26 de dezembro de 2012

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Ética Mediúnica

Ética Mediúnica
Por que certos médiuns em terreiros de cultos afro-brasileiros, após ingerir, quando incorporados, grande quantidade de bebida alcoólica, findo o transe mediúnico não apresentam sintomatologia de embriaguez?

Nos terreiros que adotam este tipo de comportamento por parte dos médiuns, é comum observar a ignorância total ou quase total das leis que regulam o equilíbrio energético, tanto no que tange ao delicado momento de intercâmbio mediúnico, quanto a respeito da estrutura do duplo etérico e do perispírito.

Quando há ingestão de álcool e a aproximação de espíritos que são vinculados a tal prática, em geral ocorre o fenômeno do vampirismo.

Nesse caso a vítima, isto é, o médium, pode ser preservado temporariamente de certos efeitos pela própria entidade que o vampiriza; afinal, ela não tem interesse de perder seu" copo vivo", que a mantém abastecida com certo teor de ectoplasma alterado pelas emanações etílicas.

O interesse do espírito que rouba as energias do médium deve-se ao fato de que tais emanações lhe proporcionam sensações semelhantes ás que tinha quando encarnado, ao fazer uso de substâncias tóxicas ou alcoólicas.

No entanto, convém observar que, se o médium não sente as conseqüências imediatas ou os efeitos tóxicos da bebida ingerida, é que seu duplo etérico, já viciado em tais emanações, sofreu um rompimento abrupto .

Também ocorre que, durante esse tipo de transe, o duplo se afasta da linha de equilíbrio que demarca os limites de sua atuação junto ao corpo físico- afastamento que acontece mais por impositivo de uma ação antinatural e forçada por parte da entidade , que deseja fazer uso dos fluidos do médium.

Seja como for, em qualquer situação, mesmo disfarçada com máscara de bondade ou de realização da caridade, o médium sofrerá as conseqüências desse tipo de intercâmbio, que, de acordo com a persistência do hábito, poderá se danificar de forma definitiva.

Ocorrendo o rompimento da tela etérica devido ao uso de substâncias tóxicas que a violentam, dificilmente se poderá reconstituí-la na mesma encarnação.

Texto retirado do livro "Consciência " de Robson Pinheiro, ditado pelo espírito de Joseph Gleber.




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24 de dezembro de 2012

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Natal no Reino de Olorum





Natal no Reino de Olorum



A humanidade estava perdendo a fé, o amor ao próximo estava cada vez mais distante, a natureza estava em total desiquilíbrio, o Divino Criador estava muito preocupado...

Decretou então que todos os Orixás viessem a sua presença urgente.

-O que faremos para que a harmonia, a paz, o amor, a fé sejam novamente morada nos corações de todo mundo?

Cada Orixá deu uma ideia magnânima, eu faço isso eu faço aquilo todas de impossível realização, e assim ficaram horas e horas discutindo, cada um falando que a sua ideia era melhor do que a do outro que o seu poder era maior e assim o tempo foi passando...

De repente a reunião foi interrompida por algazarras, gritos e risadas, acabavam de chegar várias divindades mágicas todas regidas por algum dos Orixás presentes, os Erês.

E foram logo dando a sua ideia - Pai Olorum que tal montarmos uma árvore de Natal.

Com vários presentes, brinquedo, doces, todos ficariam muito felizes...

Olorum pensou, pensou...- É essas crianças tem muita sabedoria mesmo, vamos enfeitar o Natal da humanidade, esta é uma ótima ideia.

O alvoroço voltou a predominar, os Orixás não concordavam, e indagavam entre si.

- Imaginem os seres humanos não sabem mais qual é o motivo da comemoração do dia 25 de dezembro, Papai Noel, então, nem se fala, árvore de Natal... todos riam muito...

Mas Olorum não se intimidou, e logo decretou que Odé, fosse buscar em suas matas, o mais lindo Pinheiro Natalino que encontrasse. Xangô muito desconfiado foi junto, usaria seus machados se fosse preciso. E assim foi feito.

Enfeitaram o pinheiro com laços, bolas coloridas, as mais lindas que já se viu. Fios de ouro, prata, diamantes... - Mas,,, a árvore de Natal lindíssima, imensa, brilhava muito, e sua beleza ofuscava os olhares de todos,,, mas,,, mesmo assim faltava algo...

Olorum conversou novamente com todos e decretou que todos se despojassem de algo bem precioso e colocassem aos pés do gigantesco pinheiro.

Bará deixou sua chave, Ogum, sua espada, Iansã deixou a tempestade, Xangô de pronto deixou seus machados, Odé e Otim deixaram seu arco e flecha, Obá, deixou suas navalhas, Ossanhe deixou sua cabaça que continha o segredo de todas as folhas, Xapanã seu xaxará, Oxum seu espelho, Yemanjá, seu abebé, e assim foi, várias nações de Orixás conhecidos, cultuados ou não, seres mágicos da natureza, deixaram também alguns presentes.

-Agora sim a árvore ficou bela!!!.- Falaram todos em conjunto.

Olorum por sua vez olhou,,, olhou,,, e reuniu todos mais uma vez

-Vocês só tem isso para dar? Olhem para dentro de si mesmos, e doem o melhor de cada um, com amor, carinho é disso que realmente a humanidade precisa.

Os Erês logo correram e subiram na árvore, colocaram várias bolas coloridas com alegria, brincadeiras e felicidade.

O Bará também não perdeu tempo, com a sua chave foi abrindo vários caminhos e pendurou na árvore.

Ogum pegou sua espada e imediatamente cortou vários males e também pendurou na árvore.

Iansã, com seus ventos, foi logo levando toda a maldade, injustiças, inimigos, egoísmos. E seus raios iluminavam a árvore como estrelas brilhantes.

Xangô, não quis ficar para traz, e logo foi fazendo vários decretos para que a justiça prevaleça sempre.

Odé e Otim trouxeram muita fartura, moradias, saúde, abertura de bons negócios.

Obá, por sua vez cortou todas as maldades e maus pensamentos.

Ossãem abriu a cabaça dos poderes e as ervas medicinais espalharam-se como uma magia divina.

Xapanâ deixou o poder de cura da alma e do espírito.

Oxum trouxe o amor, comunhão, a afetividade e o dom da recepção.

Yemanjá, teve um pouco de trabalho, mas conseguiu trazer toda a essência de seu mar e ondas, por segundos a árvore ficou completamente iluminada e coberta de pérolas de paz e harmonia, suas águas emanavam o mais puro carinho de mãe.

Oxalá estava em missão importante, pois Olorum havia solicitado que ele fosse muito longe. lá nos fundos dos corações de toda a humanidade e procurasse a fé, que está sendo perdida.

Vencedor Oxalá veio com os presentes mais pesados e raros para a árvore, todos os Orixás o ajudaram a carregar e energizar tudo.

Ele trouxe a fé, a religiosidade, o otimismo e a perseverança.

Olorum logo colocou a fé no pico mais alto da árvore, e, então o pai da criação lançou sobre a árvore, todo o seu poder mágico, energizando e abençoando todos os seus filhos.

Agora sim, o Natal voltará a ser o mesmo, temos tudo que precisamos, se não tivermos procure dentro do seu coração e com certeza sua árvore de Natal brilhará como nunca e estará bem iluminada por todas as Divindades do Grande Pai Olorum..

Quando for enfeitar a sua árvore, faça como os Orixás, procure dentro de si, o melhor, e, realmente entendam, qual o sentido e o significado do dia 25 de dezembro.


Um Feliz Natal e muito Axé para todos!


Autor desconhecido



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13 de dezembro de 2012

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Pai Oxalá - Por Ednay Melo




Pai Oxalá

Dia da semana: domingo – dia do Astro Sol

Data comemorativa: 25 de dezembro

Sincretismo: Jesus Cristo

Cor: branco

Ervas: mirra, tapete de oxalá, alecrim e outras.

Frutas: pera, melão, coco verde e outras.

Flores: Lírios brancos e todas as flores brancas, exceto rosas.

Pontos de Força: Campos abertos

Elemento: ar

Pedra: quartzo transparente

Símbolo: cajado de alumínio

Saudação: Epa Babá! – Significa: Salve a honrosa presença do Pai!

Astro: Sol – Astro Rei. O Sol está ligado ao arquétipo de realeza, grandeza, luz, equilíbrio de todos os planetas e sustentação da vida.

Deuses na mitologia greco-romana: Hélio para os gregos e Apolo para os romanos.


Oxalá na Umbanda é sincretizado com Jesus Cristo, mas não é o próprio Jesus Cristo. Assemelha-se a Ele devido a força energética altamente sutil e sagrada que O caracteriza, bem como devido ao arquétipo de perfeição e de realeza que Ele representa. A diferença principal entre ambos é que Jesus é espírito altamente evoluído e Oxalá não é espírito, é uma das qualidades de Deus, assim como são todos os Orixás. O cérebro humano é treinado para entender a linguagem dos sinais e das formas, como o uso das palavras e imagens, daí pode-se entender Oxalá utilizando a imagem de Jesus que a Igreja Católica introduziu, ou a que nós mesmos possamos ter criado, o que importa é nos ligarmos a Ele através da fé. Na Umbanda ele é o segundo a ser louvado, mas que isto não seja uma regra, pois Ele é a mais perfeita representação de Deus, podendo-se louvar somente a Ele e naturalmente as emanações energéticas da prece são encaminhadas também ao Pai Olorum (...)

Trecho retirado do Livro Umbanda Luz e Caridade - Cap. 2 - Ednay Melo

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8 de dezembro de 2012

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Dia 08 de dezembro - Salve Iemanjá



Odoiá!



Iemanjá na Umbanda




Oração à Iemanjá:

"Mãe Iemanjá, derramai vossos poderosos fluídos sobre todos nós. Que vossa misericórdia continue a se estender sobre todos os reinos. Que os fracos sejam protegidos pelos vossos braços e que os humildes sejam enaltecidos pelo ruído do mar. Que os orgulhosos percam a arrogância e sintam como é bom ser bom, porque a maldade só nos torna pequenos perante o vosso reino, Senhora. Que os doentes recebam de vós, minha Santa Rainha, a cura para todos os males, através das emanações e de vossas vibrações e que nós sejamos purificados em vossas sagradas águas. Que a força do vosso reino seja para nós um escudo contra as más influências dos seres inferiores, pois ainda somos crianças no reino em que vivemos e mal o conhecemos. Que o vosso sagrado manto agasalhe todos os necessitados e traga o vosso calor de Santa Mãe, que vós sois. Senhora, tende piedade de tantos que, como eu, vos invocamos neste momento sublime. Atendei-nos em nossos pedidos, Mamãe, e para tanto deixamos nossas suplicas na sétima onda do vosso mar." 
Assim seja.



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6 de dezembro de 2012

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Marinheiros na Umbanda - Por Ednay Melo

Marinheiros na Umbanda
Linha dos Marinheiros 

A linha auxiliar dos Marinheiros na Umbanda é composta por espíritos que trabalham pela caridade, que podem ter sido marinheiros ou não em outras encarnações. É o arquétipo do homem corajoso e destemido, que não se intimida com as tempestades sobre o seu campo de ação, que sabe utilizar de estratégias para controlar os maus tempos.

A Linha dos Marinheiros é regida pela Orixá Iemanjá, Rainha do Mar, que direciona, sustenta e ampara os espíritos que trabalham sob a irradiação da maior potência energética do planeta, considerando que este é composto mais de água do que de terra.

Esta Linha é também conhecida como "Povo da Água" porque pode ser regida também pelas Orixás Oxum e Nanã em menor proporção do que Iemanjá. Dependerá da necessidade do trabalho dos Marinheiros diante destas três forças (...)

Trecho retirado do Livro Umbanda Luz e Caridade - Cap. 4 - Ednay Melo

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