Novembro 2013 - Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca

30 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Receita de Magia Cigana para o Ano Novo - Cigana Esmeralda / Ednay Melo , Artigos Ednay Melo , Linhas Auxiliares na Umbanda ,

Receita de Magia Cigana para o Ano Novo - Cigana Esmeralda / Ednay Melo



Magia cigana



Ano Novo se aproxima e, nesta época, a tradição é fazer simpatias para atrair a boa sorte!

A pedidos dos irmãos e amigos da nossa Tenda, repasso ao nosso Blog a Magia Cigana indicada pela Cigana Esmeralda na nossa gira de hoje:


Material:

  • 2 litros de água do mar (peça licença à Iemanjá para retirar a água)
  • Folhas de louro
  • Erva doce
  • Cravo da índia
  • Canela em pau
  • Salsa
  • Cedro
  • Arroz
  • prato branco
  • Varas de incenso a escolher: sândalo, alfazema, alecrim ou lavanda (na quantidade dos aposentos da sua casa)
  • 1 vela colorida (exceto a cor preta)

Modo de fazer:

  • No dia 30 de dezembro aguar a residência com a água do mar, percorrendo os aposentos de trás para frente, pedir que este procedimento faça a limpeza espiritual do ambiente.
  • Logo após, arrumar no prato branco, em forma de triângulo, os elementos acima (um pouco de cada), fazendo 3 molhos , de forma que as varas de incenso sejam distribuídas ao lado desses molhos pelo lado de fora do triângulo.
  • Firmar o ponto no centro do prato e pedir a Santa Sara Kali que consagre estes elementos com a força cigana, trazendo paz, saúde e prosperidade para o ano que se inicia.
  • Quando a vela terminar de queimar, transfira os elementos para outro recipiente (exceto os incensos) e ponha água quente em cima e abafe.
  • No dia 31 de dezembro, coe estes elementos da água que já deve estar fria. Após o último banho de higiene do dia, derrame a água consagrada sobre o corpo, do pescoço para baixo, mentalizando a boa sorte que deseja.
  • Quando estiver próximo da hora de romper o ano, acenda os incensos em cada aposento da residência, sempre mentalizando a paz, alegria, harmonia e prosperidade para você e toda a família.

Feliz Ano Novo com muito axé cigano! Optchá!

Cigana Esmeralda / Médium: Ednay Melo



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29 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Não Confunda o Médium com a Entidade , Mediunidade ,

Não Confunda o Médium com a Entidade


É muito comum ver esse tipo de confusão sendo feita pelos consulentes, pessoas que vão ali no terreiro para conversar com as entidades, pedir conselhos ou apenas ouvir uma palavra de conforto pois, várias vezes, elas fixam em suas cabeças a imagem do médium (que está com o corpo ali presente) proferindo aquelas palavras de conforto ou dando sábios conselhos sem sequer notar que quem na verdade está falando (ou deveria estar) é a entidade que está (ou deveria estar) ali trabalhando.

Há casos em que o consulente que esteve presente em alguma sessão no terreiro encontra um médium no meio da rua e resolve, sabe-se lá por qual motivo, pedir-lhe conselhos ali mesmo ou até mesmo contar uma longa história de sua vida, achando que ali, no meio da rua, o médium vai poder lhe ajudar da mesma forma que o ajudou quando estava em transe mediúnico no terreiro.

É de fundamental importância que se tenha consciência que quando você vai a algum terreiro e conversa com uma entidade o médium está ali apenas como um canal de comunicação e não é ele (ou não deveria ser) que está proferindo aquelas palavras e, por mais que você se apegue à imagem do médium, você não estava conversando realmente com ele. Portanto, se você quer algum conselho, espere até a próxima sessão e vá até o terreiro para conversar com alguma das entidades, não ache que o médium está sempre com pensamentos positivos o suficiente para lhe dar um bom conselho. Médiuns são pessoas comuns e, como tal, tem sua vida e seus próprios problemas. Lá no terreiro é outra história, ele está ali disposto a deixar seus problemas de lado e permitir que as entidades venham para, quem sabe, resolver os problemas de outras pessoas.

Como diz o sábio ditado, “quando um não quer, dois não brigam” e isso é válido também para os médiuns que são abordados por pessoas no meio da rua que pedem insistentemente por algum conselho ou, com a desculpa de “apenas conversar”, tentam conseguir uma consulta fora de hora, em local inapropriado ou até mesmo com assuntos completamente alheios ao conhecimento do médium. O pior é que em alguns casos, o médium tentando dar uma de bom samaritano, acaba caindo na conversa e começa a dar conselhos e pitacos na vida de uma pessoa e esquece daquele outro velho ditado que diz que “se conselho fosse bom, não se dava, vendia”.

O perigo de sair dando conselho à revelia é que, vai que o conselho que você deu ali na maior das boas intenções acabou por desencadear uma série de acontecimentos que fugiram completamente ao controle tanto do seu “novo amigo” quanto ao seu próprio controle, se é que alguém alguma vez teve qualquer tipo de controle sobre os acontecimentos. Quando acontece algo deste tipo, você acaba manchando o seu nome, o nome do seu terreiro (claro, porque quando acontece algo de ruim a culpa é do terreiro que não presta, mesmo que o conselho não tenha saído diretamente lá de dentro) e, é aí que vem a pior parte, acaba manchando também o nome da entidade pois quando o fulano foi no terreiro, foi aconselhado por determinada entidade e, quando te encontrou no meio da rua e veio lhe pedir conselhos, na verdade estava querendo ouvir um conselho da entidade e vai, sem sombra de dúvidas, achar que é a entidade que a está aconselhando novamente.

Outro grande perigo para os médiuns é quando, em sua cabeça, ele começa a se confundir com a entidade que está ali trabalhando e começa a achar que ele deve interferir no que está sendo dito. Se você é um médium consciente (e imagino que muitos sejam) concentre-se ao máximo possível para que você nunca interfira no que a entidade está falando e se você sentir que algo não está certo ou que a entidade “se afastou” muito de você, é melhor parar a consulta e falar que a entidade foi embora, mesmo que seja no meio de uma conversa, vai ser muito melhor para você e para a pessoa que está ali se consultando. Volte a se concentrar, peça auxílio para o dirigente da casa ou algum outro médium com mais experiência para que a entidade volte e possa continuar a conversa com o consulente ou apenas para que ela (a entidade) fique ali energizando o seu corpo para que haja novamente o equilíbrio. Nunca tente continuar a conversa caso você sinta que a entidade não está mais ali ou “se afastou” muito.

Há também os que acabam desenvolvendo amizade ou contato mais próximo com algum consulente. Não é nenhum crime ter amizade por alguém, acontece que é muito importante, desde o início, que fique bem claro que uma coisa é a entidade dentro do terreiro, outra coisa é o médium, a pessoa que serve de canal para a entidade.

Jornal Nacional da Umbanda





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28 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Alecrim - Pesquisado por Ednay Melo , Artigos Ednay Melo , Ervas ,

Alecrim - Pesquisado por Ednay Melo


Alecrim - Pesquisado por Ednay Melo


Nome Científico: Rosmarinus officinalis

Nomes Populares: Alecrim, Alecrim-da-horta, Alecrim-de-cheiro, Alecrim-de-jardim, Alecrim-rosmarinho, Alecrim-rosmarino, Alecrinzeiro, Erva-da-graça, Libanotis, Rosmarino

Família: Lamiaceae

Categoria: Arbustos, Ervas Condimentares, Medicinal,Plantas Hortícolas

Clima: Continental, Mediterrâneo, Oceânico, Subtropical,Tropical

Origem: Europa

Altura: 0.6 a 0.9 metros, 0.9 a 1.2 metros

Luminosidade: Sol Pleno

Ciclo de Vida: Perene





O alecrim é uma espécie arbustiva, muito ramificada, que pode alcançar 1,5 metros de altura. Seu nome científico Rosmarinus significa em latim “orvalho que vem do mar”, essa denominação foi dada pelos romanos devido ao aroma da planta, que vegetava espontaneamente em regiões litorâneas.

As hastes do alecrim são lenhosas e as folhas são filiformes, pequenas e sempre verdes na parte superior e esbranquiçadas no verso, com pêlos finos e curtos. As flores são axilares e podem ser azuis, brancas, roxas ou róseas. Floresce durante o ano todo. São muitas as variedades de alecrim, com porte maiores ou menores e cores diferentes de folhas e flores. Toda a planta desprende um odor que se assemelha muito ao do incenso.

O alecrim é indispensável nos jardins mediterrâneos. E podemos plantar variedades arbustivas que servem inclusive para topiaria ou variedades com porte herbáceo, para canteiros e bordaduras. É uma planta extremamente útil, pois têm vocação medicinal, religiosa e culinária. Pode ser acrescentado fresco ou seco à pratos de frango, porco, cordeiro, cabrito, vitela e caça, além de aromatizar óleos, sopas, sucos, etc.

Para que serve o Alecrim

O alecrim serve para o tratamento de depressão leve, fadiga, dor de cabeça, enxaqueca, má digestão, gases, tosse, sinusite, bronquite, problemas de concentração, fortalece a memória, gastrite e úlcera estomacal, artrite, artrose, reumatismo, cistite, menstruação irregular, cólica menstrual, tensão pré-mentrual (TPM).

Propriedades do alecrim

O alecrim possui propriedades fortificante; estimulante, anti-inflamatória; antiviral; antibacteriana, anti-reumática, diurética, aromática, antioxidante, digestiva e pode ser usado como remédio caseiro para tratamento de má digestão e reumatismo. Com o alecrim pode-se preparar um ótimo suco de ervas para cólicas menstruais.

Modo de uso do alecrim

As partes usadas do alecrim são: As folhas e flores.

Chá de alecrim: Utilizar uma colher (de chá ) de folhas verdes ou secas de alecrim para cada 250 ml de água fervente. Juntar os ingredientes numa panela e deixar descansar por 10 minutos. Em seguida coar e beber ainda morno. O chá de alecrim deve ser tomado 2 a 4 vezes.

Inalação com alecrim: Utilizar 2 colheres (de sopa) de folhas e flores secas de alecrim para 500 ml de água fervente. Juntar os ingredientes e deixar descansar por 10 minutos com a panela tampada. Em seguida colocar a panela sobre um lugar seguro, uma toalha sobre a cabeça e inspirar o vapor pelo nariz e soltar pela boca. É importante fazer a inalação com alecrim e evitar o contato com corrente de ar fria para tratamento de bronquite e sinusite.​

Como tempero: Acrescentar as folhas ou um ramo de alecrim no preparo de carnes ou batatas assadas, por exemplo.

Efeito colateral do alecrim

O uso de doses elevadas de alecrim pode causar irritação gastrointestinal e dor nos rins.

Contraindicações do alecrim

O alecrim é contraindicado em caso de gravidez, problemas da próstata e gastroenterite. Deve ser evitado à noite por prejudicar o sono.

Suas folhas finas e seus ramos também são usados para obtenção de um óleo essencial usado na fabricação de produtos de higiene e beleza. Também é cultivado como planta ornamental, tendo cultivares de flores que são brancas ou de algumas tonalidades de rosa, azul ou violeta.


Alecrim - Pesquisado por Ednay Melo
O alecrim é um arbusto lenhoso que, dependendo do cultivar, pode crescer até 1,5 m ou mais de altura - imagem original: Natalie Maynor  


Clima

O alecrim prefere clima subtropical, mas pode ser cultivado em várias condições de clima e temperatura. A planta pode ou não suportar invernos frios, dependendo do cultivar e do desenvolvimento da planta (plantas maiores são geralmente mais resistentes do que plantas pequenas e jovens).

Luminosidade

O alecrim deve receber luz solar direta ao menos por algumas horas diariamente.

Solo

O solo deve ser bem drenado e leve. A planta cresce melhor em solos calcários de pH neutro ou pH levemente alcalino (pH 7 a 7,8), mas é tolerante quanto ao pH e o tipo de solo. O alecrim tem mais aroma e sabor quando cultivado em solos pobres em nutrientes, e que não retêm muito a água.

Irrigação

Irrigue com frequência para que o solo seja mantido levemente úmido enquanto as plantas são jovens. Quando as plantas estiverem bem desenvolvidas, a irrigação deve ser esparsa, permitindo que o solo seque levemente entre as irrigações. O alecrim é bastante resistente a períodos de seca.

Alecrim - Pesquisado por Ednay Melo
Alecrim recém-germinado - imagem original: missellyrh 


Plantio

O alecrim pode ser cultivado a partir de sementes ou por estaquia. As sementes podem ser plantadas em sementeiras, pequenos vasos e outros contêineres. A germinação das sementes pode ser demorada e as plantas podem levar até três anos para se tornarem completamente desenvolvidas. As mudas de alecrim são transplantadas quando têm de 15 a 20 cm de altura.

O plantio por estaquia é feito cortando ramos com cerca de 15 cm de comprimento. Plante os ramos em vasos ou outros recipientes, deixados em local bem iluminado, mas sem luz solar direta. O solo deve ser mantido bem úmido até o enraizamento, que leva de três a quatro semanas. Após o enraizamento as mudas devem receber luz solar direta. As mudas são transplantadas para o local definitivo cerca de um ano depois em regiões onde o inverno é frio, mas podem ser transplantadas cerca de 1 ou dois meses após o enraizamento das mudas em regiões onde o inverno é ameno. As plantas jovens não devem ficar expostas a temperaturas muito baixas em seu primeiro ano de vida.

O espaçamento entre as plantas pode ser geralmente de 80 cm, mas pode variar com o cultivar e as condições de cultivo.

O alecrim pode ser cultivado em jardineiras e vasos de tamanho médio ou grande, mas geralmente não se desenvolve tanto quanto os cultivados no solo.

Tratos culturais

Retire plantas invasoras que estejam concorrendo por nutrientes e recursos.


Alecrim - Pesquisado por Ednay Melo
O alecrim pode ser cultivado em vasos - imagem original:Maja Dumat  



Colheita

A colheita do alecrim para uso doméstico pode começar a partir de 90 dias após o plantio. Contudo, o ideal é que a colheita ocorra apenas a partir do segundo ou terceiro ano de cultivo, retirando-se no máximo metade dos ramos para não prejudicar muito as plantas.

O alecrim é uma planta perene e pode produzir bem por mais de dez anos.


História : Os gregos a denominavam "flor por excelência", e dela se serviam para entretecer suas coroas, com as quais cobriam a cabeça por ocasião de certas festas.

Em alguns lugares costuma-se misturar o alecrim com galhos de buxo na cerimónia do benzimento das palmas no Domingo de Ramos.

Em Roma figurava, juntamente com o cipreste, no culto aos mortos. É uma planta que desde tempos imemoriais tem sido objeto de muitas lendas. O verdor de suas fiastes com muitas folhas era considerado como um símbolo de imortalidade.

No norte da França dizem que existe o costume de se colocar um ramo de alecrim nas mãos do defunto e depois plantá-lo sobre o seu túmulo.

Muita gente ainda se recorda da canção infantil que dizia: "Eu desci ao jardim para colher alecrim."

O alecrim é uma especiaria amplamente utilizada; A tradição dita que o alecrim apenas crescerá em jardins aonde a mulher é a "chefe da casa." A planta foi usada na medicina tradicional por suas propriedades adstringentes, tónicas, carminativas, antiespas-módicas, emenagogas e diaforéticas. Os extratos e o óleo volátil foram usados para promover o fluxo menstrual, e como abortivos.

As propriedades do alecrim são conhecidas desde a mais remota antiguidade. Hipócrates já a recomendava assim como Dioscóride e os médicos árabes. Sua voga foi extraordinária na Idade Média e Renascença. O alcoolato de alecrim tornou-se famoso com o nome de "água da rainha da Hungria" e fez furor na corte de Luís XIV. Era o medicamento preferido de Madame de Sevigné. O remédio teria sido inventado pela rainha Elizabeth (filha de Wladislas Lokietak, rei da Polónia), que nasceu em 1306 e desposou em 1320 Charles-Robert d'Anjou, rei da Hungria, morto em 1381. Esta água curava a gota e a paralisia.


Alecrim na mitologia e religião

Para os gregos e romanos, era uma planta sagrada: presente dos deuses. Segundo a lenda, foi colocada ao redor de Afrodite/Vênus quando ela emergiu do mar em sua concha. Os gregos, utilizavam o chá e um pequeno ramo entre os cabelos para melhorar a memória e ampliar a capacidade de estudo.

Pelas suas propriedades em relação a recordação, foi amplamente utilizada em matrimonios e funerais. Simbolizava a fidelidade pela lembrança dos votos feitos no dia do casamento. Nos enterros era plantado em cima da sepultura ou queimado junto com o corpo do falecido. Também acreditavam que o cheio forte do alecrim espantava as doenças.

Existe um mito que diz: quando fugiu para o Egito, Nossa Senhora, mãe de Jesus teria sentado na sombra de um pé de alecrim para amamentar, pendurando seu manto no arbusto. Quando ela o retirou, as flores não estavam mais brancas, mas tinham adquirido o azul de sua vestes.

O uso de alecrim como incenso, se perde na história. Atualmente, óleo de alecrim é usado Igreja Ortodoxa Grega para unção dos fiéis. 

Uso medicinal do Alecrim

Os usos medicinais são muitos e conhecidos desde tempos imemoráveis. Egípcios, árabes, gregos e romanos conheciam bem as propriedades da planta. Hipócrates, pai da medicina, receitava para os males do fígado. Poderoso antisséptico, é um dos principais ingredientes do vinagre dos quatro ladrões.

Devolve as energias para pessoas cansadas e desanimadas, atuando como tônico: físico, mental e cardiaco (ajuda na circulação sanguínea). É ótimo para dores, pois tem efeito analgésico, antiinflamatório e anti-reumático. Atua muito bem em caso de tendinites, dores e cãibras. É um excelente anti-depressivo.

Ajuda a combater os gases intestinais, colesterol e azia, é digestivo, antioxidante, antidiabético e depurativo, atua limpando o fígado, a vesícula e os rins. Para as mulheres, ajuda a fazer a menstruação descer, limpando o útero, logo, não é recomendado para grávidas. É antiasmático, adstringente e antigripal.

O pó das folhas ou o óleo essencial, é um poderoso antisséptico e cicatrizante, para ser usado em feridas, cortes ou queimaduras, especialmente para diabéticos.

Formas de uso: chás, pó, tintura e unguentos.

Cuidados: deve ser evitado por grávidas, cardíacos, hipertensos e epiléticos. Consulte sempre um médico ou profissional habilitado.


USO RITUALÍSTICO:

Erva que vibra na irradiação dos Orixás Oxossi, Iemanjá e Oxalá. Em forma de banho e defumador é indicada para limpeza e reequilíbrio energético.

Ednay Melo


Fontes de Pesquisa:
http://www.ervassagradas.com.br
http://www.plantasquecuram.com.br
http://www.jardineiro.net
http://www.tuasaude.com
http://www.hortas.info
Adaptação Ednay Melo



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27 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Dirigente de Umbanda - Carma ou Mérito , Linhas de Trabalho na Umbanda ,

Dirigente de Umbanda - Carma ou Mérito


Dirigente de Umbanda - Carma ou Mérito

PERGUNTA: A incumbência de dirigente de Umbanda, como denominam popularmente de Pai ou Mãe de terreiro, é carma ou mérito?

Nega véia costuma dizer que a maioria dos presentes que ganhamos tem o papel do pacote mais bonito do que o conteúdo. E esse é um deles. O médium que recebe da espiritualidade a missão de dirigir um agrupamento de outros médiuns, o faz, em primeiro lugar por necessidade de evolução e em segundo lugar porque possui a confiança daqueles que lhe dão tal incumbência.

Vamos falar daqueles que receberam a missão do plano espiritual, traçado feito antes de sua encarnação na terra e não daqueles dirigentes "feitos" em cursos.

Tarefa mediúnica das mais difíceis e que exige dedicação total daquele espírito reencarnado, além de dose extrema de paciência, perseverança, humildade e amor. Mas ao mesmo tempo, exige dele também pulso firme e forte personalidade para impossibilitar que sua colheita seja prejudicada pela invasão das pestes.

A dificuldade de cumprir a tarefa de dirigente sempre se acentua dentro do terreiro, com os médiuns e muito pouco na caridade com o povo.

Todo médium de tarefa, é um ser encarnado para curar seu espírito endividado e o terreiro é o hospital onde vai se internar por um longo tempo de sua vida na terra. Sabemos que a maioria dos pacientes são impacientes, não é mesmo? E aí é que complica!

O dirigente também não deixa de ser um doente que além de se tratar, agora pode estagiar ajudando aos médiuns de sua corrente "hospitalar".

Isso não o coloca como um semi-deus perfeito do qual não se admitem mais erros, muito menos como alguém que tudo pode, em qualquer hora e em qualquer situação. Dele será exigido posturas mais firmes bem como entendimento mais apurado. Ele deverá se aprimorar constantemente com estudo e reforma íntima, exigindo da corrente igual compromisso.

Tais posturas serão necessárias em função do tamanho de sua responsabilidade e dentre elas está a de cortar o mal pela raiz, priorizando sempre a corrente como um todo, sem privilégios a quem quer que seja.

Ao assumir tal posto diante da espiritualidade, antes de reencarnar, já estará consciente de que sua vida não será "comum" e que certamente terá que abdicar de muitas coisas materiais, em favor do lado espiritual.

O termo Pai e Mãe agraciam o médium com a postura de se colocar como tal, amparando, educando e auxiliando a corrente como verdadeiros filhos de seu coração.

Tarefa mais difícil ainda, pois esses "filhos" não vieram de seu ventre e não nasceram ontem. São adultos, viciados e com personalidade formada. Cada um com seus egos aflorados, com suas necessidades de reformulação e o fato de portarem a mediunidade, já os qualifica como devedores em potencial. E certamente, reeducar um adulto é muito mais difícil do que educar uma criança. É pepino torto.

Observo nos terreiros por onde ando que muito se exige do dirigente e muito pouco se retribui. Falta nos médiuns, desde respeito até aquilo que os deveria mover dentro da corrente, que é amor. Humildade então, meus filhos, é coisa rara.

Nega véia costuma dizer que criança que se cria como bibelô, como tal vai quebrar quando adulto. Todo aquele que não teve rédea firme na infância para domar suas más tendências, vai chegar no terreiro e expô-las de modo a perturbar a ordem do lugar. Hora e vez de impor as leis que regem a Casa, independente do que possa pensar a respeito disso, o médium em questão. Se mesmo indisciplinado, tiver algo de humildade, vai receber o chamamento como aprendizado e ali vai crescer, mas se pelo contrário, além da indisciplina prevalecer nele a arrogância e o orgulho, acolherá como ofensa e infelizmente, o remédio é amargo para essa doença.

A tarefa é tão árdua que muitos desistem na metade da caminhada, outros se corrompem, mas, ainda bem que uma grande maioria volta à casa com sua coroa iluminada pela luz do dever cumprido e a estes, o mérito de conseguir dar um salto em sua evolução.

Por Vovó Benta – Psicografia Leni W. Saviscki


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26 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , A Cura por um Preto Velho , Linhas de Trabalho na Umbanda ,

A Cura por um Preto Velho


A Cura por um Preto Velho
A cura do corpo depende de se curar primeiro a alma,
Pois só remédio não resolve pra quem não conhece a calma...
Aflição e desespero semeiam a insatisfação:
Um coração aflito acolhe a dor e a revolta
E mesmo que o Sol brilhe, ele nada enxerga à sua volta...
A cabeça é tomada de angústia,
Não há pensamento bom;
Da maldade nasce a crença negativa
Que lança raízes dentro do Ser
E a Luz que mora nele não se consegue mais ver...
De repente ―é o que parece―, a vida fica ruim:
Nada serve, nada vale, é um sofrimento sem fim...
Quando se adoece na alma, é preciso muita calma...
Fazer o caminho da volta, pra alcançar a Redenção:
Abandonar a ilusãosair da escuridão que se formou,
Clareando o entendimento na Luz que Zâmbi emanou.
Lembrar que é filho de Zâmbi,
O Pai que nos criou por Amor,
E amar a si mesmo sem rejeição,
Pois olhar-se com respeito é contemplar a Criação...
Ver a Luz dentro de si,
Ficar consciente,
Pra compreender o instante que passa,
Pois tudo passa...
Não vale perder-se da alma, não vale adoecer!...
Mais vale buscar pela calma, pra sentir e perceber
Que os muros de dentro não bastam,
Que é preciso buscar a Luz por inteiro
―Por fora e por dentro―,
Porque tudo é Um, tudo é Zâmbi!...
Quem se fecha, porém, se afasta e fica à parte,
Entregue à própria sortenos caminhos que traçou
Ecomo ilha, não percebe o Todo:
Não percebe o “nós”, fica vazio e sem rumo,
Perdido num mar de tempestades,
Como um navio batido por ventos sombrios...
Abandonar essa trilha de dor e de solidão,
Eis a resposta segura pra se ter a libertação:
Acordar e fazer brilhar a própria Luz
―De dentro pra fora―
E abrir com Amor, sem esforço ou lamento,
Um caminho de retorno da Luz,
Pra que a Luz de Zâmbi possa vir
―Por fora e por dentro―
Preencher nossos vazios...
É assim que acontece a cura
E toda a dor vai-se embora...
(Preto-Velho Pai Joaquim do Congo, 11/4/2012.)  

Fonte: Sete Porteiras

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24 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Por que Você está na Umbanda? , Umbanda ,

Por que Você está na Umbanda?


Por que Você está na Umbanda?




"Estou na Umbanda porque estou doente" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não vende Curas, procure um Hospital.


"Estou na Umbanda porque é minha missão" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda assim como a espiritualidade respeita o livre arbítrio, não se sinta obrigado a nada.


"Estou na Umbanda porque estou desempregado" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não vende promessas de prosperidade, pois o ganho material nada soma a espiritualidade, procure uma agência de Empregos.


"Estou na Umbanda porque Minhas Entidades fecharam meus caminhos" - Saia da Umbanda Irmão! Entidade de Umbanda que trabalha na Luz não fecha o caminho de ninguém, muito menos de seu aparelho de ação, aceite suas imperfeições!


"Estou na Umbanda porque Tenho Mediunidade Forte" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não é competição do mais forte ou fraco, mediunidade não tem medida, o que te motiva é a simples vaidade e cegueira por poder, Procure um Circo!


"Estou na Umbanda porque tenho Karma" - Saia da Umbanda Irmão! A Umbanda não lhe dará quitação kármica, quem faz isso são suas ações fora da Umbanda, Procure um voluntariado, orfanato, asilo enfim uma forma de ajudar que terá mais êxito.


"Estou na Umbanda porque pessoas precisam de minha ajuda"- Saia da Umbanda Irmão! Você é apenas mais um médium, você não tem poderes mágicos, na Umbanda só existe tarefeiros e trabalhadores. Você está motivado pelo deslumbramento não pela caridade.


"Estou na Umbanda porque quero prestar a caridade" - Saia da Umbanda. Quem presta a caridade não é você e sim os seus guias através da sua mediunidade. Você é um INSTRUMENTO DA CARIDADE DIVINA.


"Estou na Umbanda em busca de autoconhecimento, de entendimento da minha missão na TERRA enquanto encarnado e usar minha mediunidade em prol do meu progresso e dos que necessitam" - Fique na Umbanda. A mediunidade é uma benção a quem a recebe e a quem se beneficia dela.


Origem: Umbanda Orixás
Adaptação: Alex d'Oxalá






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Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Meu Orixá é Melhor que o Seu , Orixás na Umbanda ,

Meu Orixá é Melhor que o Seu

Meu Orixá é Melhor que o Seu


“MEU ORIXÁ É MELHOR QUE O SEU”. Quantas vezes nós já ouvimos esta afirmação de nossos irmãos Umbandista ou até mesmo daqueles que têm afinidade com a Umbanda? Mas, o que mais me assusta, como sempre, são os comentários feitos muitas vezes por nossos irmãos praticantes de nossa Religião. O meu susto não pára apenas na frase, ou seja, no conteúdo destas palavras, mas no tom de voz que é utilizado e a postura muitas vezes “arrogante” de alguns irmãos. Na minha visão, estamos primeiramente desrespeitando os Orixás e na seqüência estamos nos achando superiores ao nosso próximo, coisa esta que é tipicamente nossa.



Vamos lembrar que todos os Orixás estão vivos em nossa coroa e em nossas vidas, mas observe que estamos falando de Orixá, O Dono da Cabeça, seres supremos, logo não existem divergências e tão pouco estrelismos ou melindres, como nós temos.


O assunto é tão sério que já ouvi pessoas sendo filhos (as) de Omulú dizerem que sentem “vergonha” de sua coroa, porque seu Pai é um Orixá “ancião” ou porque, para alguns, ele carrega o símbolo da morte. Com isso, aparecem os piores comentários: “Nossa! Então se sou filho de Omulú eu vou morrer? ”Sim, todos nós vamos um dia. “Nossa! Então eu sendo filho de Omulú eu posso matar qualquer um?” Não, a menos que goste de ficar em uma penitenciária respondendo um processo criminal.


Da mesma forma que tem àqueles que rejeitam temos também os médiuns, enchendo a boca para dizer: “Sou filho (a) de Oxum” ou “Sou filho (a) de Xangô”, etc.. Em alguns casos tem o complemento: “Meu Orixá é melhor e mais forte que o seu”. Acredito que nos dois casos, tanto no desprezo / vergonha, bem como na “Idolatria”, são cenários de uma enorme falta de respeito com os nossos Pais e Mães Orixás.


Por que temos que sentir vergonha ou desprezar o Orixá que está em nossa coroa ou na coroa de nossos irmãos? Por que muitos chegam a mentir com relação àqueles que regem sua coroa? Se todos os nossos Pais e Mães Orixás são Sagrados, por que rejeitamos o Sagrado? Por que desprezamos o Sagrado que nos escolheram e estão nos protegendo?


Não podemos fazer comparativos entre as forças dos nossos Orixás, dizendo que “o meu é melhor que o seu”, porque todos têm suas funções, ações, forças, estruturas, realizações, qualidades, etc.. O que seria da força de Ogum, para abrir os caminhos, se não existisse a força de Omulú para paralisar ou finalizar os pensamentos negativados demandados contra nós? O que seria da geração de Yemanjá, provendo condições melhores em nossas vidas, se Nanã não decantasse as nossas frustrações?


Com estes questionamentos, como podemos afirmar que o “Meu Orixá é melhor que o seu”? Todos nossos Pais e Mães Orixás têm suas qualidades e se completam em uma grande força quando unidos, formam um TUDO e um TODO onde podemos, ainda, visualizar que existe um relacionamento e até mesmo uma “dependência” na atuação de um para o outro. É uma visão muito pequena achar que o Orixá que rege a minha coroa e muito mais importante do que o que rege a coroa do meu irmão.


Em primeiro lugar, nós somos escolhidos por nossos Pais e Mães Orixás. Em segundo lugar, TODOS nós temos uma missão para cumprir e os nossos Pais e Mães Orixás estão nos auxiliando nesta caminhada, tarefa, esta, que é bem difícil para Eles. Geralmente ficam nos mostrando os caminhos que devemos percorrer, bem como, o que devemos fazer, mas na maioria das vezes não escutamos, não percebemos e não sentimos, pois estamos tão preocupados com nossos “pobres” pensamentos julgando os Pais e Mães Orixás de nossos irmãos, achando que podemos ser mais importantes ou melhores só por que não temos o mesmo Orixá na coroa, que não conseguimos perceber ou ouvir o que eles estão tentando nos mostrar ou dizer.


Então meu irmão, não se sinta mais ou menos importante diante daquele que possui um Pai ou Mãe Orixá diferente do que possui em vossa coroa, sinta sempre o Orgulho de ter sido escolhido por Ele e por Ela, deixe que as essências de vosso Pai e Mãe Orixá atuem em vossa vida. Não pratique a difamação dos Sagrados, não se esconda da vossa essência, não vire as costas para àqueles que lhe escolheram como filho (a). Sejamos no mínimo, bons filhos (as), respeitando e cultuando as forças daqueles que nos sustentam.


Não diga: O MEU ORIXÁ É MELHOR QUE O SEU, mas
Diga assim: OS NOSSOS ORIXÁS SE COMPLETAM NA ESTRUTURA DE DEUS.

Por Danilo Lopes Guedes



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22 de novembro de 2013

Tenda de Umbanda Luz e Caridade - Tulca , Astros, Mitologia Greco-Romana e os Orixás - Pesquisado por Ednay Melo , Artigos Ednay Melo , Orixás na Umbanda ,

Astros, Mitologia Greco-Romana e os Orixás - Pesquisado por Ednay Melo


Acompanhe este breve ensaio sobre planeta regente do ano:

A determinação do Regente do Ano, segundo a tradição astrológica, tem como base um ciclo de 36 anos. A cada ciclo de 36 anos é atribuída uma regência planetária (Regente do Ciclo). Dentro deste ciclo existem ciclos menores anuais, que também possuem seus respectivos regentes (Regente do Ano).
Na atribuição dessas regências, são considerados apenas os astros antigos. Sol, Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno.



Para saber o Regente do Ciclo e Regente do Ano desejado, consulte a tabela abaixo:
- Na primeira linha, em negrito, temos o ano em que se inicia o ciclo e o Regente do Ciclo

- Na coluna da esquerda veja o ano desejado, a direita o Regente do Ano.

Veja também qual era o Regente do Ciclo e o do Ano por ocasião de seu nascimento.


A  tabela mostra 4 ciclos maiores:

Marte (1909 a 1944), Lua (1945 a 1981), Sol (1981 a 2016), Saturno (2017 a 2052),

com os respectivos regentes de cada ano.


Ciclo de 
Marte
Ciclo da 
Lua
Ciclo do 
Sol
Ciclo de
 Saturno
Ano
Regente
Ano
Regente
Ano
Regente
Ano
Regente
1909
Marte
1945
Lua
1981
Sol
2017
Saturno
1910
Sol
1946
Saturno
1982
Vênus
1918
Júpiter
1911
Vênus
1947
Júpiter
1983
Mercúrio
2019
Marte
1912
Mercúrio
1948
Marte
1984
Lua
2020
Sol
1913
Lua
1949
Sol
1985
Saturno
2021
Vênus
1914
Saturno
1950
Vênus
1986
Júpiter
2022
Mercúrio
1915
Júpiter
1951
Mercúrio
1987
Marte
2023
Lua
1916
Marte
1952
Lua
1988
Sol
2024
Saturno
1917
Sol
1953
Saturno
1989
Vênus
2025
Júpiter
1918
Vênus
1954
Júpiter
1990
Mercúrio
2026
Marte
1919
Mercúrio
1955
Marte
1991
Lua
2027
Sol
1920
Lua
1956
Sol
1992
Saturno
2028
Vênus
1921
Saturno
1957
Vênus
1993
Júpiter
2029
Mercúrio
1922
Júpiter
1958
Mercúrio
1994
Marte
2030
Lua
1923
Marte
1959
Lua
1995
Sol
2031
Saturno
1924
Sol
1960
Saturno
1996
Vênus
2032
Júpiter
1925
Vênus
1961
Júpiter
1997
Mercúrio
2033
Marte
1926
Mercúrio
1961
Marte
1998
Lua
2034
Sol
1927
Lua
1963
Sol
1999
Saturno
2035
Vênus
1928
Saturno
1964
Vênus
2000
Júpiter
2036
Mercúrio
1929
Júpiter
1965
Mercúrio
2001
Marte
2037
Lua
1930
Marte
1966
Lua
2002
Sol
2038
Saturno
1931
Sol
1967
Saturno
2003
Vênus
2039
Júpiter
1932
Vênus
1968
Júpiter
2004
Mercúrio
2040
Marte
1933
Mercúrio
1969
Marte
2005
Lua
2041
Sol
1934
Lua
1970
Sol
2006
Saturno
2042
Vênus
1935
Saturno
1971
Vênus
2007
Júpiter
2043
Mercúrio
1936
Júpiter
1972
Mercúrio
2008
Marte
2044
Lua
1937
Marte
1973
Lua
2009
Sol
2045
Saturno
1938
Sol
1974
Saturno
2010
Vênus
2046
Júpiter
1939
Vênus
1975
Júpiter
2011
Mercúrio
2047
Marte
1940
Mercúrio
1976
Marte
2012
Lua
2048
Sol
1941
Lua
1977
Sol
2013
Saturno
2049
Vênus
1942
Saturno
1978
Vênus
2014
Júpiter
2050
Mercúrio
1943
Júpiter
1979
Mercúrio
2015
Marte
2051
Lua
1944
Marte
1980
Lua
2016
Sol
2052
Saturno

Acompanhe este breve ensaio sobre os planetas e os deuses da mitologia greco-romana:


"Na Antiguidade, as diferentes civilizações buscavam no céu explicações para as suas origens e procuravam conexões entre as milhares de estrelas para representar seus deuses e mitos. Assim como em uma grande tela, imaginava-se que as estrelas eram pontos que, conectados uns aos outros, formavam desenhos – as constelações.

Naquela época, havia a noção de que o céu era imutável, já que as estrelas aparentemente não mudam de posição entre si – hoje se sabe que as estrelas fazem uma trajetória ao redor da galáxia. Entretanto, percebiam-se entre as estrelas alguns objetos brilhantes mudando constantemente de posição em relação a elas.
Esses pontos luminosos (cinco, no total) foram identificados há cerca de 5 mil anos pelos mesopotâmios (povo que vivia onde atualmente está o Iraque) e denominados planetas, palavra de origem grega que quer dizer ‘corpo errante’. O Sol e a Lua também eram considerados planetas, uma vez que modificavam suas posições em relação às constelações.
Em homenagem a esses corpos celestes, os mesopotâmios criaram a semana com sete dias e consagraram cada dia a um planeta
Em homenagem a esses corpos celestes, os mesopotâmios criaram a semana com sete dias e consagraram cada dia a um planeta. Em muitos idiomas ainda é possível perceber essa associação. Por exemplo: segunda-feira em inglês é Monday (algo como ‘dia da Lua’), em espanhol é lunes e em italiano é lunedi.
Os povos antigos identificavam os planetas como divindades. Por isso, deram a esses astros os nomes de deuses da mitologia greco-romana.
Ao planeta que se desloca mais rapidamente no céu foi atribuído o nome do deus romano Mercúrio (Hermes, na mitologia grega), que era o mensageiro dos deuses. Mercúrio retorna à mesma posição no céu em apenas 88 dias. O planeta mais brilhante e bonito de se observar recebeu o nome da deusa da beleza, Vênus (Afrodite, para os gregos).
O planeta vermelho, que nos lembra sangue, foi batizado com o nome do deus da guerra, Marte (Ares, para os gregos). Para o brilhante planeta que se move lentamente, com imponência e majestade, foi dado o nome de Júpiter (Zeus, para os gregos), o rei dos deuses. Finalmente, o planeta que se move mais devagar, gastando quase 30 anos para voltar ao mesmo lugar no céu, como se fosse muito velho, foi chamado de Saturno (Chronos, para os gregos), considerado a personificação do tempo." (Texto Adilson de Oliveira - Departamento de Física da Universidade Federal de São Carlos)

OS SETE ASTROS PRIMORDIAIS



Os sete astros regentes do Zodíaco são o Sol, a Lua, Mercúrio, Vênus, Marte, Júpiter e Saturno. São os astros primordiais que compõem a hierarquia celeste do Zodíaco, tal como a concebeu o homem da Antiguidade, segundo um princípio sutil e coerente, uma interpretação da composição do universo que, naqueles tempos, poderíamos chamar científica. Devem ser considerados primordiais visto serem os elementos constitutivos essenciais, os mecanismos fundamentais do Zodíaco.

OS SETE ORIXÁS BÁSICOS:

IANSÃ - OXUM - IEMANJÁ - XANGÔ - OGUM - OMULU - OXOSSI



Acompanhe a relação dos astros - mitologia greco-romana e os Orixás na tabela abaixo:


ASTRO
DIA DA SEMANA
CARACTERÍSTICAS
DEUS/DEUSA NA MITOLOGIA
ORIXÁS CORRESPONDENTES
Mercúrio
Quarta-feira
Planeta mais rápido - completa uma revolução em 88 dias. Questões relativas ao comércio, negócios, astúcia, comunicação, mente racional, destreza, racionalização, palavra escrita e falada e toda capacidade de receber ou transmitir informação, opiniões, críticas;

Mercúrio para os Romanos e Hermes para os Gregos.
Iansã
Vênus
Sexta-feira
É o objeto mais brilhante no ceú noturno depois da Lua
- bela aparência no céu. Questões relativas ao amor, afeto, sensualidade, prazer, relacionamento, bens e valores, beleza, harmonia, arte, feminino em geral;

Vênus deusa romana do Amor e da Beleza. Afrodite para os gregos.
Oxum
Marte
Terça-feira
Sua cor vermelha era associada pelas antigas civilizações com o sangue das batalhas. Questões relativas à luta, competição, liderança, coragem, combatividade, guerras, auto-afirmação, auto-motivação, busca da identidade, conquistas, iniciativa, independência, espontaneidade, vitalidade física, força, energia masculina em geral;

Marte para os romanos e Ares para os gregos.
Deus romano da guerra.
Ogum
Júpiter
Quinta-feira
É o maior de todos os planetas em tamanho, em massa.  Questões relativas à expansão, crescimento, mente superior, fé, espiritualidade, otimismo, entusiasmo, moralidade, prosperidade, educação superior, contato com outras culturas, valores morais e éticos, filosofia, aspirações, esportes, grandes negócios, leis;

Júpiter para os romanos e
Zeus para os gregos, que na mitologia grega é o deus dos céus e do trovão.
A influência de júpiter também favorece a expansão do conhecimento, prosperidade e fartura.
Xangô e Oxossi
Saturno
Sábado
Saturno é um planeta lento, e demora cerca de 29 anos para completar um ciclo completo em volta do Sol.
Questões relativas às estruturas, hierarquias, responsabilidade, seriedade, perseverança, concentração, esforço, estratégia, estruturação, competência, busca da estabilidade, durabilidade, compromisso, respeito às leis, estabelecimento de limites;
Saturno lembra-nos das nossas fronteiras, as nossas responsabilidades, e os nossos compromissos. Traz a definição das nossas vidas.
Saturno, deus romano do cultivo e agricultura. Chronos para os gregos.

Omulu 
Lua
Segunda-feira
Questões relativas ao emocional, sentimentos, receptividade, passado, família, mulher, povo, nossa capacidade de sentir, de nos sensibilizarmos ao meio ambiente, o que alimenta tanto física como psiquicamente;

Diana para os romanos, deusa que refere-se à Grande Mãe. Selene para os gregos.
Iemanjá
Sol
Domingo
Astro rei. O sol está ligado ao arquétipo de realeza, grandeza, luz,   equilíbrio de todos os planetas e sustentação da vida. Questões relativas à inteligência, grandes lideranças, ego, auto-afirmação, vitalidade, tomada de consciência, criatividade, auto-expressão.

Hélio para os gregos e Apolo para os romanos.
Pai Oxalá


PLANETA REGENTE DO ANO 2014: JÚPITER 



ORIXÁ REGENTE DO ANO 2014: XANGÔ

Ednay Melo

Fontes de Pesquisa:
http://www.oocities.org
http://cienciahoje.uol.com.br
https://parana-online.com.br
http://br.syvum.com
http://mapaastral.org/

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