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Mostrando postagens de Outubro, 2018

Preconceito Umbandístico

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Acrescentaríamos a este texto tão bem vindo a qualquer época: aos umbandistas que envergonham a religião, se escondendo na sombra do seu irmão a fim de roubar a sua luz...


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"Queria falar de uma espécie de preconceito que existe, e muitas vezes não damos conta que existe, pois muitas vezes optamos por discutir o preconceito religioso, sendo este de fora pra dentro da nossa religião. Gostaria de adentrar no preconceito umbandístico (se o nome não existe, criei agora, muito embora desde 1908, acredito que deva existir o sentimento).

Há muito tempo, cada um de nós adquire experiências que se encaixam perfeitamente neste tema que estou abordando. É fato lastimável e quesito sustentador que comprova cada vez mais porque a Umbanda é uma religião que, embora linda, ainda seja motivo de galhofa... Mas galhofa porquê? Por que existem aqueles que atiram pedras? Sim, existem... Mas existem aqueles que dão motivo para tal. Talvez haja um culpado, mas se há, quem seria? Da mídia que em p…

Luxo na Umbanda: Necessidade ou Vaidade?

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Vamos refletir sobre: “necessidade x vaidade x humildade”.
Não está acontecendo um exagero de vaidade na Umbanda (não da religião, mas dos adeptos)?

Entre muitos aspectos, podemos citar como exemplo a vestimenta e os paramentos: quando o médium tem uma entidade ou outra que usa um apetrecho de trabalho (um chapéu, um lenço, uma bengala ou mesmo outro elemento), nota-se que a necessidade desse material é do guia, ou seja, aquele espírito usa o chapéu, o lenço etc. para realizar seu trabalho, dentro do seu fundamento.

Mas, quando TODAS as entidades que trabalham com o mesmo médium, ou todas do mesmo terreiro (mesmo em médiuns diferentes) precisam se paramentar, não seria mais coisa do(s) médium(ns), na maioria das vezes semi-consciente(s), do que do(s) espírito(s) atuante(s)?

Na internet, revistas e jornais, podemos ver com facilidade, fotos em que o mesmo médium (ou todos do terreiro), quando incorporado(s) apresenta(m)-se da seguinte forma: o baiano está vestido de cangaceiro, com …

A Bíblia do Umbandista

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Meus irmãos eu vou relatar um pensamento, que me foi apresentado, de um Guia, em uma gira de Exu-Velho, e sinceramente, eu fiquei impressionado com a sabedoria deste Exu-Velho, no final do relato eu conto quem foi o Sr. Da Luz.
Certo dia estava conversando com um conhecido de outra religião (totalmente oposta aos nossos conceitos) e acabamos entrando em uma discussão sobre livros e claro que o questionamento inevitável foi feito: - Porque a sua religião não tem uma Bíblia? O Silêncio tomou conta de nosso diálogo por um pequeno instante. Expliquei que temos vários livros que contam a história de nossa religião, procedimentos, condutas, fatos que são relatados, etc. Mas confesso que de início concordei com a observação do questionador. Bom, continuamos com a nossa conversa, mas aquilo ficou martelando em minha cabeça, por alguns dias, até a chegada da Luz do irmão e amigo Exu-Velho.

É chegado o dia da Gira de Exu-Velho, os sábios Tatás que recebemos em nossa Sagrada Umbanda, e posso …

Como foi a Criação do Hino da Umbanda?

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A música do Hino foi composta por Dalmo da Trindade Reis que era Maestro Tenente do Conjunto Musical da Policia Militar do Rio de Janeiro. Já a letra foi escrita por José Manoel Alves, nascido em 05 de Agosto de 1907 em Portugal. Com pouco mais de 20 anos, em 1929, veio para o Brasil, instalando-se em São Paulo, onde ingressou na Banda da Força Pública, ocupando vários postos e aposentando- se como capitão. Em paralelo a esta função exerceu a carreira de compositor de Músicas Populares compondo dezenas de músicas e hinos que foram gravadas por famosos intérpretes da época. Inclusive compôs o hino para o Primado de Umbanda de São Paulo. No entanto, era cego e no início da década de 60, em busca de sua cura foi procurar a ajuda do Caboclo das Sete Encruzilhadas.

Embora não tenha conseguido sua cura porque, segundo consta, sua cegueira era de origem kármica, José Manuel ficou apaixonado pela religião e, ainda em 1960, fez o Hino da Umbanda para mostrar que esta Luz Divina que vem do Rei…

Boiadeiros na Umbanda

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O corpo começa a estremecer, o coração bate mais forte e a coragem, a determinação, a força, a sabedoria, a seriedade e a alegria tomam conta do mental e do emocional do médium que rapidamente gira começando a dançar e a movimentar seu chicote. Ao gritar “Ô Boi!” demonstra o vigor e a força do Boiadeiro agora em terra. O plano astral inferior estremece pois não tem mais como escapar do laço do Boiadeiro que rapidamente envolve todos os seres negativos que perturbam o médium e a Casa Santa. Com amparo de Ogum, seu Orixá protetor, o boiadeiro encaminha todos esses malfeitores para o domínio da Lei, onde serão refreados e redirecionados para o cumprimento da Lei com a grande oportunidade de evolução, o que demonstra ser este um grande trabalho de caridade e, principalmente, de amor ao próximo.
Os Boiadeiros vêm dentro da corrente de Oxóssi, dos Caboclos. Eles são entidades que representam a natureza desbravadora, romântica, simples e persistente do homem do sertão, “o caboclo sertanejo”…

Do que a Umbanda Precisa?

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Dia destes, ao final de uma gira de desenvolvimento mediúnico, manifestou-se Pai João de Angola, o Preto Velho regente da casa.

Como de costume, acendeu seu cachimbo, cumprimentou os presentes e chamou todos para bem perto dele e após se acomodarem ele pediu que todos respondessem uma pergunta simples:

“ – Do que a Umbanda precisa?”

E assim um a um foram respondendo:

“- Mais união...”
“ – Mais estudo...”
“ – Mais divulgação...”
“ – Mais respeito...”
“ – Mais reconhecimento...”

Mais, mais e mais...

Após todos manifestarem suas opiniões, Pai João sorriu e disparou:

“ – Muito se diz do que a Umbanda precisa, não é? E eu digo que a Umbanda precisa de Filhos!”

Silêncio repentino no ambiente.

Naturalmente os filhos ficaram surpresos e ansiosos para a conclusão desta afirmação.

Pai João pitou, pensou, pitou, sorriu e continuou:

“É isso, a Umbanda precisa sobretudo de FILHOS.

Porque um filho jamais nega sua mãe, sua origem, sua natureza. Quando alguém questiona vocês sobre o nom…

Sacerdócio não é Profissão

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Não nos agrada abordar assunto de tamanha gravidade, que infelizmente tem tomado proporções perigosas dentro do Movimento Umbandista, por conta de alguns ditos médiuns. No entanto, premidos pela imperiosa necessidade de alertarmos e orientarmos médiuns e assistentes a não serem vítimas de elementos de caráter duvidoso, que ainda contaminam nossa religião de fé, é que passamos a discorrer sobre o presente tema. 

Sabemos que a mediunidade, seja ela qual for, é uma faculdade neutra ofertada pelo Criador, antes mesmo de reencarnarmos, com os fins específicos de servirmos de instrumentos à missão dos espíritos, para acelerarmos nosso progresso espiritual através da caridade; e também para que nossos amigos Caboclos (as), Pretos (as) - Velhos (as), Crianças (Ibejis), Exus e Bombogiras (Pomba-Gira), possam subir cada vez mais os degraus da escala espírito-evolutiva. Deste modo, a mediunidade constitui-se em um modo de nos redimirmos de faltas pretéritas (mediunidade expiatória); de alcançarmo…

Posso Incorporar em qualquer lugar?

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Se uma pessoa tem que trabalhar e se a mesma não entrar para o Centro, ela pode receber algum guia na rua, no trabalho ou em qualquer lugar?

Não! Um guia, protetor ou entidade de luz não irá jamais expor uma pessoa ao ridículo ou a situações constrangedoras incorporando em lugares públicos.

O fato é que a pessoa sendo médium e não desenvolvendo a mediunidade não faz com que deixe de ser médium. O que ocorre é que a sua mediunidade ficará “embrutecida” e desamparada expondo-a a ação de espíritos trevosos, que, esses sim, podem se manifestar em lugares públicos expondo a pessoa a situações embaraçosas.

Importante ressaltar é que ser médium é uma oportunidade que recebemos de Zambi (Deus) para expurgar parte de nosso karma. Negar ou fugir disso não ajuda em nada. O importante é aprender a lidar com isso. E a melhor maneira é desenvolvendo.

A religião ou a Umbanda deve entrar em nossas vidas para nosso crescimento enquanto pessoas. Nunca deve ser imposta.

Não concordo com fórmulas impostas,…

Médium de Incorporação e Cuidados

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Dentro do trabalho mediúnico o médium de incorporação se desgasta em sua nobre missão de levar o bem, a cura, a caridade, o desgaste do médium é grande e sua recuperação é mais lenta do que parece.

Quando o médium de incorporação abre o caminho de seus guias para que eles utilizem o seu corpo como meio de levar suas palavras e seus conhecimentos aos consulentes, não só suas palavras são utilizadas, mas também muita de sua energia vital. Também quando uma entidade sobe ou deixa o corpo do médium, seja lá por qual seja o termo que você esteja mais acostumado a utilizar, também ficam energias que devem ser novamente equilibradas.

Para que o médium de incorporação possa efetuar o seu trabalho de forma plena e que consiga manter uma linha de comunicação única com seus guias, é necessário que o mesmo tome alguns cuidados.

Jejum é Fundamental

No dia do trabalho mediúnico o médium de incorporação deve se manter o mais limpo possível, para tanto o mesmo deve fazer alguns jejuns são eles:


Carn…

Vejo Tudo! Estou Mistificando?

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O grande medo de todo médium que inicia sua caminhada na Umbanda é o da incorporação consciente. Nove entre dez médiuns sentem-se inseguros em suas primeiras incorporações. 
É muito comum ouvirmos frases do tipo “Eu vejo tudo, não posso estar em transe”. A culpa dessa dúvida que assola nossos terreiros é dos próprios dirigentes que não esclarecem aos iniciantes como é esse processo e dos irmãos mais antigos que insistem em dizer que são totalmente inconscientes, talvez para valorizar a sua (deles) mediunidade ou com medo de serem tachados de mistificadores.

Acalmem-se todos! Há muitos anos as entidades deixaram de usar a inconsciência como fator preponderante para o bom trabalho exercido pelo médium. Muito pelo contrário, hoje sabemos que noventa e cinco por cento dos médiuns são conscientes ou semiconscientes. A inconsciência completa é muito rara e pouquíssimas vezes revelada, justamente para não causar essa insegurança tão presente em nossa religião.

Pensemos no exemplo da água mis…

Os Pontos Cantados

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Um dos fundamentos de vital importância para a harmonização e eficácia dos trabalhos dentro de um templo umbandista é, sem dúvida, o que diz respeito aos Pontos Cantados (curimbas).
Em tempos imemoriais, o homem materialista e ligado quase que exclusivamente aos aspectos físicos que o circundavam, tomado de profundo vazio consciencioso, resolveu traçar caminhos que o fizesse resgatar a verdadeira finalidade de sua existência. Alicerçado em princípios aceitáveis, passou a buscar o elo de ligação para com o Criador, a fim de se redimir do tempo perdido e desvirtuado para outras ações.

Uma das formas encontradas para a reaproximação com o Divino foi a música, onde se exprimiam o respeito, a obediência e o amor ao Pai Maior. Desta forma, os cânticos tornaram-se um atributo socio-religioso, comum a todas as religiões, onde cada uma delas, com suas características próprias, exteriorizavam sua adoração, devoção e servidão aos desígnios do Plano Astral Superior.

A Umbanda, nossa querida re…

O Preparo é Essencial

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Atualmente, muitos médiuns sedentos pelas alegorias tentam ingressar na espiritualidade movidos pelo fascínio do fenômeno da incorporação, despreocupados ou diria "despreparados" com a questão doutrinária.

Rememoramos aqui a época de Atlântica e Lemúria, onde um iniciado começava sua trajetória iniciática aos 7 anos de idade e a concluía por volta dos 40 anos, onde se devidamente preparado se encontrava apto para conduzir os mistérios que a ele foram confiados.

Hoje a alegoria toma a frente antes do preparo e isso abre o palco dos exageros vistos em diversas vertentes religiosas, principalmente as que valorizam o sagrado ato da incorporação.

Um Avatar, antes foi um aluno dedicado que se preparou e se dedicou as oportunidades de aprendizado que permitiram seu amadurecimento espiritual.

Muitos médiuns hoje, abominam o estudo e acima de tudo a lógica dos seres "extrafisicos" que dizem receber, mas o espetáculo que presenciamos dentro de alguns locais nos levam a crer q…

Umbandistas, Graças a Deus!

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Inconcebível!

Assim podemos definir o comportamento de alguns umbandistas, ou ditos umbandistas, no tocante a certos hábitos e posturas que denigrem a si, como membros de um segmento religioso que são e mais grave, maculam o SAGRADO NOME UMBANDA.

Do que se trata?

Trata-se de um assunto muito sério e que merece especial atenção de dirigentes, médiuns e assistentes que compõem este maravilhoso corpo religioso que é a UMBANDA.

É que, movidos por ignorância, descriminação e preconceito em relação a nossa religião, sempre fomos vistos pelos inimigos da Umbanda como macumbeiros, termo pejorativo utilizado para desqualificar-nos e as nossas práticas religiosas.

E a situação se agrava na medida em que alguns integrantes de nossa religião, quando vítimas de tal impropério, ao invés de reagirem, repudiarem e repelirem esta investida maléfica acabam silenciando, ou pior, absorvendo a ofensa como algo natural, achando graça e rindo da estampa negativa que lhes colam na testa.

E você, amigo leito…

Mediunidade sem Instrução

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O estudo contínuo dos assuntos relacionados à mediunidade na Umbanda remove dentre seus seguidores dezenas, quiçá centenas, de crendices, costumes e hábitos que têm se mostrado nocivos à própria Religião. 
Muitos umbandistas têm uma visão deturpada do que significa o dom mediúnico em suas vidas e dentro dos terreiros. Centenas de adeptos desenvolvem uma mediunidade repleta de entendimento errôneo, suposições equivocadas e vícios comuns a pessoas que pouco, ou quase nenhum, acesso têm à informação. Muitos desses equívocos são provocados justamente pelo desconhecimento. 
Os maus hábitos acumulam-se ao longo do tempo e transformam-se em vícios que necessitam de tratamento imediato. Os erros acontecem aos montes causando muito desconforto aos Caboclos de Aruanda, que vez por outra precisam intervir para remediar a situação. 
A culpa de tais problemas poderia ser atribuída a muita gente: Chefes de Terreiro despreparados, médiuns afoitos ou de pouca instrução, seguidores pouco compromissad…

O Umbandista e a Internet

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A Internet, em pouquíssimo tempo, virou o maior meio de comunicação do mundo. Através das revistas eletrônicas encontramos tudo o que precisamos saber acerca dos mais variados assuntos. Desde a mais recente descoberta ao mais antigo registro da humanidade. Não há nada que fique escondido aos olhos e ouvidos humanos hoje em dia.

Os computadores se transformaram em vitrines, cinemas e bibliotecas. Nunca o homem teve tanta oportunidade de aprender mais. Desde a invenção da imprensa, na idade média, até a televisão, na contemporânea, jamais o homem conseguiu adquirir tanto conhecimento e de forma tão precisa. A Internet surgiu e revolucionou o conhecimento humano.

Os hábitos também sofreram mudanças. O teatro, as livrarias, o cinema e até mesmo a própria televisão tiveram que se adaptar à nova realidade. A juventude que costumava ficar ligada na tv, agora fica no computador. As pesquisas escolares ganharam muito com a Internet, já as bibliotecas e livrarias, nem tanto.

E, em meio a tudo is…

A Semeadura de uma Religião: Os Orixás

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Muito se tem escrito sobre os sagrados orixás, e muito ainda terão de escrever, já que os orixás são mistérios divinos e, dependendo de quem os descreve, assumem as mais diversas feições. E, ainda que mantenham suas qualidades essências de “essência”) ou elementais (de “elemento”), no entanto cada um os descreve como os interpreta, entende ou idealiza.
As idealizações, ainda que sejam divergentes, são necessárias, pois, mais dias menos dias, uma delas se imporá em definitivo sobre todas as outras e, daí em diante, todos os umbandistas rezarão pela mesma cartilha. Mas enquanto isso não acontecer, não tenham dúvidas que continuarão os estímulos para que lancem idealizações, as mais próximas possíveis do nível consciêncial da maioria dos adeptos de Umbanda.

Os próprios orixás regentes estimulam as idealizações pelos praticantes instrutores, pois ou alcançam uma concepção ideal ou os umbandistas nunca falarão a mesma língua. Lembre-se que a Umbanda é uma religião nova e neste seu primei…

Ciganos - Tentando Desmistificar

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POVO ORIENTE: é uma Falange em grande ascensão dentro da Umbanda, chegando aos Terreiros na vibração de Xangô, normalmente conhecidos como mentores são Mestres de povos do oriente com grande desenvolvimento espiritual e conhecimento profundo de vários assuntos. São muito cultos e responsáveis, de poucas palavras e muito trabalho. Apresentam-se de forma humilde e simples, não necessitando de nenhum tipo de oferenda além da fé e da dedicação de seus aparelhos, além de exigirem o cumprimento de regras básicas para uma melhor interpenetração de energias com seus médiuns. Têm uma vibração extremamente sutil. E esperam que seus médiuns cumpram sua parte no que se refere ao preparo correto para trabalhar com suas energias. Trabalham mais pela irradiação do que pela incorporação propriamente dita.

CIGANOS DO ORIENTE: composta por aqueles que em encarnações anteriores tiveram grande conhecimento da espiritualidade e de magia, a maioria encarnou entre o Povo Cigano e de tal povo preferiram gu…

A Responsabilidade do Médium Umbandista

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Nós médiuns Umbandistas temos de nos conscientizar de nossa responsabilidade quanto ao atendimento de pessoas em nossas casas, existem alguns pontos a serem observados.

Nunca devemos pensar que a responsabilidade de um atendimento é toda da entidade, nós também temos uma parcela muito grande de participação em todo o contato com os consulentes.

De uma forma simples podemos entender assim: O médium gera uma energia que ao juntar-se à energia da entidade que venha a incorporar, cria uma terceira energia, que é a que vai atuar durante o atendimento, portanto se uma das energias estiver em desequilíbrio (geralmente é a do médium), isto afetara a eficácia do atendimento, sendo assim sempre que formos aos trabalhos devemos tentar ao máximo estarmos equilibrados, e se isto não for possível o correto seria não atendermos diretamente a ninguém, pelo menos até nos sentirmos melhor.

- Devemos ter muita atenção ao que é falado para as pessoas, lembremos que muitos que vão até os terreiros, muita…

Anjos da Guarda

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Salve o dia 02 de Outubro! Dia dos Anjos da Guarda!
“Infelizmente a história sobre anjos é curta. Os gregos, que eram amantes da precisão, os chamavam DAIMONES (gênio, anjo, ser sobrenatural). Os egípcios os explicaram amplamente e com detalhes, mas tudo foi perdido, queimado na época da ascensão do cristianismo primitivo do Ocidente. Hoje, o pouco que nos resta deriva dos estudos cabalísticos desenvolvidos pelos judeus, que foram os primeiros a acreditar nesta energia.
A palavra hebraica para anjo é Malakl, que significa “Mensageiro”. As primeiras descrições sobre anjos apareceram no Antigo Testamento. A menção mais antiga de um anjo aparece em Ur, cidade do Oriente Médio, há mais de 4.000 a.C.. Na arte cristã eles apareceram em 312 d.C., introduzidos pelo imperador romano Constantino, que sendo pagão, converteu-se ao cristianismo quando viu uma cruz no céu, antes de uma batalha importante. Em 325 d.C., no Concílio de Nicéia, a crença nos anjos foi considerada dogma da Igreja. Em 343…

Tronqueira

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Muitas pessoas quando vão aos Templos de Umbanda observam nas entradas, pequenas casinhas ou portas que ficam posicionadas à esquerda da entrada. São as chamadas tronqueiras, locais onde são colocados elementos que fundamentam as proteções espirituais do Templo.

Estas tronqueiras funcionam como verdadeiros pára-raios, evitando que forças contrárias aos aspectos positivos adentrem o recinto. Nelas encontramos as forças de Exú e Pombagira, entidades espirituais que podemos observar em suas ações de forma análoga, como a polícia do astral. Os médiuns do Templo, bem como os consulentes recebem o amparo direto destas entidades, que se utilizam dos elementos ali mesmerizados para fundamentarem e repassarem suas forças curadoras e protetoras.

Encontramos em quase todas as tronqueiras o elemento terra, onde esta é retirada de forma ritualista e magística de pontos específicos, chamados de pontos de força dos Exús e Pombagiras. Como estes servidores da Luz regem as encruzilhadas e as bifurcaçõ…