29 de dezembro de 2015

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Malunguinho na Umbanda / Por Ednay Melo

"(...)A ciência da Jurema todo mundo quer saber, ela é como o segredo da abelha, trabalha sem ninguém vê(...)"

Malunguinho na Umbanda
Malunguinho é considerado o representante do culto à Jurema Sagrada no Nordeste.

Não se tem notícias se esta pessoa realmente existiu com este nome no séc XIX, mas a sua obra de bravura para libertação e sobrevivência do povo negro tem registros na história. Todos os líderes quilombolas da Província de Pernambuco daquela época chamavam-se Malunguinho, cujo termo banto "malungo" significa companheiro de lutas. O último líder quilombola, chamado João Batista, foi morto no dia 18 de setembro de 1835. Nesta data a Tulca homenageia este grande Mestre da Jurema: Reis Malunguinho, "Reis" porque ele não é apenas um.

A história de Malunguinho faz parte da história do nosso País, assim, Malunguinho remete ao arquétipo de liderança, bravura, luta, sofrimentos e alegrias no sentimento de união, fraternidade e parceria na busca da dignidade humana.

Malunguinho está na Umbanda que praticamos, porque os espíritos que carregam a sua bandeira de coragem são espíritos livres, como sempre lutaram em terra. Sendo liberdade a sua marca, eles não estão presos a nenhum culto ou religião, mas estão em todos os cultos, no coração de todas as pessoas que permitem a sintonia com esta grandiosa falange iluminada, de todos os grupos ou comunidades mediúnicas que abrem espaço para todos os espíritos, assim como o Caboclo das Sete Encruzilhadas nos ensinou.

Respeitamos e admiramos profundamente o culto da Jurema Sagrada, cujo fundamento é trancado a sete chaves, tradicionalmente repassado oralmente de geração a geração.

"(...)A ciência da Jurema todo mundo quer saber, ela é como o segredo da abelha, trabalha sem ninguém vê(...)"

O que mais impressiona é a grandeza, profundidade e verdade que a falange dos Malungos nos transmite, com tanta sabedoria e simplicidade, que pode-se observar em alguns dos seus pontos cantados, composições que são verdadeiras obras primas, repassadas por médiuns simples, humildes e que se mantém no anonimato. Transcrevemos abaixo um desses pontos, que desconhecemos a autoria, mas que somos gratos por dividir conosco um pouco dessa luz. criada em comunhão com todos os Juremeiros do lado de lá.

Salve Reis Malunguinho!!! Sobonirê!!!

Ednay Melo


***


Ponto Rei Salomão

"Ele é o Mestre da Pedra Mármore
Da pedra mouro, mourão
Ele é Mestre certeiro
Que adivinha, adivinhão
Arruda branca é uma erva
Da cova de Salomão
Dai-me força, oh meu Deus
Dai-me ciência, Rei Salomão
Salomão bem que dizia
Aos seus filhos juremeiros
Não se entra na Jurema
Sem pedir licença primeiro!

Salomão, meu Salomão
Arreia, arreiá
Salomão do juremá
Arreia, arreiá
Salomão, meu Salomão
Arreia, arreiá
Salomão do Vajucá
Arreia, arreiá

No mundo eu avistei uma muralha
Feliz de quem ela atravessar
É a muralha das três donzelas
Que vivem no fundo do mar
Segure eu no mundo, segure eu
Sustenta eu juremá, sustenta eu

Oh meu Cruzeiro do Mundo
Concedei a luz suprema
Ilumina o mundo inteiro
E a Ciência da Jurema
Ilumina seus discípulos
E a ciência da Jurema..."


***


Vídeo com vários pontos de Jurema




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22 de dezembro de 2015

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O Médium Obsidiado


O Médium Obsidiado


Trecho do Livro: Obsessão e Desobsessão / Suely Caldas

“Se um médium não se conduzir convenientemente perante a Doutrina, ou por qualquer outra circunstância demonstrar sinais de domínio de um obsessor, será indispensável que suspenda qualquer labor mediúnico, visto que já não poderá inspirar confiança as comunicações que receber e se poderá também prejudicar grandemente, dando ensejo à solidificação da obsessão.’ (Recordações da Mediunidade, Yvonne A. Pereira, capítulo 10.)

Todo obsidiado é médium. Isto não significa, contudo, que ele deva desenvolver a sua faculdade. Na maior parte das vezes é exatamente o que ele não deve fazer. Antes de mais nada, requer um tratamento espiritual condizente com o seu estado.

André Luiz esclarece: “O obsidiado, porém, acima de médium de energias perturbadas, é quase sempre um enfermo, representando uma legião de doentes invisíveis ao olhar humano.” (37) São “médiuns doentes”, diz o citado autor espiritual, que trazem consigo “aflitiva mediunidade de provação”. Quanto a se encaminhar o médium obsidiado às reuniões para educação e desenvolvimento da sua mediunidade, é ainda André Luiz que adverte ser indispensável que, “antes de tudo, desenvolva recursos pessoais no próprio reajuste”, lembrando que “não se constroem paredes sólidas em bases inseguras”. (38)

Há que se ter cautela no que se refere à problemática mediúnica do obsidiado, pois, com o pensamento cerceado pelo obsessor, logicamente não está em condições de um desenvolvimento normal.

Quanto aos médiuns que já estão atuando, os que já têm uma atividade equilibrada, seria absurdo catalogá-los todos como obsidiados. Embora todos os médiuns, tanto quanto todos os seres humanos, sejam suscetíveis de sofrer obsessões. Como diz Joanna de Ângelis: “Ninguém que esteja em regime de exceção, na face da Terra.”

Ante uma obsessão sutil ou evidente a afligir o médium, afirma Kardec categoricamente: “A obsessão, de qualquer grau, sendo sempre efeito de um constrangimento e este não podendo jamais ser exercido por um bom Espírito, segue-se que toda comunicação dada por um médium obsidiado é de origem suspeita e nenhuma confiança merece.” (39)

Kardec dedica ao problema da obsessão o capítulo 23 de “O Livro dos Médiuns”, asseverando que ela se apresenta em três principais variedades: simples, de fascinação e de subjugação. O Codificador diz preferir o termo subjugação em lugar de possessão, de uso mais antigo. Afirma que, a seu ver, ambos os termos são sinônimos, preferindo, entretanto, adotar subjugação para referir-se a obsessões mais graves. Justifica sua opção dizendo que a palavra possessão “implica a crença de seres criados para o mal e perpetuamente votados ao mal”, o que não é verdade, pois todos os seres têm as mesmas possibilidades de evolução, de progresso. E, ainda, que “implica igualmente a ideia do apoderamento de um corpo por um Espírito estranho, de uma espécie de coabitação”, quando realmente o que existe é uma constrição. Entretanto, revendo o assunto em “A Gênese”, capítulo 14º, item 47, o mestre lionês passa a adotar o termo possessão, talvez por ser este de uso mais popular, esclarecendo então que: “Na possessão, em vez de agir exteriormente, o Espírito atuante se substitui, por assim dizer, ao Espírito encarnado; toma-lhe o corpo para domicílio, sem que este, no entanto, seja abandonado pelo seu dono, pois que isso só se pode dar pela morte. A possessão, conseguintemente, é sempre temporária e intermitente, porque um Espírito desencarnado não pode tomar definitivamente o lugar de um encarnado, pela razão de que a união molecular do perispírito e do corpo só se pode operar no momento da concepção.” (40)

Kardec ressalta também quão graves são as conseqüências da fascinação. Dentre todas as modalidades, talvez seja esta a mais difícil de ser tratada e curada. O que se observa nestes casos, é que a pessoa fascinada se compraz sobremaneira com a situação em que vive, iludida pelo obsessor, que alimenta a sua vaidade, exacerbando-a, cada vez mais intrincada se torna a questão, à medida que o enfermo passa a necessitar da aproximação do fascinador, numa simbiose completa em que ambos se obsidiam mutuamente. Presenciamos um caso desse tipo. L... é portadora de uma fascinação que se tem mostrado resistente a quaisquer orientações. Certa feita, apresentou-se no C. E. Ivon Costa. Dizia ser médium em grande atividade mediúnica e desejosa de frequentar as reuniões que julgava adequadas ao seu grau de desenvolvimento. Contou que exercia a sua mediunidade em casa, onde recebia, através da psicografia e da psicofonia, conselhos para todas as pessoas do seu conhecimento, solicitados ou não. Esclarecida quanto aos inconvenientes dessa prática, foi convidada a frequentar as reuniões públicas e aconselhada a não se descurar do estudo da Doutrina e do labor da caridade. Ela realmente frequentou durante certo tempo as reuniões públicas, mas passou, a trazer páginas que afirmava serem psicográficas, constando de conselhos e orientações assinadas pelos Mentores do Centro e recebidas em seu lar. Tais mensagens eram completamente desconexas, confusas e incompreensíveis, embora L... as julgasse de alto nível. Manteve-se avessa a quaisquer ponderações, irredutível em seu ponto de vista e achando injustas todas as observações que lhe foram feitas, com discrição e carinho, afastando-se em breve do Centro. Soubemos que L... tem percorrido outros Centros da cidade e agindo da mesma maneira. Jamais admitiu que possa estar sendo vítima de um Espírito mistificador, e tal como Kardec esclarece, como característica principal dessa modalidade de obsessão, afasta-se de toda e qualquer pessoa que a possa orientar. “Geralmente, o Espírito que se apodera do médium, tendo em vista dominá-lo, não suporta o exame crítico das suas comunicações; quando vê que não são aceitas, que as discutem, não se retira, mas inspira ao médium o pensamento de se insular, chegando mesmo, não raro, a ordenar-lhe.” (Grifos nossos.) (41)

Este comentário de Allan Kardec e o que transcrevemos a seguir são da maior relevância para que se perceba a diferença existente entre a atuação de um Espírito desejoso de enganar e fazer o mal e a do Espírito que somente pratica a caridade e o amor, ensinando o bem e a verdade. Diz-nos o mestre lionês, referindo-se à análise das comunicações: “Repetimos: este meio é único, mas é infalível, porque não há comunicação má que resista a uma crítica rigorosa. Os bons Espíritos nunca se ofendem com esta, pois que eles próprios a aconselham e porque nada têm que temer do exame. Apenas os maus se formalizam e procuram evitá-lo, porque tudo têm a perder. Só com isso provam o que são.” (Grifos nossos.) (42)

Idêntico proceder vale para os médiuns. Aqueles que se melindram por uma que outra observação que se lhes faça, que por qualquer motivo sintam-se feridos no seu amor próprio e que por isso se afastem da reunião, estarão comprovadamente sob o assédio de obsessores.

Há médiuns que se julgam infalíveis, e, o que é mais sério, jamais admitem que possam sofrer sequer uma influenciação espiritual de ordem inferior. Julgam-se imunes, como que vacinados contra as obsessões. No entanto, como é fácil resvalarmos! Como somos frágeis perante as nossas próprias fraquezas! Como somos visados!

Façamos ecoar em nossos ouvidos, em nosso coração, a advertência notável de André Luiz, já citada no capítulo 4 da Primeira Parte, “Gradação das obsessões”, quando ele diz que “somos, por vezes, loucos temporários, grandes obsidiados de alguns minutos (...) doentes do raciocínio em crises periódicas, médiuns lastimáveis da desarmonia (...)“ Quem de nós pode afirmar o contrário?

Cônscios de nossas fraquezas, recorramos ao Senhor, dizendo-lhe: “Eu creio, Senhor! ajuda a minha incredulidade.” (Marcos, 9:24.)

(37) Missionários da Luz, André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, capítulo 18, 13ª edição FEB. (38) Nos Domínios da Mediunidade, André Luiz, psicografia de Francisco Cândido Xavier, capítulo 9, 10ª edição FEB. (39) O Livro dos Médiuns, Allan Kardec, item 242, 42ª edição FEB. (40) O termo possessão, na literatura espírita mediúnica, é adotado com bastante freqüência (vide, por exemplo, Nos Domínios da Mediunidade) e na prática designa aqueles casos realmente mais graves de obsessão. Seria, assim, o seu grau máximo. (41) O Livro dos Médiuns, Allan Kardec, item 248, 42ª edição FEB. (42) Id., Ib., item 266



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6 de dezembro de 2015

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Orixás Homenageados na Tulca

E assim... Chegamos a mais um final de ano!!!




Louvando, com muito amor, os Orixás homenageados neste mês de dezembro: Pai Oxalá, Mãe Iansã e Mãe Iemanjá!!!

Orixás Tulca

Parabenizamos todos os batizandos que fizeram esta Gira ainda mais bonita!!! Acolhidos pela Luz de Oxalá carregam agora a Sua Bandeira, com a Sagrada Lei de Umbanda no coração!!!


Orixás Tulca

Agradecemos profundamente a todos que contribuíram este ano para o crescimento da nossa Tenda, dedicando carinho, boas vibrações e confiança aos nossos trabalhos!!!

Rogamos a Deus Olorum, a Pai Oxalá e todos os Orixás, paz, saúde e prosperidade na vida de todos, juntamente com os vossos familiares e amigos!!!

Que a luz da Umbanda ilumine as consciências e desperte, neste Natal, o sentimento de fraternidade universal, para construirmos um mundo de paz, mais humano e mais justo!!!

Feliz Natal e Feliz Ano Novo!!!

Carinhosamente,
Família Tulca!!!



P.S. Aguardem a nossa agenda 2016, em breve será publicada neste Blog.

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22 de novembro de 2015

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O Perigo de Achar que o Outro Faz Demanda / Por Pombagira das Rosas - Médium Ednay Melo

O Perigo de Achar que o Outro Faz Demanda / Por Pombagira das Rosas - Médium Ednay Melo


Achar-se Vítima de Demanda

Observamos na vivência de Terreiro, que muitas pessoas se preocupam muito em saber se alguém fez demanda para ele, ou se alguém lhe quer prejudicar. Geralmente esta ideia está bem estabelecida em sua mente e buscam os Guias de Umbanda para ter a confirmação. Sobre este assunto, recebemos a seguinte mensagem de uma das nossas Guias Espirituais:

“Ligar-se mentalmente a alguém supondo que esta pessoa lhe faz algum mal, traz alguns sérios inconvenientes para quem pensa.

Enfatizo que "supor", "achismo" não quer dizer "verdade". Quem se aliena com estes pensamentos nunca tem a certeza se o seu desafeto faz ou não: "demanda, feitiço, bruxaria, magia negra, olho gordo, baixa magia, trabalho feito, ou qualquer nome que queiram dar.

E se acham que um Guia de Umbanda vai tirar este tipo de dúvida, se enganam. Este Terreiro não nasceu para jogar uns contra os outros. A força espiritual de um Terreiro de Umbanda vai agir em seu benefício, apenas isto (...)

Trecho retirado do Livro Umbanda Luz e Caridade - Cap. 8 - Ednay Melo


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20 de novembro de 2015

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Sobre a Doença Física e a Cura / Espírito Ramon - Médium Ednay Melo

Sobre a Doença Física e a Cura / Espírito Ramon - Médium Ednay Melo


O "milagre" está apenas e tão somente na fé que movimenta o amor de Deus e de Suas criaturas. É preciso a simbiose do amor, representada pela fé, para obter a cura de todo mal. 
(Ramon / Ednay Melo)


Sobre a Doença Física e a Cura / Espírito Ramon - Médium Ednay Melo

Diariamente, nos embates da vida, ouvimos lamentações várias, de variadas formas e pensamentos. As vicissitudes são consequências dos atos individuais, sejam atos desta vida ou da pretérita. A Lei de Ação e Reação é lei natural, dá sentido a tudo, assim quem "mexe com fogo" pode mesmo se queimar. A memória do encarnado é muito breve, daí não entender o porquê dos sofrimentos. A verdadeira vontade de Deus é o Bem e a Paz a todas Suas criaturas, mas cada um deve aprender como fazer esta valiosa conquista.

O sofrimento na terra é necessário, não que estejam todos condenados a ele, mas sendo ele resposta às ações indevidas de cada um, serve como alavanca de aprendizado e elevação espiritual.

Falaremos hoje um pouco sobre a doença física e a cura.

O aprendizado do espírito se dá através de muitas provações e desafios. As doenças físicas são uma das fontes de desafio, porque testa a paciência e a fé. O tempo previsto para elas é o exatamente necessário a cada um.

A cura sempre vai existir, considerando a vida eterna, porque tirando o olhar viciado apenas da vida corporal irão entender que a cura pode ocorrer em plano espiritual, devereis acreditar que, de fato, a morte como o fim do espírito, não existe (...)

Trecho retirado do livro Umbanda Luz e Caridade - Cap. 4 - Ednay Melo

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17 de novembro de 2015

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Entidades de Umbanda

Entidades de Umbanda


O nome da minha mãe era Lia e do meu pai Cid. Isto para você pode ser uma referência sobre minha pessoa, mas tudo o que eles significaram para construção do que eu sou é impossível de configurar em nomes. Assim como para mim o nome dos que fazem ou fizeram parte da vida de vocês não tem um significado tão grande, porque não consigo com isto mensurar a extensão da influencia que tem no que você é.

Se você lê a história e não a interpreta, perde a lição. Quando a Umbanda foi criada em 1908, no meu entendimento para libertar as almas desta terra do domínio do ego do poder do conhecimento- corajosamente por um menino de 18 anos chamado Zélio de Morais, era a espiritualidade pedindo libertação. Libertação da energia pela simplicidade. Aqui está faltando uma flor, falou Zélio, e foi buscar uma rosa que depositou no centro da mesa. Depois disto,apresentaram-se vários espíritos de caboclos e negros num centro espírita. Bom, a história quem é de Umbanda deve conhecer.

Evoluímos de lá pra cá e muito. O mundo mudou muito, mas as pessoas, estas não perderam seus vícios. Acho mesmo que algumas coisas são registradas em nossos DNAs. Praticamos com mais liberdade nossa querida Umbanda ,mas estamos nos tornando cruéis com relação às nossas entidades.

Quem é capaz de dizer com certeza absoluta o que é o espírito que está recebendo? Acho deprimente quando falam: o meu caboclo, o meu preto, o meu exu. Estes espíritos existem para nos libertar e não para serem nossos escravos pessoais. Adianta saber se é exu Caveira, ou Caboclo das 7 Flechas, ou seja lá qual falange pertença? O nome dos meus pais como falei no começo não significam nada se você não souber da obra que eles fizeram. Os espíritos que nos guiam são exatamente iguais a nós , embora estejam num nível superior de entendimento. Você não é apenas um nome, é um conjunto de qualidades adquiridas, é um ser na busca de desenvolvimento e uma entidade neste ponto não é diferente, porque não respeitá-los então?

Se você buscar meu nome na internet vai encontrar os livros que publiquei e mais algumas coisas sobre minha vida, mas em momento nenhum isto vai te dar a minha real dimensão, e assim é com as entidades que aceitaram fazer uma parceria com vocês. Se deem a oportunidade de conhecer suas entidades como conhecem os seus amigos: conversem, alimentem a amizade com respeito e dignidade que eles merecem.

O que mais tem por aí é uma Umbanda ostentação: aprenda tudo sobre umbanda por um preço maravilhoso, participe de giras gigantescas e seja mais um....em momento nenhum vejo: viva a Umbanda em plenitude, descubra-a e se descubra, experimente, observe! O que querem de você? Alienação e enquadramento em um sistema que a Umbanda de início veio para quebrar. Pense! Saravá a sua banda!

Autor desconhecido



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15 de novembro de 2015

Os Sete Sinais da Maturidade Emocional


O equilíbrio espiritual está intimamente relacionado com o equilíbrio emocional. Compartilhamos abaixo um texto interessante para ajudar a identificar a maturidade emocional.

*

“Maturidade emocional é perceber que não tenho necessidade de culpar ou julgar ninguém pelo que acontece comigo”
(Anthony de Mello)

Normalmente, a maturidade é associada à idade e aos anos de experiência de vida cronológica. No entanto, quando se trata de maturidade emocional, a idade pode ter pouco a ver com isso. Muitas vezes a maturidade física chega antes da maturidade emocional.

Amadurecer significa entender que não existe amor maior do que o amor próprio, aprender e aceitar o que a vida nos apresenta e seguir adiante.

A maturidade emocional não surge do nada; exige trabalho, esforço, boa vontade e o desejo de olhar para dentro e se conhecer melhor, com a cabeça e o coração em perfeita sintonia. Amadurecer significa encarar a realidade como ela é, muitas vezes bem mais dolorosa do que gostaríamos.

Aqui estão sete características das pessoas emocionalmente maduras.

1- Saber dizer adeus é maturidade emocional

A maioria de nós sente muito medo, principalmente quando se trata de soltar as amarras e deixar a vida fluir.

Pensar que o passado foi melhor é muito doloroso; nos impede de soltar e deixar ir.

As pessoas emocionalmente maduras sabem que a vida fica muito melhor quando é vivida em liberdade. Então, deixam ir o que não lhes pertence, porque entendem que ficar preso ao passado nos impede de fechar ciclos e curar nossas feridas emocionais.

2- Conseguem olhar para o seu passado emocional sem dor

Limpar a dor do nosso passado é absolutamente necessário para avançarmos em nosso caminho emocional. As ervas daninhas crescem rapidamente; se não limparmos nosso caminho, não veremos o que está próximo.

As pessoas emocionalmente maduras sabem da importância de viver no presente, superando e aceitando o que passou. O que aconteceu, já aconteceu; não podemos mudar. Aprenda com os erros e siga em frente.

Se perdermos o contato com o nosso interior, não nos afastamos dele, mas permitimos que o negativo do nosso passado interfira na nossa vida presente. Isso é muito doloroso.

“É por esse motivo que, quando tivermos aprendido o suficiente sobre a nossa dor, perderemos o medo de olhar para dentro e curaremos nosso passado emocional para avançar mais um passo na vida”.

3- Têm consciência do que pensam e sabem

A maturidade emocional nos ajuda a entender melhor nossos próprios sentimentos e os dos demais. As pessoas emocionalmente maduras se esforçam para escrever e pensar sobre as suas opiniões ou sobre como se sentem.

“Amadurecer é ter cuidado com o que diz, respeitar o que ouve e meditar sobre o que pensa”.

A clareza mental das pessoas maduras contrasta com a preguiça e o caos mental das pessoas imaturas. Portanto, a maturidade emocional ajuda a resolver problemas cotidianos de forma eficaz.

4- Não reclamam de nada

Parar de reclamar é a melhor maneira de promover mudanças.

As queixas podem nos aprisionar em labirintos sem saída. As pessoas emocionalmente maduras já aprenderam que somos o que pensamos. Se você agir mais e reclamar menos, significa que está crescendo emocionalmente.

Quer viver infeliz? Reclame de tudo e de todos.

5- Conseguem ser empáticas, sem se deixar influenciar pelas emoções alheias

As pessoas emocionalmente maduras têm respeito por si mesmas e pelos outros. Têm habilidade para se relacionar da melhor forma possível com os demais; sabem ouvir, falar e trocar informações. Aprenderam a olhar de forma generosa para o outro; todos nós temos valores diferentes, mas queremos ser aceitos e felizes.

6- Não se castigam pelos seus erros

Aprendemos com os nossos erros; falhar nos permite enxergar os caminhos que não devemos seguir.

As pessoas maduras não se punem por possuírem limitações, simplesmente as aceitam e tentam melhorar. Sabem que nem sempre tudo acontece como queremos, mas cada erro é uma boa oportunidade para o crescimento pessoal.

7- Aprenderam a se abrir emocionalmente

As couraças emocionais pertencem ao passado. É muito importante ter comprometimento, amor, autoconfiança e acreditar nas pessoas. Não seja perfeccionista e nem espere a perfeição dos outros. Esqueça as desavenças e perdoe, inclusive a você mesmo.

“Desfrute do tempo compartilhado da mesma forma que desfruta do tempo sozinho”.

Maturidade emocional é assumir o controle da sua vida, ter sua própria visão de mundo e ambição para o sucesso. Ao desenvolver a maturidade emocional a vida torna-se um prazer, e não uma obrigação.

Autor desconhecido




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Parabéns Umbanda!






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11 de novembro de 2015

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A União faz a Força Mesmo!


Se todo Umbandista não se envergonhasse da sua religião e não se intimidasse com a intolerância religiosa, tudo seria diferente... Talvez a Umbanda alcançasse o seu lugar de religião da Paz e do Amor perante toda a sociedade. Abaixo transcrevemos um belo depoimento encontrado na internet.

Blog Tulca


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A União faz a Força Mesmo!

Estou lendo "Exu" do professor Dr. Vagner Gonçalves da Silva, da USP. O mesmo professor que coordenou o livro importantíssimo sobre “Intolerância Religiosa”. Então, como todo mundo que gosta de leitura, abro o livro em inúmeras situações, principalmente em transportes públicos. Hoje não foi diferente. Entrei no ônibus. Assim que consegui sentar abri o livro. Percebi imediatamente que a mulher que dividia o banco comigo se incomodou com algo. Ela fechou o livro que lia com rispidez - e me dei conta de que se tratava da Bíblia -, se levantou e foi para a porta. Ela começou a falar algo sozinha. As pessoas começaram a olhar. Então, acho que surtou:
“É isso mesmo! Até nos ônibus gente do demônio não nos deixam em paz!”, quase gritando e fuzilou-me com os olhos.

Não sou do Candomblé, não sou da Umbanda, não sou membro de nenhuma sagrada religião de origem africana, mas nem por isso deixo de admirar a beleza e a sabedoria que estas pregam e propagam. Eu filmo estas religiões justamente para que, um dia, possam dialogar com pessoas como essa mulher louca que me interpelou daquela forma. Então me vi na mesma situação que milhares de outras pessoas que fazem parte destas maravilhosas religiões. Sim! Naquele momento eu fui colocado no mesmo grupo e, também naquele momento, estava sendo vítima de “intolerância”.

Ah! Mas, sou azedo quando quero.
“A senhora está me chamando de pessoa do demônio?”, perguntei.
“Tá amarrado, em nome de Jesus!”, retrucou levando a Bíblia na frente do rosto.

Nisso nos tornamos o centro das atenções. Todo mundo olhava para nós apreensivos pela minha resposta. Então foi...

“Então eu a liberto em nome de Exu, pois só Exu salva.” Olhei para todos! “Eu ouvi um laroiê?” E esperei. Silêncio! “Nenhum?”
“Laroiê!”, veio tímido do fundo. 
“Vamos lá, com alegria! Não tenham medo de declarar o amor a Olorum, o pai de todos nós!”
Então veio, lindo, forte de umas cinco pessoas.
“Laroiê!”

Sorri satisfeito para os rostos daqueles que também sorriam. Nos tornamos cúmplices e orgulhos da religiosidade vinda do coração. (Ah! Se estas pessoas soubessem a verdade quanto a mim!)

Mal a porta abriu e a mulher desceu com os olhos arregalados e sumiu. Acho que não era o ponto dela. Saiu de perto de mim para fugir da “gente do demônio” e fugiu do ônibus por vergonha de sua incrível estupidez. 

Bem mais tarde, quando chegou o meu ponto na Av. Paulista, encarei os 33º de calor ainda sorrindo com a vitória de um dia que mal tinha começado.
Graças a Exu.

Celso Masotti




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10 de novembro de 2015

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O Terreiro que Muda as Suas Convicções Doutrinárias - Por Ednay Melo

O Terreiro que Muda as Suas Convicções Doutrinárias - Por Ednay Melo
É cada vez mais crescente o número de terreiros que mudam drasticamente as suas doutrinas. É natural acompanhar a evolução de todas as coisas, aqui e ali mudar para aperfeiçoar o que já existe e dessa forma a Umbanda vem crescendo e se aprimorando, acompanhando as consciências da época atual, é natural e necessário.

Estamos falando de um terreiro mudar a sua base doutrinária, a sua raiz, por exemplo seguir por vários anos os principais conceitos da Umbanda Esotérica e de repente mudar para uma Umbanda amplamente africanizada. Nada contra os princípios de cada vertente de Umbanda, cada uma delas são ricas fontes de desenvolvimento para a religião. O mesmo terreiro pode sim seguir várias vertentes. Nos referimos a troca drástica. Imaginem um filho de fé acostumado a ir a seu Terreiro que tanto se identifica, sintonizado com as forças espirituais que lá estão, sintonia esta adquirida a custo de muita dedicação e trabalho espiritual e de repente, chega neste Terreiro e todo o ritual foi mudado, a liturgia agora segue um outro parâmetro que ele vai ter que se adaptar. Ele pode se adaptar sim, se for coerente com os seus princípios e consciência religiosa, mas se não for? com certeza ele irá se afastar deste Terreiro com a sensação de frustração e perda de tempo.

O que leva os dirigentes de Terreiro a mudarem as suas convicções doutrinárias? As vezes até por duas ou mais vezes? Achamos importante esta reflexão. E daremos a nossa opinião, entendam que é apenas a nossa opinião, não temos a intenção de julgar se certo ou errado, porque cada um sabe o que faz e porquê faz, pelo menos deveria. 

Mas enquanto não sabemos o que realmente levou este dirigente a mudar os aspectos rito-litúrgicos do seu Terreiro de forma tão inexorável, a ponto de deixar os seus frequentadores sem entender a causa real de tamanha mudança, arriscamos um palpite: 

O terreiro não tem base espiritual sólida ou, se tem, o seu dirigente é inseguro e não confia nele mesmo. Estamos de fora e não conseguimos encontrar outra justificativa, perdão aos que estão "de dentro" e que podem justificar de outra forma. 

Vamos lembrar de uma base espiritual sólida? A deixada pelo Caboclo das Sete Encruzilhadas! Até hoje a Tenda Nossa Senhora da Piedade mantém os princípios doutrinários do Caboclo, um deles é a não utilização de atabaques. É somente um exemplo, é somente uma reflexão!

Saravá à diversidade saudável da Umbanda!

Ednay Melo



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9 de novembro de 2015

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Erva Hortelã - Pesquisado por Ednay Melo

Erva hortelã

Nome Científico: Mentha spicata L.var.crispa
Nomes Populares : hortelã, menta.
Família : Angiospermae – Família Lamiaceae

Origem: Acredita-se que é originária da Ásia, chegando no Brasil trazida pelos colonizadores. A Hortelã-verde (Mentha spicata), também conhecida como hortelã-das-hortas, hortelã-comum, hortelã-das-cozinhas, hortelã-dos-temperos ou simplesmente hortelã, é uma planta herbácea perene, da família Lamiaceae (Labiadas), atingindo 30–100 cm. Existem inúmeras variedades cultivadas.

É utilizada como tempero em culinária, como aromatizante em certos produtos alimentares, ou para a extração do seu óleo essencial. Por vezes, simplesmente cultivada como planta ornamental. É uma das plantas mais usadas do mundo. É também utilizada como planta medicinal, estando inscrita nas farmacopeias de muitos países da Europa.

As folhas são oval-lanceoladas e serrilhadas, de cor verde a arroxeada, um tanto pilosas e têm um forte aroma refrescante. As flores são brancas com sombra violeta pequenas e dispostas em inflorescência tipo espiga terminal nos ramos.

PARTE USADA: Folhas e sumidades floridas 

PRINCÍPIO ATIVO: Flavonóides: mentoside, isoroifolina, luteolina. 

PROPRIEDADES TERAPÊUTICAS: Carminativa, eupéptica, estimulante, colagoga, estomáquica, antiemética, antiespasmódica, antisépticas e analgésica. 

INDICAÇÕES Fadiga geral, atonia digestiva, gastralgia, cólicas, flatulência, intoxicação de origem gastrintestinal, afecções hepáticas, palpitações, enxaqueca, tremores, asma, bronquite crônica, sinusite, dores dentárias, estimulante estomacal, carminativo, dispepsias nervosas, vômitos, cólicas uterinas, útil nos catarros brônquicos facilitando a expectoração. O chá feito de hortelã também é usado como calmante. Em geral usa-se o óleo essencial ou uma infusão das folhas e sumidades floridas.

CONTRA-INDICAÇÃO É contra-indicado o uso da essência para lactentes. Pessoas que possuem cálculos biliares só devem empregar a planta com orientação médica. Mulheres grávidas devem evitar totalmente o consumo de poejo e de todas as outras hortelãs.

EFEITOS COLATERAIS O mentol em crianças de pouca idade e lactentes pode levar à dispnéia e asfixia. A essência irrita a mucosa ocular (conjuntiva). Em pessoas sensíveis pode provocar insônia. As mentas não devem ser consumidas em grandes quantidades por longos períodos de tempo, pois a pulegona contida na planta exerce ação paralisante sobre o bulbo raquidiano. Apesar de seu uso ser muito comum, o poejo contém uma alta concentração do óleo essencial pulegona, que é muito tóxico, de forma que seu uso deve ser moderado. Outras mentas também contêm pulegona, mas em menor concentração.

Muito cultivada em hortas domésticas para confecção de chás. Pode ser cultivada em canteiros junto a hortaliças ou plantas ornamentais. Desenvolve-se também em vasos.

Necessita de sol, solo fértil em matéria orgânica e boa drenagem. Irrigue de forma a manter o solo sempre úmido. O ideal é que o solo nunca seque durante o ciclo de crescimento das plantas.

O plantio é geralmente realizado através de rizomas retirados de plantas bem desenvolvidas, saudáveis e de boas características, com duas ou três gemas em cada pedaço de rizoma. Estes podem ser plantados diretamente no local definitivo ou em canteiros, sendo as mudas depois transplantadas quando atingem de 10 a 15 cm de altura.

O plantio por sementes é possível, mas é desaconselhado, a não ser para quem está querendo obter novos cultivares ou híbridos, ou para quem não tem como obter mudas. Como as plantas intercruzam facilmente e a variabilidade fenotípica é grande mesmo entre plantas da mesma espécie, é difícil garantir que as plantas originadas por sementes tenham as características do cultivar ou da espécie das plantas mãe. Além disso, nem todas as mentas produzem sementes.

Tolera bem diferentes condições climáticas, desde que não falte água. Em climas frios pode perder as partes aéreas no Inverno, sobrevivendo através dos seus rizomas, que só morrem se o solo congelar completamente.

USO RITUALÍSTICO DA ERVA HORTELÃ

Erva dos Orixás Oxossi e Omulu. 

Formas de uso: banhos e defumadores

Hortelã é erva equilibradora para reconstituição da aura energética quando esta estiver fragilizada tanto por ataques energéticos enfermiços, quanto por banhos fortes de descarrego, pois determinados banhos de descarrego podem retirar tanto energias deletérias quanto energias salutares. A hortelã detém grande poder terapêutico para várias doenças físicas e espirituais. Na forma de defumador propicia um ambiente de paz e equilíbrio.

Ednay Melo

Fontes de Pesquisa:
Hortas
Plantas do mundo
Wikipédia




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6 de novembro de 2015

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Refletindo sobre Alguns Conceitos

Refletindo sobre Alguns Conceitos


O conceito de religião nos dias atuais foge de seu objetivo maior que é religar o ser ao Criador.

Temos hoje no cenário religioso uma disputa por "fiéis" onde vale de tudo para ganhar mais seguidores!

Você esta com o demônio no corpo vitimado por magia negra, feitiçaria etc... Coisa de "Pai e Mãe de encosto" Só o Senhor liberta e renova sua vida financeira nestes casos, deixando claro que as coisas "lá em cima" caminham na base da troca e do dinheiro.

Você precisa de oração, venha participar de umas das nossas diversas correntes disso ou daquilo, foi Deus quem trouxe você aqui, mostrando que o "chefe" deve estar muito velho para atender delegando responsabilidade a algumas pessoas somente que se elegem HOMENS DE DEUS, TRATANDO-O COMO O MEU DEUS... Será?

Orixá tal, esta brigando pela coroa de fulano de tal, isso se resolve com "N" trabalhos e demais praticas que mais pregam a filosofia do medo e da incoerência com que tratam Orixás a um custo razoavelmente abusivo onde a "coroa" nunca mostra um "rei ou rainha", mas sempre alguém mal informado e o MEDIANEIRO um MANIPULADOR.

Ainda se você deseja assumir sua total incapacidade arranje um trabalhinho dos "pais e mães de postes" existe um bem na esquina da sua casa (colado a um poste).

Inúmeros são os exemplos que diariamente como os citados acima nos mostram ainda o conceito vago que algumas pessoas fazem sobre RELIGIÃO e DEUS.

O propósito de renovação apresentado por Jesus ia e vai muito além dos templos, catedrais ou terreiros, onde na maioria das vezes imperam o orgulho, a ganância e a vaidade humana.

É preciso saber que a religião é uma ponte, mas pontes também as vezes apresentam necessidade de reformas e renovação e sempre quando tocamos nesta ultima palavra encontramos outra chamada resistência.

Cada um deve saber o que realmente Deus deseja de nós seus filhos, vejam falamos aqui em Deus não as religiões que em sua maioria nos afastam Dele, "como isso ocorre?" você deve estar se perguntando!

Simples, hoje vivemos em um clima competitivo da fé, onde ao invés do perdão, é ensinada a filosofia das penas eternas no "limbo do inferno" onde o mesmo, existe dentro do ser e não fora dele, assim como o conceito de céu, basta lhe ensinarem qual dos dois você deve alimentar.

Quando não, atribuímos as Divindades sejam deste ou daquele credo religioso, a responsabilidade de mudarem nossas vidas e destinos, minha gente, cada um é responsável pelos seus atos e santos meus filhos não carrega ninguém nem seus atos e erros nas costas, o fundamento religioso não é para isso.

Ainda temos a regra de "demanda" onde tudo o que acontece na vida de determinado ser é fruto de seus inimigos que o demandaram com pensamentos, elementos etc... Se esquecendo da lei de causa e efeito tão pouco estudada e valorizada pelo próprio individuo que se julga demandado e completaríamos "cego" também.

Apostas com Deus, com Santos, com Orixás, vivemos um clima competitivo dentro do cenário religioso onde todos lutam para serem dentro de sua fé melhores que este ou aquele, será meus filhos que realmente é esta a proposta de Deus???

Será que é esta a função das religiões?

Se abordamos no inicio deste texto que religião tem o papel de religar, deixamos a sugestão para que cada líder religioso e seus seguidores, procurem ligar o perdão, o amor, o respeito e a fraternidade dentro de seus próprios ritos sejam eles quais forem. As mudanças devem partir de dentro para fora, não é?

Cada um deve se preocupar em não deturpar a palavra do Cristo, mas aceita-la e acima de tudo vivenciá-la para que "no grande momento" que tantos falam e muitos criam suas versões, estejamos realmente preparados e não iludidos!

Lembrem-se que todos somos um vaso divino, cabe a cada um refletir sobre o que realmente esta colocando dentro deste vaso e acima de tudo se isso lhe será útil de alguma forma.... Ou talvez ilusório...Ou ainda enganador....

"...lembra-te de onde caíste! Arrepende-te, e pratica as primeiras obras.

Se não te arrependeres, brevemente virei a ti, e removerei do seu lugar o teu candeeiro, se não te arrependeres..." Ap: 2 - 1/6

Pai Antonio das Almas / Géro Maita



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4 de novembro de 2015

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Banalização da Umbanda nas Redes Sociais

Banalização da Umbanda nas Redes Sociais


O caso realmente é muito sério. Expor o sagrado é falta de respeito às forças espirituais da nossa religião. Com o pretexto da divulgação da beleza da religião e quebra de preconceito, muitos expõem ao ridículo o nome da Umbanda para a sociedade em geral. Desde a fundação da nossa Casa, tivemos a orientação espiritual do cuidado e responsabilidade que se deve ter em preservar a imagem da Umbanda e de tudo que a representa. O texto abaixo deve ser lido por todo umbandista. Parabéns ao autor.

Blog Tulca

*



BANALIZAÇÃO DA UMBANDA NAS REDES SOCIAIS

Para nós as incorporações mediúnicas são sagradas e a sua divulgação na internet não só banaliza, mas profana nossa religião. Temos que preservar nossas tradições dos "de fora" que a preconceituam. Não é colocando vídeos no YouTube ou fotos duvidosas no facebook que vamos elucidar a Umbanda frente a sociedade civil.

O discurso de ódio contra as religiões mediúnicas e de matrizes africanas é ferrenho e crescente. Desmistificar é uma atitude importante contra a intolerância e para isto se requer estudo, prática, manejo do fundamento, organização, disciplina... Mas infelizmente, o que estão fazendo é como jogar querosene na fogueira, divulgando toda sorte de trabalhos sem quaisquer respeito a ética e ao direito individual, numa clara disputa de clientela com outros cultos no farto mercado mágico religioso, e assim dando munição para o recrudescimento da intolerância e da violência. Já passamos do limite e lamentavelmente tem muita banalização postada pelos que se dizem "de dentro" da Umbanda.

Pérolas de Ramatis - Facebook



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Como se Proteger do Assédio Espiritual


Como se Proteger do Assédio Espiritual


Sua proteção é você mesmo quem faz. Por isso, não adianta agir de forma negativa, baixar seu nível vibratório e depois rezar, pedir proteção e ajuda. Nenhum mentor espiritual poderá ajudá-lo efetivamente se você desconhece, (ou se conhece a ignora), a Lei da Afinidade (os semelhantes se atraem), uma das Leis Universais.


De acordo com essa lei é seu padrão de energia que irá determinar sua proteção contra os ataques, os assédios espirituais dos seres das trevas. Portanto, qual é a qualidade de sua energia? Que energia você irradia? É a energia que você emana que dará, ou não, acesso aos seres das trevas.


Sendo assim, para que o obsessor espiritual prejudique o obsidiado, ambos precisam consentir, tem que haver um laço de reciprocidade. E qual é esse laço?


É a ira, o ódio, o desejo de vingança, o sentimento de inferioridade, a rejeição, o medo, etc.. Nunca é demais lembrar que, da mesma forma que o amor une, o ódio também une.


Quem odeia, pensa o tempo todo na pessoa execrada, tanto quanto quem pensa sem parar na pessoa amada. Portanto, esses laços de amor, ou ódio, quando encontram reciprocidade, ou seja, quando duas ou mais pessoas compartilham os mesmos sentimentos, acabam por se unir, atraindo-se mutuamente. É assim que funciona a Lei da Afinidade.

Portanto, o assédio espiritual só ocorre porque o assediado -embora não tenha consciência- de alguma forma está ligado energeticamente ao ser espiritual que o assedia, pois ambos estão sintonizados na mesma faixa vibracional.


Desta forma, se o assediado não mudar suas atitudes, não sair dessa vibração, o assédio espiritual irá continuar. Na maioria dos casos, a relação obsessor e obsidiado é algo secular ou mesmo milenar. Por isso, concordo plenamente com a doutrina kardecista quando se refere à reforma íntima, isto é, a necessidade de se fazer um trabalho interior de autoconhecimento para que possamos identificar e mudar -ou pelo menos atenuar- maus hábitos e imperfeições, traços ruins de personalidade, tendências negativas que trazemos de outras encarnações, tais como egoísmo, arrogância, prepotência, maledicência, sentimentos de inferioridade, culpa, baixa auto-estima, autodesvalorização, ganância desmedida, vícios, fobias, etc..


São esses maus hábitos e imperfeições que realimentam, que nos tornam vulneráveis aos ataques dos obsessores espirituais. Vale dar aqui duas dicas, sugestões de como se proteger dos assédios espirituais:


- Não criticar ninguém: não apontar as falhas e os defeitos alheios. Pode acontecer daquela pessoa que você mais critica vir a ser a que mais lhe dará apoio num momento mais doloroso de sua vida;



- Não julgar, não condenar ninguém: Jesus dizia: "Não julgueis para não seres julgado". O passado nos condena, pois enquanto seres espirituais em evolução, já erramos, cometemos erros, injustiças, prejudicamos as pessoas em outras encarnações com atos que hoje classificaríamos como bárbaros, atrozes, selvagens, mas que na existência passada não víamos dessa forma por falta de esclarecimento, de consciência desperta acerca das Leis Divinas.



Então, pelo fato de não termos tido um passado louvável, fica claro que não temos nenhuma moral para julgarmos alguém, e é provável que quanto àquilo que a gente julga, tenhamos feito o mesmo e até pior nas vidas passadas. Quem garante que isso não tenha acontecido? O véu do esquecimento do passado nos impede de sabermos. Por isso, é mais sábio e mais prudente não julgarmos; caso contrário, caímos na antiga expressão popular "O sujo falando do mal lavado". Em suma, não alimente o mal, a maledicência, pense somente no bem e viva em paz sob a proteção dos bons espíritos. Por fim, exercite sempre o perdão.


Osvaldo Shimoda






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2 de novembro de 2015

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Os Pilares da Umbanda

Os Pilares da Umbanda
Muitos questionam o porquê das diferenças entre os terreiros, por que há diferenças nos rituais, por que não é feita uma unificação das “umbandas”, por que não há uma padronização geral, que faça da Umbanda uma religião que siga regras igualitárias.

Para começar, a Umbanda não foi uma religião que simplesmente começou do zero aos 15 de novembro de 1908, pois já havia um movimento anterior a esta data, parecido com o que se tornaria a Umbanda, movimento este que surgiu das mudanças das macumbas cariocas, dos candomblés (que abriam exceção e permitiam a passagem de eguns - espíritos de humanos desencarnados), e de grupos kardecistas, que começavam a questionar o processo mediúnico por eles estudado e trabalhado. Só faltava uma diretriz para esse movimento, um precursor e um nome, e ai surgiu Zélio Fernandino de Moraes com o Caboclo das Sete Encruzilhadas.

Desde seu início, o movimento umbandista já mostrava diferenças de rituais, dado os grupos heterogêneos que o antecederam: macumbas, candomblés, kardecistas e outros grupos religiosos que permitiam, de uma maneira ou outra, a comunicação de espíritos. Tentar unir todos esses grupos e impor uma ordem nos primórdios do século XX era impossível. Com isso, o movimento umbandista foi crescendo e com ele, as diferenças dos diversos terreiros, devido ao conhecimento herdado de cada sacerdote de suas religiões anteriores.

Assim a Umbanda cresceu e se espalhou por todo o Brasil e por vários pontos do mundo, mantendo diferenças em rituais, que neste ponto já estavam enraizadas tradições de cada “umbanda”.
Baseado neste breve resumo apresentado acima, veremos os motivos que impedem que a Umbanda seja unificada e outros pontos que aparecerão no decorrer deste texto.


1. Os pilares da Umbanda

Em pouco mais de 100 anos de existência da Umbanda, houve vários congressos, reuniões de federações e discussões acaloradas, onde os pontos unanimemente acordados entre todos são:

a.  A Umbanda é a fé;
b.  A Umbanda é o amor;
c.  A Umbanda é a caridade;
d.  A Umbanda é a humildade;
e.  A Umbanda é o respeito com o ser humano, com os animais e com a natureza;
f.  A Umbanda não pactua com nenhum tipo de discriminação e respeita a liberdade religiosa, a  liberdade sexual, a liberdade racial e a liberdade de opinião de todas as pessoas;
g. A Umbanda só pratica o bem e não cobra por atendimentos mediúnicos.

Estes são os pilares da Umbanda, que sustentam todos os templos, terreiros e tendas, que carregam a bandeira da religião.

Podemos imaginar os pilares básicos da Umbanda dispostos como na figura acima. Os pilares são os fundamentos ou dogmas da Umbanda.



Independentemente da origem religiosa, ou formação sacerdotal do fundador de um terreiro, os pilares da Umbanda não podem ser ignorados, mas devem, em primeiro lugar, serem respeitados e seguidos por todos. Sobre esses pilares, cada sacerdote constrói seu terreiro de acordo com seu conhecimento e sua fé.









Os terreiros podem ser diferentes na forma, no ritual, na formação sacerdotal, mas todos devem estar apoiados nos pilares da Umbanda.


Mas alguns poderão perguntar: e se um desses pilares for quebrado ou mesmo ignorado por um terreiro, ele deixa de ser Umbanda?

Ele continua sendo de Umbanda mas se torna desacreditado ou mesmo evitado pela sociedade, acarretando até o fechamento do mesmo, pois:
  • Um terreiro sem fé não tem vinculo religioso com nada e não consegue repassar a fé aos seguidores;
  • Um terreiro sem amor só traz discórdia e desavenças entre seus membros;
  • Um terreiro que não pratica a caridade e que cobra por consultas mediúnicas é abandonado pelos espíritos de luz e fica à mercê de espíritos zombeteiros e brincalhões, não conseguindo o respeito da sociedade;
  • Um terreiro sem humildade afasta os trabalhadores sérios que buscam carregar a bandeira branca de Oxalá, sobrando apenas aqueles que colocam a vaidade à frente do trabalho;
  • Um terreiro que sacrifica animais nunca é bem visto pela sociedade, pela crueldade dessa prática;
  • Um terreiro que desrespeita as pessoas é evitado por aqueles que buscam um lugar de conforto e palavras que curem suas chagas morais e espirituais;
  • Um terreiro que destrói e emporcalha a natureza é evitado por seguidores que não querem vincular seus nomes com mais problemas ecológicos;
  • Um terreiro que discrimina por raça, credo, sexo e posição social, é fadado a processos judiciais e consequentemente ao fechamento de suas portas.



Se um único pilar da base umbandista for tirado ou ignorado por um terreiro, a chance de ruína é grande.



2. Sobre os pilares, as diferenças

Se os pilares de base da Umbanda forem respeitados e seguidos, toda a construção acima disso se torna parte da riqueza de uma religião cheia de rituais, rezas e mandingas, que é capaz de transformar seres humanos em seres divinos, que sabem e sentem que todas as forças e energias de Deus estão ao alcance e a disposição de todos.
As diferenças de rituais, pontos cantados, pontos riscados, etc., deve-se a formação sacerdotal e a fé de cada dirigente em exposição, e é neste ponto que cada um consegue interpretar, à sua maneira, os símbolos umbandistas, ampliando o horizonte de beleza e riqueza da religião.


3. A Verdadeira Umbanda

Como há diferenças entre os terreiros, costumamos dizer que para cada um é praticado “uma umbanda diferente da outra”, e que a Umbanda é feita por várias umbandas. A pergunta óbvia que chegamos é: qual é a verdadeira Umbanda?
Ora, se cada terreiro que respeita os pilares básicos da Umbanda e segue o ritual de acordo com a fé e formação sacerdotal de seu dirigente, ai está à verdadeira Umbanda.
Simples assim. Simples como a Umbanda deve ser.
A Umbanda não é como uma partida esportiva onde uma umbanda joga contra a outra umbanda, ao contrário, é uma religião onde uma deve estar a favor da outra, pois não há o melhor ou o pior, há afinidades e respeito pelas diferenças.


4. Sobre pilares fortes, construímos mundos fortes

A unificação e padronização dos rituais de Umbanda destruiriam a diversidade cultural, religiosa, dogmática e a fé das umbandas já existentes, e por conseqüência, criaria cargos hierárquicos responsáveis pela ordem religiosa, culminando até mesmo, na criação de um cargo similar ao Papa católico, o que seria um contra-senso umbandista.
Alguns rituais como o batizado e o casamento podem seguir um padrão mais ou menos estabelecido pela maioria dos terreiros para que tenham efeito legal, de acordo com a legislação vigente. No geral, muitos terreiros utilizam uma mesma sequência para o ritual de um trabalho espiritual: defumação, abertura e saudação aos guias da gira, atendimento espiritual, fechamento e despedida dos guias da gira, encerramento.
Há variações e há diferenças, mas isso não invalida a umbanda praticada, o que importa é a união dos membros dessa umbanda para que seja carregada a bandeira de Oxalá e a Umbanda seja difundida e respeitada.
As várias umbandas, construídas sobre os pilares umbandistas, formam uma obra de arte que retrata Aruanda, um local rico e belo, com construções diferentes mas estáveis e fortes.

Umbanda tem Fundamento






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Médiuns Videntes

Médiuns Videntes


Os médiuns videntes são dotados da faculdade de ver os Espíritos. Há os que gozam dessa faculdade em estado normal, perfeitamente acordados, guardando lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambúlico ou aproximado do sonambulismo. É raro que esta faculdade seja permanente , sendo quase sempre o resultado de uma crise súbita e passageira. Podemos incluir na categoria de médiuns videntes todas as pessoas dotadas de segunda-vista. A possibilidade de ver os Espíritos em sonho é também uma espécie de mediunidade, mas não constitui propriamente a mediunidade de vidência. 

O médium vidente acredita ver pelos olhos, como os que tem a dupla-vista, mas na realidade é a alma que vê, e por essa razão eles tanto vêem com os olhos abertos ou fechados. Dessa maneira, um cego pode ver os Espíritos como os que têm visão normal.

Devemos distinguir as aparições acidentais e espontâneas da faculdade propriamente dita de ver os Espíritos. As primeiras ocorrem com mais freqüência no momento da morte de pessoas amadas ou conhecidas, que vêm advertir-nos de sua passagem para o outro mundo. Há numerosos exemplos de casos dessa espécie, sem falar das ocorrências de visões durante o sono. De outras vezes são parentes ou amigos que, embora mortos há muito tempo, aparecem para nos avisar de um perigo, dar um conselho ou pedir ajuda. Essa ajuda é sempre a execução de um serviço que ele não pôde fazer em vida ou o socorro das preces.

Essas aparições constituem fatos isolados,tendo um caráter individual e pessoal. Não constituem, pois, uma faculdade propriamente dita. A faculdade consiste na possibilidade, senão permanente, pelo menos freqüente, de ver os Espíritos que se aproximam, mesmo que estranhos. É essa faculdade que define o médium vidente.

Entre os médiuns videntes há os que vêem somente os espíritos evocados, podendo descrevê-los nos menores detalhes dos seus gestos, da expressão fisionômica, os traços característicos do rosto, as roupas e até mesmo os sentimentos que revelam. Há outros que possuem a faculdade em sentido mais geral, vendo toda a população espírita do ambiente ir e vir e, poderíamos dizer, entregue a seus afazeres.

Livro dos Médiuns (cap 14) - Allan Kardec



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28 de outubro de 2015

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Terrorismo Mediúnico?

Terrorismo Mediúnico?



Terrorismo mediúnico, uma nova forma de desqualificar o trabalho de médiuns destemidos


Uma corrente mais ortodoxa na comunidade espírita adotou essa expressão “terrorismo mediúnico” que vem sendo usada para designar as revelações mediúnicas que apresentam informações sobre os aspectos sombrios da maldade organizada no astral, como se, todo livro ou mensagem que trata desse tema, utilizasse de medo e de previsões apocalípticas para intimidar ou perturbar o povo.

Embutido no significado dessa expressão está também a ideia de que as mensagens mediúnicas necessitam tratar somente da alegria, da esperança e do conforto, e com esse argumento tentam invalidar a importância e a utilidade de informações que nos auxiliam a identificar as formas ardilosas e criativas que as trevas se utilizam para exterminar e paralisar as iniciativas do bem. Por meio de uma ardorosa defesa do tipo “devemos falar somente na luz”, muitos líderes e pensadores desmerecem o valor e a urgência das revelações sobre a maldade organizada.

É bem verdade que o consolo e o otimismo devem mesmo ser incentivados em todos os textos da doutrina, mas nós estamos em um momento de batalha, de definições, de guerra no mundo espiritual.

Será que quem alega a presença de terrorismo mediúnico tem vivido uma relação atualizada e contínua com os benfeitores para indagar, porque esses conteúdos estão sendo divulgados? Que experiência de relação mediúnica possui os defensores desse suposto terrorismo do além com os movimentos astrais sórdidos que tem por objetivos implantar e disseminar o mal na face na Terra?

O Espiritismo, sem dúvida, deve cumprir um papel social consolador, isso não deve significar que tenhamos que nos movimentar entre pétalas de rosas e noções de uma vida cor de rosa. Nos bastidores da imortalidade existe uma guerra e Jesus, que tanto amamos e chamamos de Mestre, pede todos os dias, por meio de servidores do amor, por gente destemida e corajosa para o front das lutas e desafios.

Onde está esse terrorismo mediúnico? Muito fácil ocupar uma tribuna espírita e achincalhar quem tem trabalhado e atendido o pedido dessa plêiade que trabalha pela limpeza da psicosfera terrena, sem a qual não teremos um mundo regenerado.

Que a gente incentive a esperança, apazigue as almas, leve a mensagem do conforto, mas é muito perigoso formalizar uma ideia como essa de terrorismo mediúnico, como se popularizar informações dessa ordem fosse um modo de manipular pelo medo.

Jesus fez um Sermão Profético e atemorizou com suas previsões. Ele estava errado? Não. Está tudo acontecendo. E ele não poupou palavras.

Terrorismo mediúnico, onde? Então, a pretexto de evitar o medo, vamos omitir o que está acontecendo? O que querem dizer com terrorismo mediúnico? Será que querem dizer que é mentira o que essas mensagens e livros divulgam? Na minha opinião nada mais é que uma forma de desrespeito ao trabalho mediúnico de médiuns corajosos, que estão tendo a ousadia de mostrar víboras e lobos em pele de cordeiro.

Outra coisa que costumam chamar de terrorismo mediúnico são as previsões catastróficas, inclusive aquelas feitas pelo respeitado Chico Xavier. Pois se alguém tem dúvidas que Chico tenha feito tais previsões, pode ter a certeza que isso é a pura verdade.

Sim, que a gente busque a esperança e promova tudo que pode ampliar a paz, mas, por favor, cadê esse terrorismo mediúnico?

Ser espírita em pleno momento de transição não pode significar ser uma “flor de estufa” e viver de mentalizações, orações, práticas mentais… Nada contra tais iniciativas, mas se queremos um mundo melhor precisamos de postura, realismo, informação sólida a respeito do que está acontecendo nos bastidores da corrupção e da maldade organizada nos dois planos da vida.

Podemos sim falar de filtragem mediúnica, da linguagem e outros aspectos que sempre teremos que melhorar como médiuns, mas usar a expressão terrorismo mediúnico, dando a ela um significado de desqualificação aos médiuns e aos conteúdos a respeito das ciladas trevosas é uma imaturidade, uma atitude de desrespeito.

Wanderley Oliveira



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25 de outubro de 2015

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Fundamento da Guia de Aço

Fundamento da Guia de Aço

Hoje em dia, infelizmente, poucas vezes observamos o uso das guias de aço por parte dos médiuns umbandistas. Por que?

É comum ver a utilização de guias confeccionadas com materiais inócuos, como miçangas, vidros coloridos, porcelanas, plástico, etc.

Vamos entender como funciona o aço e com certeza daremos maior valor à utilização dessa guia, tão importante para a nossa defesa e proteção.

As guias de aço vendidas nas casas do ramo, geralmente possuem o que chamamos de “ferramentas” dos Orixás penduradas por toda a extensão da guia.

O que seriam essas “ferramentas”?

São representações dos Sagrados Orixás, pois cada uma delas traz em sua formação, um pedaço da onda vibratória sagrada, emanada pela força dos elementos da natureza.

Para termos uma melhor noção de quais “ferramentas” a guia de aço deverá conter, vamos enumerá-las (as ferramentas também deverão ser confeccionadas em aço):

· Uma cruz de aço;
· Um coração de aço;
· Uma espada de aço;
· Uma flecha de aço;
· Uma machadinha de aço;
· Uma chave de aço;
· Uma lua de aço;

Obs.: Também se pode utilizar uma corrente com uma medalha de aço como proteção, no lugar da guia de aço, mas ela precisa ser usada para esse fim, não por vaidade.

Aço é uma liga de ferro-carbono e outros elementos residuais do tipo P, S, Mn e Si. O ferro que predomina na composição do aço existe na natureza (nos minérios) sob a forma de óxidos estáveis do tipo Fe2O3 (hematita) etc. O aço é um excelente condutor de energia elétrica e possui uma aura fortemente radioativa. As conformações dos filamentos que compõem a “guia de aço” (colar consagrado) funcionam como excelentes captadores das energias vivas da Natureza, bem como também, diminutos cabos eletromagnéticos. Os traços fluídicos desprendidos do metal dinamizado, como acumulador de forças, favorecem bastante o escoamento dos fluidos ativados nos feitiços, magias, pensamentos negativos, miasmas e larvas astrais.

O aço, dinamizado pela eletricidade biológica, irá criar um campo eletromagnético em volta do corpo físico e astral do homem, criando uma barreira natural contra vários tipos de fluídos de baixo padrão, não permitindo que adentrem na constituição espiritual e física de quem está usando essa proteção.
A guia de aço transforma-se num excelente repulsor de vibrações de baixo teor energético, desagregando esses fluidos e não permitindo seu alojamento nos corpos sutis e físico do homem.

Algumas emanações fluídicas são perniciosas ao ser humano. Aquele que procura se infiltrar no campo vibratório de outra pessoa buscando seu mal, tenta ativar forças etéreas aliadas a certos materiais dinamizados, a fim de conseguir êxito nos processos de “bombardear” a aura e o duplo etérico de seu desafeto, com a intenção de gerar uma série de problemas físicos e espirituais. Porém, é importante saber que pensamentos negativos só nos atingem quando nós abrimos canais para a entrada de energias negativas. Quando nos protegemos, através de boas atitudes e bons pensamentos, nada que não vibre positivamente como nós poderá nos atingir!

Também acontece o caso de “auto-enfeitiçamento”, por viver constantemente vivenciando doenças morais ou mesmo a presença em ambientes de baixo teor vibratório, onde fatalmente existem fluidos perniciosos a constituição humana, que poderão agregar-se aos corpos sutis e físicos do homem. Se houvesse uma maneira “clínica” de se observar e examinar o duplo etérico de um homem “mal-influenciado” ou mesmo carregado de inveja, olho gordo, etc., os médicos identificariam como as radiações negativas que afetam a base química orgânica, agregando aos corpos sutis e físico uma série de miasmas e larvas astrais, produzindo uma série de enfermidades muitas vezes graves.

Portanto, uma guia de aço transforma-se em uma potente proteção. Só devemos atentar para o fato de que não é simplesmente o uso de uma guia de aço que irá nos proteger e nos livrar de todo o mal do mundo. Há necessidade de se criar condições morais, promovendo a necessária Reforma Íntima, Evangelização e conseqüentemente redobrar a vigilância, ajustando-se a uma elevada conduta espiritual. Tudo isso, aliado ao uso de uma guia de aço, faz com que criemos condições de obter uma efetiva proteção contra todos os tipos de males que possam nos cercar.

Sendo assim passamos a entender a guia de aço como um amuleto que têm como função absorver as energias maléficas e evitar que haja uma infestação na aura do seu possuidor, tendo eficácia defensiva. Além disso, ajuda a catalisar fluidos bons.

A guia de aço, por ser constituída de elementos eletromagnéticos poderosos, de alto acumulo de forças e excelente condução, desde que devidamente consagrada (dinamizada), nunca se sobrecarrega, pois estará constantemente escoando os fluidos de baixo teor vibratório; portanto, nunca estará “carregada” de fluidos pesados, não necessitando ser constantemente purificada e nem abençoada.

Não há problema de alguém estranho colocar as mãos na guia de aço. Somente deveremos tomar o devido cuidado de retirá-la quando formos ter relações íntimas. Quando formos dormir, poderemos colocá-la por debaixo do travesseiro. Na hora do banho não há necessidade de se retirar a guia de aço.

Trecho Extraído do livro: "Umbanda - O Conjunto das Leis de Deus" 



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