (em conjuntivites), antiedematosa, anti-hipertensiva, anti-histérica, antiulcerogênica, anti-stress, bloqueiador neuromuscular, calmante, depressora do sistema nervoso central, digestiva, diurética, estomacal, estimulante da motilidade intestinal, hipotensor, inibidora da musculatura lisa, inibidora da secreção gástrica, purificador sanguíneo, relaxadora vascular, inibidora da atividade da proteína kinase e da fosfodiesterase nucleotídeo cíclica (controla a patofisiologia das doenças coronarianas, que envolve fluxo sanguíneo e vasoconstrição), sedativa, tônica, vermífuga.

Indicações: Afecção da pele, artrite, asma, catarro, cistite, diarreia, dor de cabeça, febre, gastralgia; hipertensão, micose de pele, pelos e unhas; taquicardia, tosse, úlcera.

Contra-indicações/cuidados: É abortiva . Reduz os movimentos peristálticos.

Modo de usar: Digestivo; estado de excitação nervosa; dores em geral : Em 1 xícara de chá, coloque 1 colher de chá de rizoma fatiado e adicione água fervente. Abafe por 10 minutos e coe. Tome 1 xícara de chá, de 1 a 2 vezes ao dia.

Afecções respiratórias; amigdalite; rouquidão : Coloque 1 colher de sopa de rizoma fatiado em 1 xícara de café de água em fervura. Desligue o fogo e coe. Adicione 1 xícara de café de açúcar cristal e leve novamente ao fogo, até dissolver o açúcar Tome uma colher de sopa de 1 a 3 vezes ao dia. Para crianças dar somente meia dose.

Afecções estomacais, intestinais e renais; reumatismo : Coloque 2 colheres de sopa de rizoma e flores fatiados em 1 xícara de chá de álcool de cereais a 70%. Deixe em maceração por 8 dia e coe. Tome 1 colher de café, diluído em um pouco de água renais e a, 15 minutos antes das principais refeições.

Cólicas intestinais; reumatismos; nevralgia; dores lombares e musculares : Coloque 3 colheres de sopa de rizomas, folhas e flores fatiados em 1 litro de água em fervura. Desligue o fogo, abafe, espere amornar e coe. Adicione à água do banho morna, e faça banho de imersão, por 15 minutos.


Farmacologia: Planta ainda não estudada convenientemente, atribui-se sua atividade vermicida aos óleos voláteis. Sabe-se que possui atividade anti-espasmódica, reduzindo os movimentos peristálticos, e relaxante muscular, anti-inflamatória, diurética, anti-fungicida e anti-hipertensiva, não estando claros os mecanismos. Seu repertório de princípios ativos da margem a estas indicações.

Benefícios da planta colônia

As propriedades medicinais da colônia se concentram principalmente nas suas folhas e rizoma. Na medicina popular, o óleo essencial das folhas da colônia é utilizado para reduzir a pressão alta e como um tônico cardíaco. Em outras partes do mundo, é considerada balsâmica, diurética e tônico-estomacal, sendo tradicionalmente usada para resfriados, gripes, febres, flatulência, problemas estomacais e indigestão. Possui ação antioxidante e também é conhecida por matar bactérias. Em forma de decoção combate fungos e alivia dores e espasmos.

Contraindicações e efeitos colaterais da colônia:

A colônia não deve ser utilizada durante a gravidez. Pode ser abortiva. A colônia também não é indicada para pessoas hipotensas (pressão arterial baixa).

História e curiosidades

A colônia pertence à mesma família do gengibre, sendo uma planta nativa da região tropical da China, Japão, Índia, Vietnã, Cambodja, Tailândia e Malásia. A colônia é amplamente cultivada e distribuída nas áreas tropicais e subtropicais do Brasil, Peru e Estados Unidos.

A colônia é um arbusto perene que cresce em touceiras em posição vertical em climas tropicais. A colônia é comumente chamada de gengibre-casca ou gengibre-concha devido sua casca rosa, em forma de botão, que relembra as conchas do mar. Produz rizomas carnosos muito parecidos com o gengibre, inclusive com aroma semelhante.

O gênero Alpinia compreende mais de 230 espécies da família da família Zingiberáceas. Possuem flores brilhantes e chamativas, por isso são apreciados como plantas ornamentais. As flores da colônia se adaptam melhor a ambientes úmidos, solos bem drenados e sol pleno, condicionadas em semi-sombra. As plantas não produzem flores até o segundo ano. A espécie Alpinia speciosa faz parte da Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS (RENISUS).


Uso Ritual:
Na Umbanda, folhas e flores são usadas para banhos propiciadores. Planta da Orixá Iemanjá. Erva calmante, equilibradora e repositora de boas energias.

Ednay Melo
Fontes de Pesquisa:
Plantas Medicinais
Plantas que Curam




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14 de janeiro de 2015

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Perfil Psicológico dos Filhos de Oxossi


Oxossi na Umbanda


Oxóssi é a Natureza, especificamente nas matas e no reino animal. É o conhecedor das ervas e o grande curador. É a essência da nossa vida. 

Seu filho tem um tipo calmo, amoroso, encantador, preocupado com todos os problemas. Um grande conselheiro pelo seu gênio alegre, muito embora com forte tendência à solidão.


Incapaz de negar qualquer ajuda à alguém, sabe, como poucos, organizar o caminho para as soluções complicadas. 

Com respeito à sua própria organização familiar, é muito apegado as suas coisas e à sua família, à qual dedica atenção total no sentido de provê-la e encaminhá-la. 

Diante as dificuldades próprias é muito hesitante, mas acaba vencendo, sustentado pelo seu interior alegre e otimista. 

É carente. Não assume o problemas dos outros, mas fica lado a lado ajudando-os. 

Ama a Liberdade e a Natureza. O mato, as águas, os bichos , as estrelas, o sol e a lua, são a bússola de sua vida. 

Não discute a fé. Acredita e é fiel seguidor da religião que escolheu.

Não é ciumento e muito menos rancoroso.

Quando atacado custa revidar. Quando o faz se torna perigoso. É, neste particular, ladino como os índios.

Pisa macio, mas é certeiro. 

Tem um gosto refinado. Gosta das coisas boas, veste-se bem e cuidadosamente.

O filho de Oxossi é talvez o mais equilibrado. Para que sua vida melhore, deve despertar aquele gigante que habita sua essência, o que o tornaria mais disposto a encarar as suas próprias dificuldades.

Autor desconhecido





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8 de janeiro de 2015

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Dez Mandamentos para o Trabalho Espiritual



Trabalho espiritual na Umbanda


1. Não se desconectar da matéria. O excesso de espiritualismo pode criar uma descompensação com graves prejuízos para a vida pessoal e material de uma pessoa. A matéria é tão importante quanto o espírito; ambos são matizes, graus da mesma manifestação. Nenhum dos dois pode prevalecer sobre o outro.

ANTÍDOTO: EQUILÍBRIO.



2. Não despertar os poderes antes da consciência. Os poderes estão a serviço da consciência. Não é preciso buscá-los; quando chega o momento, eles surgem naturalmente. Buscar o poder antes do saber é inverter a ordem natural do processo. Para que sirvam a consciência, os poderes devem ser doados a partir de algo além de nossa vontade.

ANTÍDOTO: EQÜANIMIDADE.



3. Não fixar-se em pessoas em vez de em suas informações. Você não monta uma casa em um túnel. Ele é só um meio para se chegar até ela. Quem depende de um mestre volta à infância psicólogica. Em um processo de iniciação ou terapêutico isso pode ser necessário, mas somente como uma fase a superar, e não como um estado onde parar.

ANTÍDOTOS: DISCERNIMENTO E MODERAÇÃO.



4. Não sentir excesso de autoconfiança. Quem se crê autosuficiente é uma presa fácil para os agentes do engano e não raro se vê envolvido por eles. Quem crê demais na própria capacidade está fadado a equivocar-se.

ANTÍDOTO: DESCONFIAR DE SI MESMO.



5. Não sentir-se superior. Nunca julgue que a própria linha de trabalho é superior às demais. Essa superioridade é a antítese do esoterismo, que afirma justamente a onipresença da consciência em todos os seres e caminhos. Essa postura desconecta uma pessoa das autênticas correntes da consciência amplificada, e é o ponto de partida para a via negra.

ANTÍDOTO: EQÜIDADE.



6. Não deixar-se levar por impulsos messiânicos. A vontade de salvar os demais é uma armadilha fatal. Sua tela de fundo é a vaidade e a insegurança. Essa fobia paranóica rompe com os canais de conexão com o mestre interior, bloqueia o processo de autoconhecimento e lança a espiritualidade numa espiral involuta, além de inibir o direito ao "livre-arbítrio de cada um".

ANTÍDOTO: CONFIANÇA NA EXISTÊNCIA.



7. Não tomar medidas inconseqüentes. O entusiasmo pode levar uma pessoa a romper com seu círculo profissional e familiar sem necessidade. Com o "fluir" ou o "fechar os olhos e saltar" — axiomas que só deveriam ser usados em situações muito especiais —, os idiotas mais entusiasmados do mundo esotérico incentivam os recém-chegados a se arrebentarem logo na largada.

ANTÍDOTO: RESPONSABILIDADE SERENA.



8. Não agir com demasiada rigidez. Encantada com as novas informações que lhe ampliam a consciência, uma pessoa pode-se tornar intolerante. Ela tem a tentação de impor sua forma de pensar e seus modelos de conduta aos demais. Limitando sua capacidade de ver a partir de outras perspectivas, ela perde o acréscimo de consciência que havia conquistado.

ANTÍDOTO: TOLERÂNCIA E RELAXAMENTO.



9. Não se dispersar. Estudar ou praticar demasiadas coisas ao mesmo tempo sem aprofundar-se em nenhuma delas leva a uma falsa sensação de saber. Nessa atitude, pode-se passar uma vida inteira andando em círculos, enquanto se faz passar por um sábio.

ANTÍDOTO: CONCENTRAÇÃO.



10. Não abusar. Manipuladas, as informações espirituais servem de álibis ou justificativas convincentes para os piores atavismos. Usar essas informações para fins muito particulares é um crime. Ninguém profana impunemente o que pertence a todos.

ANTÍDOTO: RETIDÃO E INTEGRIDADE.



Equilíbrio, eqüanimidade, discernimento e moderação, eqüidade, tolerância e relaxamento, confiança na existência, responsabilidade serena, desconfiança de si mesmo, concentração, retidão e integridade são a grande proteção daquele que se aventura pelo mundo espiritual e esotérico. Por outro lado, quem se assegura dessas qualidades pode fazer o que quiser nesse campo que estará sempre num bom caminho.


Autor Desconhecido





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