29 de abril de 2018

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Apometria

Apometria

A palavra Apometria vem do grego, em que Apo significa “Além de” ou “fora de”; enquanto Metria significa algo relativo à “medida”. A Apometria é uma técnica de desdobramento, que pode ser usada em pessoas de qualquer idade; gênero, e que possa estar passando por quaisquer enfermidade, até aquelas deficiências de ordem mental, que a medicina terrena ainda não encontra explicações. A técnica consiste no desdobramento entre o corpo físico e o corpo astral, mas não é considerada mediunismo. Ela permite que os mentores e médicos do trabalho espiritual possam analisar, diagnosticar e tratar o problema com mais eficácia e rapidez. Não existem resistências aos comandos de desdobramento feitos pela equipe de Apometria, uma vez que o paciente pode desdobrar mesmo estando em plena consciência, isso é, acordado. No processo, não só os enfermos encarnados recebem o tratamento, mas também os desencarnados que estão próximos ao encarnado, inclusive os obsessores.

As 13 leis da Apometria:

Primeira Lei: Lei Do Desdobramento Espiritual.
Segunda Lei: Lei Do Acoplamento Físico.
Terceira Lei: Lei Da Ação À Distancia, Pelo Espírito Desdobrado.
Quarta Lei: Lei Da Formação Dos Campos-De-Força.
Quinta Lei: Lei Da Revitalização Dos Médiuns.
Sexta Lei: Lei Da Condução Do Espírito Desdobrado, De Paciente Encarnado, Para Os Planos Mais Altos, Em Hospitais Do Astral.
Sétima Lei: Lei Da Ação Dos Espíritos Desencarnados Socorristas Sobre OsPacientes Desdobrados.
Oitava Lei: Lei do Ajustamento de Sintonia Vibratória dos Espíritos Desencarnados com o Médium ou Com Outros Espíritos Desencarnados, Ou de Ajustamento da Sintonia Destes com o Ambiente Para Onde, Momentaneamente, Forem Enviados.
Nona Lei: Lei Do Deslocamento De Um Espírito No Espaço E No Tempo.
Décima Lei: Lei Da Dissociação Do Espaço-Tempo.
Décima Primeira Lei: Lei Da Ação Telúrica Sobre Os Espíritos Desencarnados Que Evitam A Reencarnação.
Décima Segunda Lei: Lei Do Choque Do Tempo.
Décima Terceira Lei: Lei Da Influência Dos Espíritos Desencarnados, Em Sofrimento, Vivendo Ainda No Passado, Sobre O Presente Dos Doentes Obsidiados.

As Técnicas da Apometria

Além das leis descritas acima, temos mais algumas técnicas fundamentais na prática da Apometria.

A Apometria tem consolidado e aperfeiçoado várias técnicas de tratamento espiritual ao longo do tempo, mas o presente artigo não pretende esgotar todas, pois são inúmeras técnicas usadas até porque estas técnicas podem sofrer modificações com o passar do tempo, devido ao aprimoramento e novas instruções que são repassadas pela Espiritualidade Maior.

Algumas das técnicas consistem na aplicação das Leis da Apometria na prática, exemplo:

Em primeiro momento existe a aplicação da Primeira Lei da Apometria, a Lei do Desdobramento Espiritual. É a partir daí que obteremos a separação do corpo espiritual (corpo astral), de qualquer criatura humana, de seu corpo físico, podemos então, assistir os desencarnados no plano espiritual, com vantagens inestimáveis tanto para eles como para os encarnados que lhes sofrem as obsessões.

Com o auxílio desta técnica, os corpos espirituais de encarnados também podem ser incorporados em médiuns, de modo a serem tratados espiritualmente inclusive serem enviados a hospitais astrais para tratamento.

No segundo momento temos a aplicação da Segunda Lei da Apometria, a Lei do Acoplamento Físico. Se o espírito da pessoa desdobrada estiver longe do corpo, comanda-se primeiramente a sua volta para perto do corpo físico. Em seguida projetam-se impulsos (ou pulsos) energéticos através de contagem, ao mesmo tempo que se comanda a reintegração no corpo físico.

Caso não seja completada a reintegração, a pessoa sente tonturas, mal-estar ou sensação de vazio que pode durar algumas horas. Via de regra, há reintegração espontânea em poucos minutos (mesmo sem comando); não existe o perigo de alguém permanecer desdobrado, pois o corpo físico exerce atração automática sobre o corpo astral.

Apesar disso não se deve deixar uma pessoa desdobrada, ou, mesmo, mal acoplada, para evitar ocorrência de indisposições de qualquer natureza, ainda que passageiras.

Dentre algumas das técnicas utilizadas estão:

Despolarização dos Estímulos da Memória; Técnicas de Impregnação Magnética Mental com Imagens Positivas; Técnicas de Sintonia Psíquica com os Espíritos; Incorporação entre Vivos; Dissociação do Espaço-Tempo; Regressão no Espaço e no Tempo; Técnica de Revitalização dos Médiuns; Tratamentos Especiais para Magos Negros; Utilização dos Espíritos da Natureza; Esterilização Espiritual do Ambiente de Trabalho; Cura das Lesões no Corpo Astral dos Espíritos Desencarnados; Cirurgias Astrais; Técnica de Destruição de Bases Astrais Maléficas (…)

Apometria para Iniciantes - Geraldo Magela


***

A apometria é uma técnica na qual o objeto de trabalho é algo que está "além da medida", ou seja, além do corpo físico que é o que conseguimos perceber. Além do corpo físico existem outros corpos que também são formas de manifestação de nossa consciência, cuja existência já foi detalhadamente explicada pelas linhas oculistas e teosóficas.

Apesar dos corpos sutis não serem vistos pela visão material, muitos dos nossos problemas de saúde, relacionamentos e trabalho não estão "localizados" no corpo físico e sim em algum corpo sutil. É por esse motivo que em muitos casos, não conseguimos resolver um problema de saúde tratando somente os efeitos no corpo físico. Nesse caso, utilizamos as técnicas apométricas para localizar e harmonizar a origem do problema que pode estar em um corpo sutil, assim a probabilidade de cura é muito maior.

Apometria é uma ferramenta que o plano espiritual nos colocou para atendimento fraterno. Pode ser aplicada em todas as criaturas, não importando idade, saúde ou estado de sanidade mental, respeita e convive em perfeita harmonia com todas as religiões que orientam na pratica do bem e do amor. A equipe espiritual trabalha juntamente à equipe apométrica com amoroso propósito de auxílio, ao término do trabalho estará com suas energias equilibradas e o trabalho espiritual permitido terá sido realizado, porém, se não houver o desejo de auto-transformação por parte do paciente, de nada vale esse trabalho de luz, pois somos donos de nossos destinos e cabe a nós agarrar essa oportunidade de recomeço.

Associação Espírita Jacob.



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Espíritos Elementais da Natureza

Espíritos Elementais da Natureza

O livro Aruanda - Robson Pinheiro/Ângelo Inácio, explica, entre outros temas, sobre os espíritos elementais da natureza, através do caso de uma mulher que quando encarnada era médium e usou o seu conhecimento da natureza para o mal. O espírito da moça apareceu para Ângelo Inácio quando ele se encontrava em um pronto socorro espiritual. Estava em completo desequilíbrio, debatia-se como se estivesse com uma crise de epilepsia. Quando desencarnou, os espíritos vampirizadores que a acompanhavam durante a vida, continuaram a usá-la para seus objetivos maléficos. Ela havia sido resgatada ha pouco tempo, portanto ainda estava sofrendo num complexo de culpa. A partir das observações de Ângelo, seu companheiro Wallace e João Cobú começam a lhe explicar o que são os espíritos elementais e suas diversas funções no planeta, conhecimento este que não advém somente do Espiritismo, mas também tem contribuições importantes da Umbanda:

— (…) quando o ser encarnado ou desencarnado faz uso indiscriminado dos recursos da natureza através da prática do mal, a própria natureza se incumbe de fazer o reajuste. Esta irmã que observamos, por exemplo, fez uso de certos elementais, viciando-os em seus pedidos através das oferendas que a eles entregava. Tais seres, sem deter ainda conhecimento das noções de bem ou de mal, submeteram-se ao intenso magnetismo da médium imprevidente, servindo aos seus propósitos inconfessáveis.

— Explique-me com calma isso aí, Wallace. Quando você fala elementais, refere-se a seres ou espíritos da natureza?

— Sim, Ângelo, ou você desconhece que a natureza está cheia de vida, em várias dimensões e estágios evolutivos?

Sem rodeios, o espírito João Cobú, ou Pai João de Aruanda, como se fazia conhecer, foi direto ao ponto:

— A existência dos elementais, meus filhos, segundo os antigos anciães e sábios do passado, explicava a dinâmica do universo. Como seres reais, eram responsabilizados pelas mudanças climáticas e correntes marítimas, ou precipitação da chuva ou pelo fato de haver fogo, entre muitos outros fenômenos da natureza. Apesar de ser uma explicação mitológica, própria da maneira pela qual se estruturava o conhecimento na época, eles não estavam enganados.

— Os seres elementais, irmãos nossos na criação divina, têm uma espécie de consciência instintiva. Podemos dizer que sua consciência está em elaboração. Apesar disso, eles se agrupam em famílias, assim como os elementos de uma tabela periódica.

— Não entendi…

— Preste atenção, meu filho — continuou o preto-velho — Os elementais são entidades espirituais relacionadas com os elementos da natureza. Lá, em meio aos elementos, desempenham tarefas muito importantes. Na verdade, não seria exagero dizer inclusive que são essenciais à totalidade da vida no mundo. Através dos elementais e de sua ação direta nos elementos é que chegam às mãos do homem as ervas, flores e frutos, bem como o oxigênio, a água e tudo o mais que a ciência denomina como sendo forças ou produtos naturais. Na natureza, esses seres se agrupam, segundo suas afinidades.

— Essas famílias elementais, como as denominamos, estão profundamente ligadas a este ou aquele elemento: fogo, terra, água e ar (os elementos da natureza), conforme a especialidade, a natureza e a procedência de cada uma delas.

— Encarnações humanas, ainda não. Eles procedem de uma larga experiência evolutiva nos chamados reinos inferiores e, como princípios inteligentes, estão a caminho de uma humanização no futuro, que somente Deus conhece.

— Junto ao ar, por exemplo, temos a atuação dos silfos ou das sufides, que se apresentam em estatura pequena, dotados de intensa percepção psíquica. Eles diferem de outros espíritos da natureza por não se apresentarem sempre com a mesma forma, definida, permanente. São constituídos de uma substância etérea, absorvida dos elementos da atmosfera terrestre. Muitas vezes apresentam-se como sendo Feitos de luz e lembram pirilampos ou raios. Também conseguem se manifestar, em conjunto, com um aspecto que remete aos efeitos da aurora boreal ou do arco-íris. (…) Correspondem às forças criadoras do ar, que são uma fonte de energia vital poderosa.

— Duas classes de elementais que merecem atenção são as ondinas e as ninfas, ambas relacionadas ao elemento água. Geralmente são entidades que desenvolvem um sentimento de amor muito intenso. Vivem no mar, nos lagos e lagoas, nos rios e cachoeiras. (…) Não podemos deixar de mencionar também sua relação com a chuva, pois trabalham de maneira mais intensa com a água doce.

— Para completar, temos ainda as sereias, personagens mitológicos que ilustraram por séculos as histórias dos marinheiros. Na realidade, sereias e tritões são elementais ligados diretamente às profundezas das águas salgadas. Possuem conotação feminina e masculina, respectivamente.

— Eu pensei…

— Eu sei, meu filho — interrompeu-me João Cobú. — Você pensou que tudo isso não passasse de lenda. Mas devo lhe afirmar, Ângelo, que, em sua grande maioria, as lendas e histórias consideradas como folclore apenas encobertam uma realidade do mundo astral, com maior ou menor grau de fidelidade. É que os homens ainda não estão preparados para conhecer ou confrontar determinadas questões.

— E as fadas? Quando encarnado, vi uma reportagem a respeito de fotografias tiradas na Escócia, que mostravam várias fadas. O que me diz a respeito?

— Bem, podemos dizer que as fadas sejam seres de transição entre os elementos terra e ar. Note-se que, embora tenham como função cuidar das flores e dos frutos, ligados à terra, elas se apresentam com asas. Pequenas e ágeis, irradiam luz branca e, em virtude de sua extrema delicadeza, realizam tarefas minuciosas junto à natureza. Seu trabalho também compreende a interferência direta na cor e nos matizes de tudo quanto existe no planeta Terra.

— Temos ainda as salamandras, que são elementais associados ao fogo. Vivem ligados àquilo que os ocultistas denominaram éter e que os espíritas conhecem como fluido cósmico universal. Sem a ação das salamandras o fogo material definitivamente não existiria. Como o fogo foi, entre os quatro elementos, o primeiro manipulado livremente pelo homem, e é parte de sua história desde o início da escalada evolutiva, as salamandras acompanham o progresso humano há eras. Devido a essa relação mais íntima e antiga com o reino hominal, esses elementais adquiriram o poder de desencadear ou transformar emoções, isto é, podem absorvê-las ou inspirá-las. São hábeis ao desenvolver emoções muito semelhantes às humanas e, em virtude de sua ligação estreita com o elemento fogo, possuem a capacidade de bloquear vibrações negativas, possibilitando que o homem usufrua de um clima psíquico mais tranquilo.

— E os duendes e gnomos? Também existem ou são obras da imaginação popular?

— Sem dúvida que existem! Os duendes e gnomos são elementais ligados às florestas e, muitos deles, a lugares desertos. Possuem forma anã, que lembra o aspecto humano. Gostam de transitar pelas matas e bosques, dando sinais de sua presença através de cobras e aves, como o melro, a graúna e também o chamado pai-do-mato. Excelentes colaboradores nas reuniões de tratamento espiritual, são eles que trazem os elementos extraídos das plantas, o chamado bioplasma. Auxiliam assim os espíritos superiores com elementos curativos, de fundamental importância em reuniões de ectoplasmia e de fluidificação das águas.

—Temos ainda os elementais que se relacionam à terra, os quais chamamos de avissais. Geralmente estão associados a rochas, cavernas subterrâneas e, vez ou outra, vêm à superfície. Atuam como transformadores, convertendo elementos materiais em energia. Também são preciosos coadjuvantes no trabalho dos bons espíritos, notadamente quando há a necessidade de criar roupas e indumentárias para espíritos materializados.

— Nem podia imaginar que esses seres tivessem uma ação tão ampla e intensa.

— Pois bem, meu filho — tornou João Cobú, pacientemente. — Repare, portanto, as implicações complexas da ação desta infeliz criatura, que se comprometeu amplamente com o mal. Apontando para o espírito no leito a nossa frente, que agora gemia, vítima de si mesmo, o velho Pai João relatou:

— Ela brincou com as forças da natureza.

— Mais do que isso. Ela desviou os seres elementais do curso normal de sua evolução, comprometendo esses nossos irmãos com seus atos abomináveis.

— Mas os elementais dominados por ela não poderiam se rebelar ao seu comando?

— Os elementais são seres que ainda não passaram pela fase de humanidade. Oriundos dos reinos inferiores da natureza e mais especificamente do reino animal, ainda não ingressaram na espécie humana. Por essa razão trazem um conteúdo instintivo e primário muito intenso. Para eles, o homem é um deus. É habitual, e até natural, que obedeçam ao ser humano e, nesse processo, ligam-se a ele intensamente. Portanto, meu filho, todo médium é responsável não só pelas comunicações dadas por seu intermédio, mas também pelo bom ou mal uso que faz dessas potências e seres da natureza.

Tivemos que cortar algumas partes do diálogo para que o artigo não ficasse longo demais. Nas demais partes que cortamos João Cobú explica, ainda mais profundamente, as funções desses espíritos elementais na manipulação energética e sua função no plano astral, inclusive como esses espíritos podem ajudar nas reuniões mediúnicas.







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22 de abril de 2018

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Homenagem a Ogum 2018

Homenagem a Ogum 2018


Homenagem a Ogum 2018


Homenagem a Ogum 2018


Homenagem a Ogum 2018


Homenagem a Ogum 2018



Homenagem Tulca ao Pai Ogum, em 21/04/18, em nossa sede. Agradecemos a presença e o carinho de todos! Que sejam os vossos caminhos abençoados e iluminados por este grande Orixá! Ogunhê!






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16 de abril de 2018

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Sete Plantas para o Quarto de Dormir


Muita gente tem a ideia equivocada que dormir com plantas no quarto faz mal.
Mas como diz o botânico Gilberto Kerbauy, da Universidade de São Paulo, se isso fosse verdade, "não haveria um índio vivo na Floresta Amazônica”.

É claro que existem plantas mais apropriadas para ficar no quarto.

Essas plantas purificam o ar e aumentam os níveis de oxigênio.

E farão você dormir e respirar melhor.

Selecionamos sete delas: lavanda, babosa, jasmim, espada-de-são-jorge, hera, lírio-da-paz e alecrim:


Sete Plantas para o Quarto de Dormir
Lavanda

Esta planta alivia a ansiedade e ajuda os insones.

Inalar o perfume de lavanda proporciona um efeito calmante e sedativo.

Os óleos essenciais de lavanda são os mais usados para obter um descanso adequado. Basta colocar algumas gotinhas em seu travesseiro para fechar os olhos pesadamente e relaxar.

Por que não ter, então, uma planta de lavanda em casa? Ela será muito útil para facilitar o descanso das crianças e evitar, inclusive, que os mosquitos os incomodem.

A lavanda gosta do solo seco e pedregoso, por isso lembre-se de colocar um fundo de cascalho no vaso e plantar suas sementes no outono.

É uma planta que cresce muito, é resistente, e decora de forma muito agradável os dormitórios, criando um entorno de calma e sossego.

Lavanda não apenas tem um cheiro incrível, como também pode ajudar a reduzir a ansiedade e o estresse, diminuir a frequência cardíaca, melhorar o seu sono, e até mesmo ajudar a reduzir o choro em bebês.



 Sete Plantas para o Quarto de Dormir
Babosa (aloe vera)


Especialistas acreditam que ela tem um forte poder desintoxicante e anti-inflamatório.

Além disso, a babosa é uma planta especial para ter em sua casa, uma vez que elimina substâncias químicas contidas em produtos de limpeza.

E também purifica o ar.

Aqui um dado relevante: quando exposta em área altamente poluída, a babosa desenvolve manchas marrons e sinais de que algo está errado em termos de qualidade do ar.


O aloe vera é uma das melhores plantas para pegar no sono e tem uma maravilhosa propriedade de purificar o ambiente e enriquecê-lo com oxigênio.

Não hesite em colocar plantas de aloe vera em todos os cômodos da casa. Graças a ela iremos obter um sono mais reparador ao conseguirmos uma atmosfera mais limpa e mais pura.

Coloque a sua planta de aloe vera em frente às janelas para que ela receba o máximo possível de luz solar.

Planta interna que requer pouca manutenção, a aloé vera emite oxigênio a noite, ajuda a combater a insonia e melhora a qualidade do sono. Foi listada pela NASA como uma das melhores plantas para melhorar a qualidade do ar. Ela se reproduz facilmente, precisa de pouca luz do sol, e de pouca água.




Sete Plantas para o Quarto de Dormir
Jasmim

Ele é capaz de dar uma boa noite de sono de uma forma completamente natural.

O melhor sobre o jasmim é que, além de melhorar a qualidade do sono, reduz a ansiedade.

Você nunca mais vai acordar irritado novamente.

Existem mais de 200 tipos de jasmim, e esta é uma das plantas com mais efeitos calmantes e relaxantes. A sua fragrância inebriante tem um efeito sedativo que irá melhorar sem dúvida a qualidade do seu sono.
O jasmim costuma crescer em forma de trepadeira, e muitas espécies são tão frágeis que agradecerão se estiverem crescendo em ambientes interiores em vasos.
É uma das melhores plantas para pegar no sono devido às suas propriedades calmantes e o fácil cultivo. Você só vai precisar de um vaso e de bastante terra vegetal.

Jasmim é uma planta externa comum em climas mais quentes, mas pode fazer bem dentro de casa em qualquer lugar onde há luz suficiente. Seu cheiro pode ajudar a melhorar a qualidade do sono e o estado de alerta.

A Jasmim também reduz os níveis de ansiedade, levando a uma incrível qualidade do sono. O seu cheiro tem um efeito acalmante no corpo e na mente. Por outro lado, ao acordar, nos deixa mais alertas e produtivas.




Sete Plantas para o Quarto de Dormir

Espada-de-são-jorge

Ela purifica o ar e aumenta os níveis de oxigênio.

E é provavelmente a melhor planta para ficar no seu quarto.

A espada-de-são-jorge absorve o dióxido de carbono e emite oxigênio durante a noite.

Se você precisa melhorar a qualidade do seu sono e respirar facilmente, esta planta é ideal para você.

Muito popular como planta interna, a espada-de-são-jorge é de fácil cultivo, e ótima para a decoração de interiores (uma das raras plantas a suportar ar-condicionado). Ela emite oxigênio a noite, enquanto você esta dormindo e filtra as toxinas do ambiente, melhorando a qualidade do ar.





Sete Plantas para o Quarto de Dormir

Hera-do-Diabo

Os cientistas dizem que esta planta é excelente para a purificação do ar.

Ela absorve perigosíssimas toxinas, como o benzeno e o formaldeído.

É certamente uma das melhores plantas para você manter em seu quarto.

Também chamada de jiboia (Epipremnum aureum), é uma planta muito conhecida e que quase todos nós já tivemos ou temos em casa. Algo importante a levar em conta é o fato de que as folhas da hera-do-diabo são tóxicas, por isso é melhor mantê-la afastada das crianças e dos animais de estimação.

Além desta advertência, cabe lembrar que esta é uma planta muito poderosa: ela tem a propriedade de limpar o ar de substâncias tóxicascomo o formaldeído presente nas tintas de nossos móveis que vão se desprendendo dia após dia.

Ela não precisa de muitos cuidados, e por isso é tão comum vê-la na maioria dos lares: a hera-do-diabo só precisa de um pouco de sol pela manhã e um pouco de água uma ou duas vezes por semana.

Se você desejar purificar suas folhas quando estiverem cheias de pó, limpe-as com um pano umedecido em um pouco de leite. Elas ficarão brilhando e estarão mais saudáveis.
É uma grande planta para ter no quarto se você sofre de problemas respiratórios durante a noite ou asma. Estudos têm mostrado que o crescimento de Hera pode reduzir em até 94% o mofo no ar, reduzindo alergias e irritação pulmonar.

Essa é mais uma favorita da NASA. A hera cresce facilmente, e é um super purificador de ar. Pode se tornar muito benéfico para quem tem problemas de respiração e asma.




Sete Plantas para o Quarto de Dormir

Lírio da Paz

Um nome muito adequado para uma planta muito bonita. O lírio da paz não precisa de muita luz solar e nos permite filtrar substâncias tóxicas como o benzeno, tricloroetileno e as toxinas de formaldeído.

Dentro do conjunto de plantas para pegar no sono, o lírio da paz é muito apreciado por contribuir com a purificação dos ambientes e dotar o seu dormitório de uma grande beleza e elegância.

Se você quiser ter um lírio da paz no seu quarto, coloque em um cantinho aquecido onde não bata muita luz. Você deverá regá-lo com água destilada e enriquecer a sua terra com fertilizantes solúveis.



Sete Plantas para o Quarto de Dormir
Alecrim

Alecrim é uma planta que pode ajudá-lo a melhorar sua memória em 75%, de acordo com um estudo. O efeito vem de esfregá-la com as mãos e, em seguida, sentir seu odor. Não só te ajuda nisso, mas tem um ótimo cheiro e melhora a qualidade do ar.

Seu aroma é forte, porém, agradável. Age como estimulante da memória e combate o cansaço mental, favorecendo o relaxamento e uma boa noite de sono


Pesquisado por Ednay Melo
Fontes de Pesquisa:
Cura pela Natureza
Melhor com Saúde
Simple Organic Life
Lar natural









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5 de abril de 2018

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Fofocas Mediúnicas

Fofocas Mediúnicas

Fã da banda Legião Urbana, veio à minha mente uma das notáveis frases de Renato Russo: Fala demais por não ter nada a dizer. Pois é… Tem gente que fala, fala, fala, aliás, têm Espíritos que falam, falam, falam…

Há um tempo tinha uma propaganda de um jornal, se não me engano tratava-se de o Estadão que dizia assim: Está sem assunto, compre o Estadão.

É bem por ai mesmo, está sem assunto para conversar trate de ler, aperfeiçoar-se, saber o que se passa no mundo que, certamente, não ficará sem assunto e, como diz Renato Russo, não falará demais, porém o necessário para que o bate papo flua gostosamente.

Bom, você deve estar perguntando-se onde esse articulista quer chegar com esse papo, digamos, aparentemente furado.

Quero falar com você, amigo leitor, que tanto os homens encarnados quanto os homens desencarnados por falta de assunto podem falar demais e não ter nada a dizer ou, pior, enveredarem pelo lado da fofoca. Aliás, vale lembrar que se a fofoca vem de um desencarnado a coisa toma uma proporção ainda maior porque, frequentemente, toma-se o que vem dos Espíritos como verdade absoluta desprezando o que orienta Kardec incansavelmente em sua obra sobre a necessidade de passar tudo pelo crivo da razão, e o que não satisfizer nosso rigoroso critério descartar sem grandes receios.

Acredite você ou não, mas dia desses um amigo me procurou com a seguinte história:

Rapaz, estou casado pela segunda vez, amo minha esposa, mas numa sessão mediúnica um Espírito me fez a seguinte revelação: o filho da minha esposa foi quem me tirou a vida em existência anterior. Estou, sinceramente, apavorado… Imagine se um dia eu estou dormindo tranquilamente e o rapaz resolve repetir o passado… O que faço?

Espantado com a indagação e mais ainda com a revelação, disse ao amigo: Esquente não que o garoto não irá fazer nada contigo… Deus nos deu o esquecimento temporário para que pudéssemos de forma mais serena superar antipatias e angariar amigos para a eternidade. Provavelmente trata-se de fofoca mediúnica, coisa de médium que não lê o Estadão e fala demais…

O amigo despediu-se e eu fiquei pensativo: Meu Deus! Quanta imprudência nesse tipo de conversa. Suponhamos que isto seja mesmo um fato ainda assim o médium jamais poderia fazer uma revelação deste calibre. A depender do indivíduo que recebe uma informação deste nível esta desfeito um casamento ou, ao menos, criado um sério embaraço.

Eis o que recomenda Allan Kardec: prudência, pois credulidade demais atrapalha não somente a marcha do Espiritismo mas também a vida prática das pessoas.

Os Espíritos, sendo apenas as almas dos homens que viveram na Terra não possuem o soberano saber sobre absolutamente. Podem, portanto, apenas falar sobre o que já angariaram de conhecimento.

O Espiritismo veio a este mundo para ensinar o homem a viver bem na Terra, para fazer com que o ser humano melhore-se, e não com a finalidade de revelar assuntos particulares do que houve ou não houve no passado.

Embora saibamos que o tema “passado” suscite a natural curiosidade das pessoas é importante entendermos que, se fosse fundamental sabermos algumas coisas que ficaram para trás Deus não teria colocado esse véu do esquecimento temporário.

Quando algo do passado é real, segundo os Espíritos, a informação vem de uma forma repentina e quando menos esperamos.

O Espiritismo veio para educar a mente humana na Terra, jamais para causar constrangimentos.

Portanto, não se preocupe com supostas revelações transmitidas por alguns médiuns, a depender do caráter da mensagem pode ser que seja apenas uma fofoca mediúnica, coisa de medianeiros que não leem o Estadão.

Autor desconhecido





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1 de abril de 2018

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Médiuns não são Adivinhos

Médiuns não são Adivinhos

Em artigo na Revista Espírita, janeiro de 1858, intitulado “Médiuns julgados” Kardec ensina que os médiuns não são adivinhos, mas intérpretes das inteligências do outro mundo.

Logo, o médium sozinho nada produz, pois precisa do concurso dos Espíritos.

Kardec aborda o tema por conta de um teste que acadêmicos fizeram com médiuns para que adivinhassem o que estava escrito numa carta ou lessem algo num livro fechado.

O prêmio de 500 dólares ou 2.500 francos seria dado ao médium que acertasse as respostas.

Médium não é adivinho, mas intermediário dos Espíritos. Os Espíritos, por sua vez, não são fantoches, têm vontade própria e não se sujeitam a este ou aquele capricho, ao contrário, os Espíritos sérios afastam-se de quem age com interesse pecuniário ou por mera curiosidade, no intuito de colocá-los à prova.

Já vi dezenas de vezes alguém pedir ao médium que lhe diga isto ou aquilo, revele esta ou aquela coisa.

Pior: pude presenciar, sem qualquer cerimônia, médium devastando existências anteriores de quem o procurava e afirmava, categórico: vocês são inimigos do passado, eis a causa de tanta desavença. Você foi assassinada por ele em outra vida, eis porque não se dão bem nesta.

Gente sem um mínimo de preparo embarca nesta “furada” e entra em parafuso. Afasta-se das pessoas e não realiza o que deve ser realizado, ou seja, harmonização com os familiares.

Simplesmente tolera, numa lamentável atitude de superioridade e um falso perdão para com o seu suposto assassino.

Não, definitivamente não é este o objetivo da mediunidade. Adivinhar não é para médiuns, ao menos os médiuns que se educaram nos preceitos desenvolvidos por Allan Kardec.

O orgulho, porém, fala alto e alguns médiuns deixam levar-se por ele. Querem a glória, bajulação, seguidores… Então, tornam-se adivinhos e respondem a todas as perguntas que lhes são propostas. Fogem à mínima gota de humildade e, vencidos pelo orgulho, sucumbem…

Ignoram ser o orgulho, como acentua Kardec, a chaga que os Espíritos ignorantes da verdade exploram com mais habilidade.

A mediunidade não é tarefa fácil, exige esforço contínuo por trabalhar as próprias mazelas e livrar-se do orgulho.

Num mundo em que os 15 minutos de fama vem sendo o objetivo de muita gente, constatou-se que a mediunidade é campo fértil para uma exposição mais potente da figura.

Adivinhações, revelações das mais esquisitas, busca pelos holofotes tornaram-se comuns…

Quando o espetacular ganha espaço o simples perde o brilho…

Entretanto, médiuns não são adivinhos, não detém qualquer poder especial. Podem, portanto, ter sua faculdade suspensa caso os Espíritos assim considerem conveniente.

Conforme consta em O livro dos Médiuns, os bons Espíritos alegram-se com a simplicidade de coração, esta, por sua vez, irmã da humildade, o antídoto para o orgulho.

Pensemos nisto.

Wellington Balbo





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